Pe. José Augusto na Canção Nova: “Podem me processar,Estou falando para os cristãos.Serra é mentiroso quando trata do tema aborto.

Serra causou polêmica ao legalizar o aborto em 1998.

http://www.cfemea.org.br/pdf/normatecnicams.pdf

O mensalão da Abril  .Impressionante

[YOUTUBE=http://www.youtube.com/watch?v=egp-XZTPQeA]

Maçonaria, o Braço Direito do Diabo. Desmascarando essa Filial do Império das Trevas (Parte 1). Maçonaria: Ramificações

A Opus Dei e a Maçonaria, o que têm em comum?

José Serra via “o ato de ceifar uma vida inocente” como “o esvaziamento da cavidade uterina”.A midia bandida escondeu.

Serra um dia  terá que prestar conta, por  ter  autorizado aborto no SUS.

Há muito tempo nos estamos denunciando a demagocia e mentiras do candidato José Serra(PSDB). Inclusive hoje o Zé Augusto publicou aqui neste post documentos que provam que Serra é mentiroso quando trata do tema aborto. Finalmente o jornal de panfleto tucano a Folha, resolveu publicar o que nós estamso mostrando aqui ha muito tempo.

Neste link para assinante, está a notícia “Serra causou polêmica ao normatizar aborto”

Em 1998, quando era ministro da Saúde, José Serra foi acusado de atender a grupos pró-aborto por normatizar a realização do aborto nos casos previstos em lei (risco de vida para a grávida ou gravidez após estupro).Mesmo permitido desde 1940, poucos serviços públicos faziam o aborto. A normatização deu respaldo político e técnico para que mais hospitais o realizassem.O então deputado federal Severino Cavalcanti (PP-PE) apresentou um projeto de decreto legislativo para sustar a normatização. Para ele, Serra via “o ato de ceifar uma vida inocente” como “o esvaziamento da cavidade uterina”.

Ele ganhou apoio de entidades contrárias ao aborto, mas o projeto foi derrubado.Em 2001, o Ministério da Saúde começou a distribuir com Estados e municípios a pílula do dia seguinte. Serra ocupava a pasta. Entidades católicas foram a público dizer que a pílula é abortiva.Ouça no vídeo o que um padre fala durante a missa.

Repasse este link http://www.youtube.com/watch?v=yst5IM8Q2os  o Padre Leo criticando Serra e FHC por permitir o aborto no Brasil PLS – PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 78 de 1993

Do ex tucano, Gabriel Chalita, amigo de Geraldo Alckmin, em entrevista para a Folha hoje…

Como o sr. avalia a polêmica em torno da posição de Dilma Rousseff sobre o aborto?

A crítica é boa quando baseada em fatos. Mas essa tentativa de desconstruir pessoas com boatos é muito ruim. Dilma nunca disse ser a favor do aborto. Ela se posicionou, abordando o tema como uma questão de saúde pública. Eu particularmente sou contra. Mas a questão central nesse caso é a boataria. Isso aconteceu com o Lula, em 2002. Diziam que ele ia mudar as cores da bandeira e fechar igrejas.

Extraído do blog Amigos do Presidente Lulaaquele que a Dra Cureau tentou calar:

Como mover uma ação judicial contra a “Norma Técnica” do aborto expedida pelo Ministério da Saúde.
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43 Respostas para “Pe. José Augusto na Canção Nova: “Podem me processar,Estou falando para os cristãos.Serra é mentiroso quando trata do tema aborto.

  1. Perguntas à Dilma Rousseff

    Candidata Dilma,

    Temos acompanhado na Imprensa que a Vª. Excª. quer abocanhar votos no Segmento Evangélico. Diz-se que as coisas que se falam da senhora, não são verdadeiras. Que a senhora não é a favor do aborto, do casamento entre homossexuais, da adoção de crianças por casais homoafetivos, que a senhora não é a favor do PLC 122/2006 e do PNDH-3. Cabe-nos, então, questionar-lhe:
    Por que, durante o IV Congresso de seu partido, isso foi aprovado e a senhora admitiu em seu Plano de Governo tais demandas (ainda que depois tenha retirado-o do TSE)?
    Por que o Governo que a senhora avoca ter sido mais seu, do que do Presidente Lula, encaminhou ao Congresso o PNDH-3, mesmo diante da reprovação da CNBB e de nós evangélicos?
    Por que somente agora a senhora se compromete com tais valores e está indo as Igrejas?
    Quais garantias que a senhora dá a população cristã de que essa sua mudança repentina não tem caráter eleitoral?
    Afinal, a senhora é ou não a favor dessas questões?
    Quero lançar-lhe um desafio: O seu Governo, como a senhora costuma chamá-lo, encaminhou ao Congresso o PNDH-3. Por que a senhora não encaminha, através do Presidente Lula, uma mensagem ao Congresso Nacional rejeitando o PNDH-3? Por que a senhora não rejeita as declarações, teses e resoluções do IV Congresso Nacional do PT?

    Fica lançado o desafio, já que a senhora está dizendo a todos que não é contra os princípios cristãos, que a senhora mesma é uma cristã.

    Meus cumprimentos.

  2. PADRE LEO, SAUDOSO PADRE LEO , MUITOS NÃO GOSTAVAM DELE MAS O QUE TINHA QUE DIZER ELE DIZIA NA CARA E NÃO MANDAVA RECADOS.

  3. Acredito que as pessoas devem ser informadas de tudo o que acontece nesse periodo eleitoral e fazer seu julgamento de acordo com a vontade de Deus, pois Ele é favor da verdade e esta deve sempre vir a tona.

  4. Gostaria de deixar bem claro que o voto é particular e nunca devemos ser influenciados. Cada um deve analisar o candidato no qual irá votar, saber de suas intenções e seus projetos. Também quero deixar registrado aqui a minha indignação, mas por uma votação expressiva em um candidato altamente qualificado chamado ‘Tiririca’, que nem é seu nome real. Acho um absurdo você que tem seu voto na mão depositá-lo a pessoas despreparadas e depois de algum tempo reclamam que o governo está uma porcaria… continuem votando assim.

    Agora a atitude o Padre José Augusto pode até ter sido errada, pois não era o momento e nem a melhor hora, pois ele expressou uma opinião dele. Será que não está na hora de alguém abrir os olhos das pessoas para que começem a acordar para a vida. Sou brasileiro com orgulho, mas o povinho morno, aceita tudo, dá risada e ainda acha lindo que acontece com nosso País.

    Não estou aqui para defender nenhum político, mas sim para defender o Padre José Augusto, um servo de Deus. Deixo aqui meu total apoio ao Padre, tenho só uma coisa a dizer sobre isso: povo sem fé, deveriam se envergonhar em colocar as coisas do mundo antes de Deus.

    Faltam nesse nosso Brasil homens de coragem e peito!

  5. Parabéns padre José Augusto. Quem sabe assim, os barrigas cheias da canção nova não se convertem e tenham coragem de profetas que denuncie…
    Já calaram a voz paterna do querido padre Jonas e agora querem calar a voz do padre José Augusto???
    DEUS Quer falar e, se a canção nova não permitir o que será desse país???
    Jesus morreu por falar a verdade!

    • Pena que só faltou falar a verdade, pricipalmente sobre o José Serra!
      DILMA ESTA SENDO VITIMA DE Falso testemunho, políticagem e inverdade , sendo que o ÚNICO POLÍTICO NAS ATUAIS ELEIÇÕES QUE ASSINOU LEI A FAVOR DO ABORTO FOI O JOSÉ SERRA! TA AQUI O VÍDEO, HOMILIA FEITA PELO PADRE LÉO O DONO DO BLOG IMPEDIU QUE POSSA SER COLOCADO O LINK DO VIDEO DO PADRE LÉO, MAS PODE PROCURAR NO YOUTUBE QUE VC VÊ! Padre Leo criticando Serra e FHC por permitir o aborto no Brasil PLS – PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 78 de 1993 Autor: SENADOR – Eva Blay (PSDB) Suplente de FHC Ementa: DISCIPLINA A PRATICA DO ABORTO, ALTERA O DECRETO-LEI 2848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940 – CODIGO PENAL – E DA OUTRAS PROVIDENCIAS

  6. Parabéns Pe. José Augusto pela sua atitude de cristão Sacerdote fiel a Deus.
    Calaram a boca do Pe. Roberto Luttiere, Pe. Joanas e agora tão querendo calar a boca do Pe. José Augusto.somos Cristãos e vamos orar por eles.

  7. Parabéns ao Pe. José Augusto pela coragem de denunciar os erros do nosso País. Os brasileiros devem ter claro quais são os reais projetos de governo de cada candidato. A verdade deve ser dita para que não dê lugar às muitas mentiras.

  8. Padre não retire nem um ponto e nem uma virgula da sua homilia.Muitos martires morreram por falarem a verdade.A nossa missão aqui no mundo não e pra agradar homem nenhum e sim o nosso senhor Jesus Cristo.O proprio Cristo foi cruxificado por falar a verdade. Seja forte, a sua atitude para a nossa igreja foi muito importante.Deus continue lhe abençoando.Sua Benção Padre.

  9. Padre o céu se alegra pela sua ousadia profética… Vc não está sozinho, mesmo que muitos por medo e respeito humano se homitam e genericamente se rebaixem ante os planos do inferno, existem muitos cristãos católicos que estão contigo. Sua homilia disse a verdade, se te calarem as pedras gritarão!

  10. Padre, fiquei felicíssima ao constatar que ainda temos verdadeiros padres, que cumprem sua verdadeira missão que é defender Cristo e tudo aquilo que Ele nos legou como bem e verdade! Nos dias de hoje, defender aborto…pode, casar homem com homem, mulher com mulher…pode, roubar dinheiro do povo … pode, matar inocentes…pode… mas pelo visto, falar a verdade doa a quem doer, pelo bem do único Caminho, Verdade e Vida, não pode! Te amamos padre, Deus te abençõe e te proteja!

  11. Océu não se alegra com imprudencia!

  12. O céu não se alegra com imprudência meu caro!

  13. o padre jose augusto teve a coragem de alertar a populacao sobre o perigo que ronda o brasil: aborto, contra o direito de propriedade, direitos do cidadao etc coragem que a cnbb ainda nao teve parabens pe jose augusto pela coragem , o sr nao esta so.

  14. Neste exato momento todos são contra o aborto.
    Vamos ver quando acabar as eleições.
    Ai veremos quem está dizendo a verdade.
    http://www.pernadepautupa.wordpress.com

  15. É ISSO AI PADRE JOSE AUGUSTO. SE NÓS NOS CALARMOS AS PEDRAS GRITARÃO!!!!
    PARABÉNS!!! É DE SACERDOTES ASSIM QUE O MUNDO PRECISA.
    NAO LIGUE PARA AS CRITICAS POIS NEM JESUS CRISTO CONSEGUIU AGRADAR A TODOS!!!

  16. O nosso querido padre José Augusto, deveria preocupar-se com os problemas da Igreja: pedofilia, padres presos desviando dinheiro para fora do Brasil, problemas no banco do Vaticano…isso ninguém fala nas homilias do domingo…deixe as mulheres decidirem sobre os próprios corpos,a final quem ganha os filhos? os padres já estão parindo? isso é puro machismo ainda estão tratando a mulher como propriedade….

  17. eu gostaria de deixar bem claro indgnaçao sobre a cançao nova que nao teve coragem de apoiar um padre tao bondoso e de DEUS como padre JOSE AUGUSTO que ao contrario de alguns padres que vemos todos os dias se engrandescendo na teve tem amor verdadeiro pelo seu povo a ponto ate mesmo de colocar sua vida em risco por nos todos obrigada padre mas nao so por mim mas tambem pelos meus filhos que ainda sao pequenos e que so DEUS sabe como vaiestar quando crescerem que DEUS ESTEJA DO TEU LADO PADRE JOSE AUGUSTO E TE PROTEJA SEMPRE .

  18. Parabens padre Jose Augusto , o Senhor é sacerdote do Altissimo é muito triste ser catolico de mascara o senhor é verdadeiro e ser cristão hoje é pagar caro estou com o Senhor viver pra mim é cristo morrer é ganho quem dera padre jose Augusto se outros tambem enfrenta-sem a verdade o Senhor é bençã Deus o abençõe

  19. Pe. José Augusto estamos contigo. Nas grandes mudanças da história, alguém teve que pagar um preço. A Canção Nova verdadeira foi feita para fazer o papel de João Batista, portanto não tenhas medo. Mesmo que tudo se perca ela a Canção Nova terá cumprido sua missão. E como sabemos ela é uma obra de Deus e sendo de Deus Ele cuida. Deus te abençõe e que Nossa Senhora possa vir em teu auxilio. abraço!

  20. È isso mesmo Padre, assim como julgam a Dilma todos devem saber quem é o Serrador com relação ao aborto…

  21. Saulo A Navarro

    Dedico parte do meu tempo aconselhando homens e mulheres através da internet. Ofereço uma palavra de apoio aos que bsucam ajuda para abandonar a prática e desejos pelo mesmo sexo. Deixo material para utilização. Abraços, Saulo.
    HOMOSSEXUALIDADE: UM ENGANO EM MINHA VIDA

    (Hebreus 4:12,13) “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que uma espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dEle; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.” (Hebreus 4:12,13)

    “Quem sabe, o único referencial de pai que você tem, é de um pai ausente, de um pai, muitas vezes, tão áspero, tão rígido, tão duro com você. Quem sabe, um pai que até mesmo te tocou como não devia, te bateu como não devia. Um pai, que não tinha nada para poder te dar, além de amarguras, rancores, que ele mesmo recebeu. Quem sabe, você como eu, teve o privilégio de ter um bom pai, graças a Deus por isso. Mas, nem mesmo o melhor dos pais, nem mesmo o melhor dos homens, por mais que se esforçasse poderia, suprir a carência e o vazio do meu coração, do seu coração, do nosso coração. Como é bom conhecermos o Deus pai, adore-o, adore o pai que você tem, que nunca te deixa só, que nunca te abandona, que nunca te desampara, que nunca vai embora, que nunca te agride, mas toca, e sara as feridas da alma, que está sempre presente, que supre as suas necessidades, um pai que compreende, um pai que te entende, que não te acusa, mas que diz: meu filho, te amo. Quantos podem dizer: o meu pai é assim, é bom, fiel, forte, o meu pai me ama, supre as minhas necessidades, me diz quem realmente sou, eu sou seu filho amado, não tenho falta de nada, porque o meu pai, cuida de mim, Ele sabe tudo que eu preciso, e tudo que você precisa. Quantas vezes o filho cresce, e esquece, mas nós não queremos nos esquecer. Eu amo, meu pai.”

    Agradeço a Ana Paula Valadão por ceder este “Cântico Espontâneo”, parte integrante do CD Diante do Trono nº 5 – Nos Braços do Pai. Ao nosso Deus seja toda Honra, Glória e Louvor.

    Introdução

    Todo ser humano precisa de Deus, até mesmo aquele que se diz ateu, que muitas vezes tenta provar através da ciência como o homem surgiu, proclamando para o mundo que Deus não tem nada a ver com isto. Como é maravilhoso e agradável saber que existe um Deus que fez todas as coisas, que deixou a sua Palavra para podermos hoje viver pela fé.

    Levei tempo para reconhecer que Jesus veio em carne a este mundo, que veio buscar e salvar aquele que se havia perdido e morreu na cruz ressuscitando ao terceiro dia. Acreditava que isto fazia parte da história, dizia que a Bíblia foi feita por homens e por isso continha erros, acreditava no que me era conveniente, vivendo por minhas próprias vontades, desejos e decisões. Em um certo momento na minha vida a Palavra de Deus foi semeada em meu coração e passei a crer totalmente na vontade de Deus para mim, e não foi por força ou insistência humana, mas sim, pela ação do Espírito Santo de Deus que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.

    Cristo tornou-se presente em minha vida através da Palavra de Deus. Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador, o caminho certo que leva a Deus. Pude escolher entre continuar no engano em que vivia ou acertar minha vida através das verdades que se encontram na sua Palavra que nos torna livre, modela nosso caráter e nos coloca em um caminho reto.

    Irei compartilhar com você como eu vivia, mas também irei compartilhar do mais importante, de quem realmente sou e as conquistas que tenho alcançado, da certeza de onde vim e para onde irei.

    Não conheço você, mas Deus conhece e sabe exatamente o que está em seu coração neste momento, as dores físicas e emocionais que já passou ou tem passado, o desprezo que já recebeu, as dificuldades do seu dia, as alegrias, desejos e vontades, enfim, não há nada encoberto diante Dele, nem mesmo aquele segredo que só você sabe, que está escondido em seu coração, encoberto diante das pessoas.

    Infância

    Nasci em Contagem, Estado de Minas Gerais. Durante minha infância recebi grande atenção, amor e carinho das mulheres da família. Minhas tias adoravam passar o dia comigo e eu as observava e recebia tudo o que me davam de atenção e carinho. Recordo de uma cena onde uma tia estava se arrumando na frente do espelho, penteando os cabelos e cantando para mim uma música que tinha uma letra assim: “embaixo dos caracóis, dos seus cabelos…”. Eu ficava ali, só observando o jeito dela e de como se arrumava na frente do espelho. Consigo lembrar até mesmo de um chinelo branco que ela tinha, este chinelo continha uma tira feita com pedrinhas de vidro, eu gostava dele por causa destas pedrinhas de vidro, achava bonito.

    Aos quatro anos de idade fiquei doente e fui internado em um hospital por vários dias, Hospital Santa Rita. Lembro-me de ser muito apegado à minha mãe. Meus olhos não saiam de perto dela. Não queria ficar no hospital, a não ser que minha mãe ficasse sempre comigo. Levaram-me para um quarto que continha vários berços onde passei a receber atenção das enfermeiras. Uma das enfermeiras teve um carinho todo especial comigo e me apeguei a ela. Dormi e quando acordei, olhei à minha volta e não vi ninguém que conhecia, e pior, não vi minha mãe. Comecei a chorar e a soluçar, queria minha mãe. As enfermeiras tentavam me fazer parar, e cada vez mais eu chorava. O cansaço aumentou e não agüentei, cai num sono profundo e quando acordei minha mãe já estava de volta. Como foi difícil este momento, tive a sensação de abandono e tristeza profunda, uma sensação esmagadora. A figura materna era mais forte para mim do que a figura paterna. Não tenho na lembrança de ter chorado assim pela presença do meu pai.

    Ao chegar o tempo de ir para a escola, um desespero afligiu minha alma. Simplesmente chorava até que a professora ligasse para minha mãe ir me buscar. E isto se repetiu por várias vezes, eu não queria ficar ali com aquelas crianças num lugar que não era meu. Não ficava à vontade de estar ali, de pedir para a professora que eu precisava ir ao banheiro, tinha vergonha de tudo, trazia comigo um temperamento tímido, dócil e amoroso. Este temperamento somado ao comportamento introvertido levou-me a ouvir muitas palavras destrutivas vindas dos outros alunos. Ouvia por diversas vezes os meninos me chamarem de chorão, de menininha. Estas palavras feriam demais meu coração, e me afastavam deles. Procurei não demonstrar que estava sendo ferido. Como gostaria de ser aceito por eles.

    Uma vez, estava de mãos dadas com meus pais, fomos até um posto de gasolina perto de casa. No caminho encontramos uma mulher que os conhecia, ela olhou para mim e disse: “que menina mais linda!”. Meus pais disseram: “Não é menina, é menino”. Como fiquei triste de ser comparado com uma menina mais uma vez. Eu recebia cobranças da família e amigos só por que não gostava de futebol e corrida de fórmula 1. Gostava de estar com as meninas, identifiquei-me com elas, eram calmas e falavam comigo, nos entendíamos muito bem. Ao contrário dos meninos, eu os via correndo atrás de uma bola, sem camisa, suados, gritando um com o outro e achava tudo isto uma perda de tempo. Sentia certa exclusão por não gostar do que eles gostavam. Como poderia sentir vontade de estar com eles se estavam sempre me jogando para longe do seu grupo com brincadeiras e comentários que me feriam? Na escola tinha aula de educação física e sempre tinha que parar por causa da falta de ar. Fazer educação física era passar por vários constrangimentos, como ficar com dificuldades para respirar e receber as palavras dos meus colegas, de que eu era de vidro, não conseguia nem jogar bola que ficava doente. Para proteger-me das provocações dos meus colegas eu fazia com que a falta de ar ficasse sempre pior e assim, eles veriam que realmente era difícil para mim. Gostaria de ser como eles, “hominhos”, tinham gosto de jogar bola e fazer esporte. Não conseguia fazer parte do clube, pois até mesmo as conversas sobre meninas não me agradava. Falavam de como iriam fazer com uma menina, como eles estavam conhecendo seus corpos. Como se gabavam de contar estas histórias. Estas conversas serviam para me constranger, achava que sexo era pura maldade. Cresci achando o sexo algo muito vulgar. Não havia ligação do sexo com amor, era sempre ligado à maldade, para mim era algo pecaminoso e errado e que só era feito às escondidas.

    Certa vez meus primos me levaram para brincar em um parque que estava na cidade. Minha mãe e tias me vestiram e cuidaram de mim. Ao olhar no espelho não gostei do que vi. Não gostei da minha roupa. Meu cabelo me fazia parecer uma menina. Saímos de casa em direção ao parque. Até então tudo estava indo bem. Em um certo momento, fiquei longe dos meus primos, e me vi frente a um grupo de meninos que ficaram a minha volta e começaram a zombar da minha roupa e cabelo. As palavras eram duras, fui chamado de “veadinho”, menininha, “bichinha”. Como aqueles garotos podiam fazer aquilo? Vieram do nada e me atacaram com palavras que feriram profundamente minha alma. Novamente ali estava eu, fora do grupo, excluído do clube dos meninos, queria ser aceito por eles, só isto. Um dos meus primos viu a cena e foi enfrentar os meninos. Neste momento me senti protegido e seguro. Assim que consegui fugir do meio deles fui para casa, sozinho, carregando comigo todo aquele emaranhado de sentimentos ruins, nem avisei meus primos. Ao chegar em casa, recebi uma bronca por ter vindo embora sozinho. Meus primos ficaram zangados comigo. Não entenderam o porquê do meu comportamento. Guardei comigo o que houve naquele parque e sofri sozinho. Passei a conviver com estes sentimentos dentro de mim, uma mistura de mágoa, tristeza e solidão. Na verdade eu estava entrando em uma prisão dentro de mim mesmo. Novamente senti a exclusão, o desprezo e a dificuldade de fazer parte do clube dos meninos. O que havia de tão mal nestes garotos que não faziam nenhum esforço para me aceitar no meio deles? Várias vezes os meninos do bairro perto de casa se reuniam para fazer brincadeiras sexuais entre si, neste momento eu me sentia aceito por eles. Neste momento eles deixavam que eu participasse das brincadeiras, por um bom tempo aprendi a fazer as “sacanagens” que um fazia com o outro e a desejar aquilo. Enfim fui aceito.

    Minha mãe começou a trabalhar fora de casa, saía cedo e só voltava à noite. Uma empregada passou a fazer parte da rotina da casa durante todo o dia. Durante parte do dia eu ia para a escola, que era um local onde eu sofria muitos ataques dos meninos. Por um tempo ir para a escola seria passar por um desgaste emocional sem tamanho. No início da noite eu ficava sentado na frente do portão de casa esperando minha mãe chegar. Quando ela chegava uma felicidade surgia em meu coração. Toda vez que eu ia para casa de algum primo para dormir fora, eu chorava até que me trouxessem de volta. Podia passar o dia com eles, mas na hora de ir dormir eu queria ir para casa. Interessante que eu não buscava por meu pai, eu me via preso a minha mãe, era uma dependência total da companhia dela. Eu gostaria que me pai demonstrasse mais amor por mim, de forma que eu sentisse este amor e desejasse a presença dele.

    Uma vez, estava na sala de casa no colo dele. Brincava com o cabelo do seu peito e na TV passava uma novela chamada Pai Herói. Na abertura desta novela tocava uma música muito bonita falando do relacionamento entre pai e filho. Enquanto a música tocava, uma cena me chamou atenção. Um quebra cabeças era montado, e aos poucos surgia um caminho entre árvores e um menino caminhando junto à figura do que seria seu pai. Detalhe, a figura do pai não foi preenchida, estava em branco. Uma criança passeando de mãos dadas com o pai, seu pai herói, por outro lado o pai não estava lá, ele estava presente, mas ausente. O que deve ser mais cruel para a formação de uma criança, um pai presente ausente ou um pai que mora longe? Era assim que me sentia em relação ao meu pai, um vazio, uma necessidade de aceitação e afirmação por parte dele, de receber carinho e ser amado. Mas, por mais perto que ele estivesse fisicamente de mim, sentia um abismo enorme entre nós. Eu queria um pai herói, que estivesse junto de mim, mas ele não era assim. Hoje sei que ele não poderia me dar o que não tinha aprendido e nem recebido dos pais dele.

    Em um certo dia, uma de minhas tias e seus filhos estavam conosco em casa. Ela tinha uma menina e um menino da minha idade. Estávamos brincando no quintal e esta tia teve a idéia de me vestir com roupas de menina, colocou um lenço em meu cabelo, uma saia e uma blusinha de menina, até passou batom e maquiagem no meu rosto. No início achei legal, gostei de estar vestido de menina, mas logo vi as pessoas que passavam na rua olharem para aquela situação e rirem de mim. Corri para trás de um monte de pedras e me escondi. As pessoas riam e faziam piadas ao me verem vestido de menina. Acredito que esta tia me vestiu de menina porque percebeu que eu gostava do que as meninas gostavam e que eu tinha um certo “jeitinho efeminado”. Teve uma vez que meu irmão falou que eu era “veado”, eu até achei engraçado porque pensei que ele estava me comparando com um animal. Tempos depois descobri que na verdade ele estava me chamando de “bicha” e que eu não gostava de namorar meninas. Neste momento senti meu coração, minha alma ser ferida profundamente.

    As brincadeiras de menina me chamavam atenção, tanto que eu brincava de boneca e de casinha com elas. As bonecas Barbie e Susi eram as minhas preferidas. E como eu gostava de usar saia. Quando as meninas me chamavam para brincar de desfilar eu era o primeiro a me fantasiar de menina e sair desfilando. A conversa das meninas me agradava mais do que a conversa dos meninos, elas sabiam me receber e me aceitavam sem críticas e restrições. As meninas não zombavam de mim. As pessoas a minha volta percebiam este comportamento em mim, cada uma reagia de uma forma. Uns eram mais vorazes em seus comentários, me chamavam de “bichinha”, “veadinho”, menininha, outros não diziam nada, outros ficavam falando entre si. Toda família reconhecia que eu tinha um “jeitinho esquisito”, mas não tocavam no assunto.

    Aos nove anos de idade comecei a pensar em namorar e nutria um carinho por uma menina. Quando comentei com meus colegas, eles riam e diziam que eu não ia conseguir porque não gostava de meninas e era “efeminado”. Simplesmente me rotularam por verem em mim um comportamento mais tímido e introvertido. Com toda minha insegurança e timidez fui até o encontro desta menina que eu gostava. Quando cheguei perto dela fiquei mudo, com muita vergonha da situação não fiz nada. Criei uma expectativa não só em mim, mas nas pessoas que me levaram até ela. Ficavam me cobrando para que fizesse um movimento na direção dela. A vergonha tomou conta de mim e só consegui trocar algumas frases com ela. Percebi que seria complicado demais me relacionar com ela ou com qualquer menina que fosse por causa da vergonha e timidez. Passei a conviver com um sentimento de frustração e impotência. Fiquei convencido de que não conseguiria namorar uma garota. Conseguia sonhar com uma menina, imaginar namorando e passeando, mas quando o sonho ia se tornando real e vendo que não daria conta da situação, parava tudo. Ao contrário de mim meus colegas se davam muito bem com as meninas, tinham uma certeza do que eram e poderiam fazer com elas que eu não entendia. Tinham o domínio da situação, não tinham vergonha nem timidez. Estavam se dando bem em suas paqueras, namoros e intimidades. Tudo isto era muito difícil para mim. Eu os inveja por saberem se comportar como meninos e fazer o que faziam sem dificuldade nenhuma. Esta inveja me fazia desejar as características deles. Lembro que eu tinha inveja dos meus primos, eles eram tão masculinos e definidos em sua sexualidade, eles falavam das meninas com uma desenvoltura que eu não conseguia. Eu queria ser como eles, por isto os invejava. E esta inveja prosseguiu comigo até a idade adulta.

    Adolescência

    Devido às dificuldades financeiras de minha família, meu pai foi para o sul, cidade de Curitiba no Paraná. Conseguiu um trabalho em Pontal do Paraná. Sem ele conosco, nos mudamos para o apartamento de minha avó. Que época difícil para todos nós. Morar numa casa que não era nossa, conviver com pessoas que tinham seus compromissos, suas manias. Senti falta do meu pai. Escrevi diversas cartas para ele falando da saudade que sentia e de que gostaria de tê-lo por perto. Ele era um homem calado, de poucas palavras. Não demonstrava carinho físico nem verbal pelos filhos. Gostaria que meu pai fosse como os pais dos meus primos, que os abraçavam, davam atenção e eram próximo deles. Raramente eu via meus pais demonstrando carinho um pelo outro. Sabia que se gostavam mesmo não vendo na prática o amor que tinham entre si. Nem imaginava que eles faziam amor, acreditei na mentira que uma cegonha trazia os bebês e que o beijo poderia engravidar uma mulher. Não me recordo de meu pai falando que me amava ou que gostava de mim, nem mesmo de receber um abraço bem forte dele.

    Aos 14 anos de idade recebi a notícia que teríamos que ir morar em Curitiba. Lá estávamos eu, minha mãe e irmã, dentro de um carro indo para a rodoviária de Belo Horizonte. Ainda dentro do carro, olhei para trás e vi minhas tias e avó sendo deixadas para trás. Ao chegar na cidade de Curitiba senti as dificuldades que estavam por começar, não só para minha família, mas principalmente para minha vida. Ficamos hospedados na casa de parentes. Havia uma pessoa conhecida que estava descobrindo sua sexualidade vendo fotos em revistas pornográficas. Uma vez ela pediu-me que devolvesse uma destas revistas para uma amiga, e no caminho abri e fiquei vendo as fotos. Fiquei surpreso ao ver o que aquelas mulheres faziam, era a tal da maldade que sempre ouvi dos meus colegas. Toda vez que ouvia meus colegas, tios, primos falarem de sexo, era de uma forma totalmente maliciosa e sem respeito nenhum com a figura da mulher. Pensei que só as mulheres vulgares e impuras é que faziam sexo. Fiquei com a imagem daquelas fotos na minha mente e ao ver o corpo nu dos homens naquela revista lembrei-me das brincadeiras que fazia com meus primos e colegas do bairro. Associei as brincadeiras sexuais que aprendi com eles aos homens das fotos pornográficas. Percebi que desejava o corpo daqueles homens. Senti desejo sexual por aqueles homens, desejo pelo mesmo sexo. Não conseguia me imaginar fazendo aquilo com uma mulher, mas ao mesmo tempo desejei o corpo nu dos homens. Desejei a masculinidade deles, as características físicas que os faziam homens.

    Começou o ano letivo e fui matriculado em uma escola. Novamente, ao conviver com outros adolescentes, percebi minha dificuldade de relacionamento. Logo as palavras que feriam minha masculinidade começaram a ser ditas pelos meus novos colegas. Minha timidez aumentava a dificuldade de relacionamento com as pessoas. Neste tempo queria namorar mesmo sabendo da minha dificuldade de relacionamento com as meninas, principalmente quando imaginava que elas faziam sexo daquela forma que vi nas revistas pornográficas. Sexo para mim não estava relacionado com amor e sim com maldade e sacanagem. Meus amigos já falavam de seus envolvimentos, suas intimidades com as garotas, suas experiências sexuais e eu nada.

    Minha adolescência foi marcada por um ponto de interrogação. Não me sentia à vontade com os garotos. Com as garotas só havia amizade e carinho por elas. Sentia uma inadequação de ser garoto, não me sentia nada a vontade de estar com eles. Na verdade eu não sabia a que gênero eu pertencia, não sabia para onde correr. Até tentei alguns namoros com garotas, mas todos me traziam grande aflição, eu não sabia lidar com a situação. Por várias vezes eu demonstrava interesse por uma garota e quando ela fazia um movimento em minha direção um pânico tomava conta de mim. Sim, esta é a palavra que descreve o que sentia: pânico. Era como se eu estivesse mentindo para eu mesmo, como se estivesse enganando aquela menina, pois eu não poderia dar conta dela. Na adolescência eu me sentia fora de qualquer grupo, nesta fase eu sentia solidão e vazio por não saber em que grupo eu me enquadrava.

    Nesta fase morávamos em um apartamento, meus pais e meus irmãos, eu tinha uma irmã e dois irmãos, um mais velho e os outros mais novos do que eu. Em casa a nossa comunicação era quase nula, era cada um com sua vida, o máximo que eu compartilhava com eles era assuntos muito superficiais. Realmente não tínhamos muito o que falar, mesmo tendo dentro de mim uma bomba relógio prestes a explodir a qualquer momento. Eu vivia uma adolescência solitária, triste, onde todas as situações que passei que feriram minha masculinidade criaram raízes em minha alma. Mas eu jamais havia falado com ninguém sobre isto, eu carreguei estas feridas desde a infância. Enquanto eu crescia as raízes geradas pelas palavras que feriram minha masculinidade ficavam cada vez mais fortes dentro de mim.

    Era uma prisão dentro de mim mesmo. Eu não gostava do que via em mim, isto chegou num ponto em que rabisquei o meu rosto em todas as fotos da família. Eu via nas fotos um menino fraco, mais parecido com uma menina, como odiei me ver assim. Nestas fotos eu via um garoto tímido e introvertido, que não conseguia se sentir bem com os garotos e nem com as garotas de quem gostava. Ninguém imaginava a confusão que havia no meu ser. Em casa nós não falávamos sobre nosso dia, nossa vida. Não havia um ambiente que favorecesse o diálogo. Como eu gostaria que meu pai tivesse um canal de diálogo aberto para comigo. Quantas vezes eu desejei conseguir abrir este caminho de comunicação, mas era algo difícil demais para mim. Nem mesmo eu sabia o que fazer com tudo que se criou em minha alma. Eu precisava me identificar com algum grupo, fazer parte de algum grupo em que sentisse à vontade e aceito.

    Quando ouvia algumas pessoas falando de casamento eu nem imaginava a hipótese de passar por isto, era lago muito distante para mim. Algumas vezes uma ou outra pessoa fazia um comentário em minha direção referente a namoro e casamento. Não tinha sentido ouvir isto, como eu poderia me ver namorando, noivando e casando se nem mesmo sabia o que eu era? Estas pessoas não tinham noção da confusão que se passava dentro de mim. Resumo minha adolescência num enorme ponto de interrogação.

    Juventude

    Conheci um grupo de pessoas da minha idade que se tornaram meus amigos. Este grupo foi um amparo que tive e onde eu me relacionava melhor do que em casa. Saíamos para passear, dançar nos divertir. Sempre me cobravam para ter uma namorada e como sempre tinha um casalzinho no grupo eu nutria uma vontade de namorar também, não sabia como mas queria namorar. Tentei várias vezes e sempre ficava sem jeito. Uma vez arrumei uma namoradinha, com muita dificuldade começamos a nos conhecer. Ela terminou comigo, achou um cara mais posicionado em sua masculinidade do que eu e terminou o namoro comigo. Foi complicado lidar com esta rejeição.

    Aos 18 anos, enfim arrumei uma namorada, gostei dela, da feminilidade dela. Era algo novo estar com ela, de certa forma eu não sabia como namorar e nem me comportar. Em pouco tempo de namoro ela começou a ter atitudes que me assustaram, teve iniciativas que fizeram com que temesse estar com ela. Ela já havia tido suas experiências sexuais e eu não. Certa noite, em uma danceteria, ela pediu-me que a tocasse de modo mais íntimo e recusei por estar no meio de pessoas. Ela insistiu, fiquei constrangido. Como eu não tomava nenhuma iniciativa ela disse ao meu ouvido: “às vezes acho que você não é homem”. Naquele momento, veio em minha mente todas as palavras de maldição que feriram minha masculinidade. As palavras da minha namorada me feriram profundamente. Minha atitude naquele momento foi deixá-la naquele lugar. Sai dali e não a vi por um bom tempo. O que havia se quebrado na infância e adolescência veio a se quebrar ainda mais. Decidi não ter relacionamento com mulheres, com ninguém, assim estaria seguro. Decidi ficar sozinho com minhas raízes de feridas na alma.

    O que mais me deixou paralisado neste acontecimento foi em sentir que minha namorada havia percebido que eu não era homem, que eu poderia ser veado e bicha. Que pavor, medo e angústia. Eu tentando me ajustar num espaço em que me sentia inadequado e de repente minha namorada me diz que eu não sou homem! Então tudo o que eu ouvi na infância e adolescência era verdade! Eu não poderia namorar garotas e nem me relacionar com elas porque eu era efeminado. Que confusão em minha mente. E agora o que faço com tudo isto? Onde me enquadro?

    Neste mesmo ano, meus pais viajaram e fiquei sozinho cuidando da casa. Alguém tocou a campainha. Ao abrir a porta qual minha surpresa ao ver aquela garota da danceteria, minha ex-namorada ali, na porta de casa. Deixei-a entrar e ficamos vendo TV e conversando. Aconteceu um beijo e logo ela tirava sua roupa e me levava para o quarto. Fiquei em pânico, meu corpo inteiro travou. Mas ela insistiu em manter relações não respeitando meu pânico. Ela viu e sentiu que eu brochei mesmo. E não foi porque eu não senti aração sexual por ela e sim pelo desespero de não saber agir naquela situação. Desesperadamente fugi dali. Tranquei-me no banheiro e fiquei lá sentindo um monte de “coisas”. Ela foi atrás e bateu na porta perguntando se eu estava bem. Abri a porta e fingi estar passando mal e ela fingiu que acreditava.

    Após um tempo levei-a para casa e achei que tudo estaria resolvido, não a veria mais. Mal sabia eu que havia sido abusado sexualmente, e isto eu fui descobrir aos 36 anos. Carreguei dentro de mim um emaranhado de sentimentos sem saber que a origem era o abuso sexual. A ferida deste abuso sexual já estava instalada em minha alma. Simplesmente fingi que aquele constrangimento não aconteceu, não dei atenção aos sentimentos que passei ali. Não fazia idéia do abuso sexual que havia passado, do que isto causaria em minha vida a partir de então. Descartei toda hipótese de me relacionar com mulheres, iria ficar só pelo resto de minha vida. Senti frustração, insegurança, medo. Senti minha masculinidade ser destruída. Todas as palavras de maldição que recebi até então se materializaram na minha mente. Era como se aquela garota houvesse descoberto o meu segredo, o meu medo, que eu poderia ter problemas, que talvez não fosse homem, assim como ela havia dito para mim naquela danceteria. Após este acontecido, o rumo da minha vida começou a mudar, eu não fazia idéia do deserto e do engano que viria a passar.

    Entrando na homossexualidade

    Neste mesmo ano consegui um trabalho em uma empresa. Nesta empresa conheci um rapaz que era assumidamente homossexual e às vezes se comportava como homem e às vezes como mulher. Ele não escondia de ninguém que gostava de homens e algo a mais conquistou minha confiança, fui aceito, não houve rejeição e exclusão, me vi aceito no meio ao qual ele estava inserido. Aquele rapaz que se dizia homossexual me aceitou no clube. Fizemos amizade e logo recebi um convite para participar de um churrasco em sua casa.

    Ele viu que eu tinha uma tendência para a homossexualidade. Na verdade ele estaria me ajudando a “sair do armário”. Mesmo com muito medo do que poderia ver ali decidi participar do churrasco. Chegando lá, presenciei uma cena que mudou realmente o rumo da minha vida. Ali havia homens namorando homens e mulheres namorando mulheres. Fiquei assustado e ao mesmo tempo aliviado por saber que aquilo era real, que existiam pessoas que gostavam de se relacionar com o mesmo sexo de forma aberta e sem receio do que os outros iriam falar delas.

    Conheci uma garota que estava na mesma situação, foi ali para ver o que acontecia na vida daquelas pessoas tão diferentes em sua forma de amar. Fiz amizade com ela e ficamos juntos conversando sobre essa nossa descoberta. Ela nunca havia se relacionado com o mesmo sexo, estava noiva de um homem até pouco tempo, mas decidiu terminar o noivado porque acreditava estar amando uma mulher. Assim como eu, ela havia descoberto pessoas que se rotulavam de homossexuais e que de imediato nos aceitaram sem nenhum desprezo. Depois desta descoberta eu queria encontrar um rapaz para viver um grande amor, e seria firmado na fidelidade mútua, eu queria amar e ser amado. Neste momento eu estava buscando amor e não sexo. O sexo foi conseqüência do relacionamento homossexual que vivi.

    Depois deste encontro, minha vida mudou. Meus caminhos se voltaram para a homossexualidade. Passei a ter amigos e amigas homossexuais e a participar de um grupo que me aceitava. Porque sofrer tanto com as palavras de maldição que recebia dos outros durante minha vida inteira se poderia fazer parte daquele meio homossexual, onde ninguém zoava de ninguém por gostar do mesmo sexo. Doce ilusão, doce engano, mal sabia que o pior estava por vir. Havia muita festa, muita risada, muita maquiagem, mas quando a cortina se fechava, o vazio e a insatisfação daquela vida apareciam por trás dos bastidores. Ah se eu soubesse o caminho pedregoso que iria ter que atravessar. Comecei a freqüentar bares e boates para homossexuais. Fiz novos amigos e identifiquei-me com a história de cada um. Todos passaram por situações parecidas com a minha.

    Com o passar dos anos eu entrava cada vez mais na prática da homossexualidade. Passei a acreditar que havia nascido homossexual quando direcionei meus sentimentos, desejos e vontades para a prática homossexual, aceitei então que não haveria mudança, sempre seria homossexual. Fiquei 12 anos nesta prática, sem contar os anos decorridos da infância até a adolescência, onde pensava que era diferente, que algo estava errado comigo. Pensei que havia descoberto a verdade, onde tudo que havia escutado de maldição se resolvia naquele mundo homossexual que descobri. O último relacionamento durou cinco anos. Não é necessário descrever aqui tudo o que fiz enquanto na homossexualidade, mas posso dizer que realmente acreditava que havia nascido assim. Não existia nenhuma possibilidade de mudança. Nestes 12 anos que passei na prática da homossexualidade, foram poucos os momentos em que me senti seguro. Pelo contrário, vivia na insegurança e na busca de amor e aceitação, que jamais encontraria nos rapazes com quem estive, eles não poderiam preencher o vazio do meu coração, homem nenhum poderia.

    A verdade que achei ter encontrado na homossexualidade começou a causar dor. Esta dor era emocional e fazia minha alma tremer de tanta angústia, aquilo que um dia encontrei num churrasco estava me matando, então pensei: “que liberdade é esta que me faz tremer de tanta dor? Cansei de viver em busca do príncipe encantado, que depois de um tempo virava sapo e o encanto acabava.

    A volta para casa

    De repente, tudo começou a mudar e seguir um novo caminho em minha vida. Aquele brilho da descoberta do meio homossexual começou a passar. Aquele vislumbre de poder “sair do armário” que me acometeu no início começou a perder sua força. Após anos de prática homossexual entendi que nada preenchia o vazio e a insatisfação daquela vida. Minha vida na homossexualidade girava em torno de bares, boates, paquera, insegurança, parecia que meu coração havia virado carne moída. Mesmo buscando um relacionamento com base na fidelidade ninguém me levava a sério por muito tempo. A novidade de estar com alguém logo passava. Meus amigos viviam trocando de parceiros. Quanto engano. Na realidade eu buscava em outro homem aquilo que faltava em mim, precisava suprir uma carência que havia em minha alma que homem nenhum iria preencher, pois nem mesmo eles estavam satisfeitos consigo mesmo. Toda vez que conhecia um “casal” gay eu ficava imaginando se eram felizes verdadeiramente, e não dava outra, logo vinha a notícia de que o relacionamento havia acabado. O que parecia ser verdadeiro não durava muito tempo, e se durava era porque havia muita permissividade no relacionamento, o que fazia parecer que estavam juntos há muitos anos. Cansei de ver meus amigos passarem de mão em mão, trocando de parceiros como se troca de roupa.

    Só depois de passar por um processo de resignificação de vida que entendi as histórias de vida abaixo:

    Uma de minhas amigas contou sua história de como entrou na vida lésbica. Ela jamais havia imaginado estar num relacionamento lésbico. Ela apanhava do primeiro marido, e no segundo casamento também apanhou do marido que era muito possessivo. Daí conheceu nosso grupinho de amigos homossexuais e começou a freqüentar os bares e boates e logo recebeu um convite de uma mulher, a partir deste momento ela se entregou ao carinho e consolo desta mulher e iniciou uma longa caminhada de novas parceiras sexuais. A carência desta amiga fez com que aceitasse o consolo nos braços de outra mulher. Um rapaz do nosso grupo falou do relacionamento dele com o pai e dos abusos que sofria de um tio, depois de vários encontros na vida homossexual ele passou a ser Drag Queen. Um dos rapazes que tive um relacionamento veio de uma família onde o pai era totalmente ausente, a mãe para compensar a ausência do marido sufocou este filho que não tinha o pai como referência de homem e de masculinidade sadia. Cada um tinha um histórico que os remetia a uma tendência homossexual, mas era mais fácil viver como homossexual do que buscar mudança de comportamento.

    Pensei na hipótese de abandonar a prática homossexual. Como sair se estava preso naquela vida? Afinal de contas eu não pedi para ter desejos pelo mesmo sexo. Quando percebi a atração pelo mesmo sexo já estava em mim, tomando conta da minha vida e dos meus desejos. Eu jamais iria optar em sofrer numa vida na homossexualidade. Enfim foram 12 anos na prática de um erro que fazia parte da minha vida. A vida na homossexualidade até então era o que eu sabia fazer e até então era verdade para mim. Certo dia, liguei para meu irmão menor e pedi que me ajudasse, precisava levar o que era meu para casa de minha mãe.

    Saí da casa daquele rapaz, com quem vivi por quase cinco anos, não suportei tanta incerteza, tanta mentira, infidelidade e insatisfação. Meu irmão veio até a casa onde eu morava e lá estava eu com três sacos de lixo com tudo o que me pertencia dentro deles. Retornei para casa de minha mãe carregando comigo três sacos de lixo, financeiramente falido e numa tremenda dependência emocional, deixando para trás um “amigo” e tudo que até então achava que era verdade em minha vida.

    A dependência emocional que nutria pelo meu “amigo” estava me matando a cada dia. Olhei para minha vida e percebi que havia construído minha história numa areia movediça. Tudo afundou nesta areia, assim como os amigos, as festas, os relacionamentos, os amores, as paixões. Cai numa depressão profunda. Surgiram questionamentos em minha mente do tipo: quem sou eu? O que fiz até agora? Acreditei ter nascido homossexual e agora percebo que esta prática está me matando. Precisava mudar, mas como? Não pedi para ter desejos pelo mesmo sexo. Não acordei de manhã e disse que seria homossexual. Deixar a prática homossexual era uma hipótese que estava longe demais para alcançar, ainda mais com desejos e sentimentos por pessoas do mesmo sexo.

    Conseguia manter meu trabalho mesmo com a depressão. Programei em minha mente uma situação para que pudesse sobrevier à depressão e a dependência emocional que sentia pela vida na homossexualidade e por todos que lá ficaram. Era como se acionasse um botão imaginário em minha mente onde programava meu corpo para sair em direção ao trabalho, depois o desligava ao chegar em casa. Funcionou mesmo com angústia e tristeza tomando conta da minha alma. Minhas forças estavam se esgotando. Olhava para trás e não gostava do que via, o presente estava me torturando, olhava para frente e não visualizava nada. Dentro desta dor emocional ao qual estava enfiado, de tanto pranto, surgiu uma ajuda, uma mão que estava estendida para mim, pronta para me segurar até que recuperasse minhas forças e pudesse caminhar novamente. De repente recebi uma palavra de conforto e surgiu uma esperança. Uma porta de esperança onde não havia nada.

    Encontro com Deus

    Minha mãe, vendo toda minha angústia, fez-me um convite. Indicou que fizesse uma visita em uma igrejinha onde lá haveria uma missionária falando da Palavra de Deus. Não tinha nada a perder e aceitei o convite. A igreja era pequena, no Bairro Boa Vista. Lá estava eu sentado no meio dos ouvintes. A pastora anunciou a missionária que iria pregar naquela noite. Quando a missionária começou a falar do amor de Deus, meus olhos se encheram de lágrimas. Até então nunca havia ouvido alguém falar do grande amor de Deus pela minha vida, de um Deus que entregou seu Filho por amor de mim. Comi aquelas palavras, bebi de uma água (a Palavra de Deus) que poderia matar a minha sede. Ouvi que Deus me amava e poderia mudar a história da minha vida, que iria dar um novo significado para minha história e bastava eu crer no Filho de Deus, em Jesus. Comecei a buscar por este amor, por este Deus que ela falou tão bem. Um Deus que me prometia fidelidade, salvação e vida eterna através de Jesus. Jesus passou a ser parte da minha caminhada e através dEle encontrei resignificação da minha história.

    Ao retornar para casa olhei para mim e permiti Deus mudar minha história. Surgiu uma esperança onde até então não havia nada. Tentava imaginar como aquele Deus mudaria minha vida. Em poucos dias, um gerente que trabalhava no mesmo setor que eu, vendo que minha angústia estava me consumindo, fez-me um convite. Amavelmente convidou-me para visitar a casa dele e participar de uma reunião. Aceitei de imediato sem saber o que realmente aconteceria nesta reunião. Ao chegar lá, fui recebido por pessoas de uma igreja que me amaram muito, um amor sem cobranças e julgamentos, apenas me amaram. Estudamos a palavra de Deus e comecei a aprender mais sobre aquele Deus que a missionária falou que iria mudar minha história, que iria dar um novo sentido para minha vida. No meio da dor, angústia e desespero pude sentir o amor de Deus me envolver. A graça de Deus é maravilhosa, ela alcança o mais profundo abismo. Não há lugar onde a graça de Deus não chegue para te tocar. Entendi que não estava sozinho neste momento tão difícil.

    Em um destes encontros comentei da vida que levei na homossexualidade. Fui apresentado para um casal que ali estava. Um casal disposto a caminhar comigo. Toda semana eu estaria com eles para receber ajuda e orientação através das verdades que estão na Bíblia. Desesperadamente aceitei o desafio. Passei a fazer parte da rotina daquela família e a freqüentar uma igreja, pois precisava criar um novo círculo de amizades. Ficou combinado que toda segunda-feira eu estaria junto com o rapaz para estudar a Bíblia e fazer um discipulado. No primeiro encontro eu “vomitei” tudo o que estava preso em meu coração. Contei toda minha história e a dor emocional que ainda sentia. Ele ouviu pacientemente e falou que eu não era homossexual, disse que eu estava homossexual. Estas palavras entraram em meu coração e neste momento pensei que ele estava totalmente enganado, que não sabia o que estava falando. Eu sabia de tudo o que havia feito, da vida que levei na prática homossexual, dos desejos e vontades que tinha pelo mesmo sexo. E ele vem me dizer que eu não era homossexual. Imagina, tinha acabado de sair de um relacionamento homossexual de cinco anos e vem alguém me dizer que eu não era homossexual. Resolvi dar uma chance e continuei o discipulado. Começamos a sair e conversar não só sobre Bíblia, mas sobre relacionamento homem e mulher. Várias vezes íamos andar a cavalo em uma cidade próxima de Curitiba, chamada Campo Largo, comprei meu próprio cavalo. Foi muito terapêutico, pois lá eu ficava envolvido com outras atividades e esquecia da dependência emocional e da dor que sentia em meu coração.

    A luz da Palavra de Deus trouxe a verdade, caindo toda mentira e engano. O vazio que havia em meu coração foi preenchido pelo amor de Deus. Conforme ia aprendendo a viver com Jesus, as mentiras iam sendo descobertas. Posicionei-me com todas as armas oferecidas na sua Palavra para resistir às imposições do mundo. Eu e o rapaz que vivia comigo, tínhamos uma Bíblia aberta na cabeceira da cama de casal, aberta em algum Salmo que não falava do erro em que vivíamos. Só líamos o que nos era conveniente, era mais fácil. É mais fácil dizer que a Bíblia precisa ser revista do que buscar mudança de vida.

    Durante madrugadas estudei a Bíblia, procurei nela por algo que favorecesse a homossexualidade e não encontrei. Neste período clamava em oração por ajuda, chegava em casa na sexta-feira após o trabalho e só saía na segunda-feira para trabalhar. Lembrava-me das festas, do falso brilho, muita risada, gente bonita em suas roupas de marca, barriga cheia de comida e um espírito vazio, mas ao raiar do dia o falso brilho começava a se apagar e aí sim, vinha o vazio daquela vida. Não aceito mais isto em minha vida, hoje a luz que brilha em meu coração vem de Jesus e que a satisfação que tenho em viver vem dEle. Descobri que Deus me amava, mas não ao erro que cometia. Deus não condenaria esta prática em minha vida sem antes oferecer uma saída. A saída está na sua Palavra que é viva e eficaz e no amor de Jesus. Através do Espírito Santo fui convencido do erro em que vivia. Pois só o Espírito Santo pode nos convencer do erro, da justiça e do juízo. Compreendi e aceitei como verdade textos bíblicos que até então eu não aceitava como verdade. Achava que era somente para aquela época. Qual minha surpresa ao ver em minha vida as promessas de Deus serem cumpridas. Aquelas palavras de muito tempo atrás estavam causando efeito em minha vida hoje. A Palavra se mostrou em mim viva e eficaz.

    Pude então perceber que realmente havia uma inversão na minha forma de amar. Analisei toda minha vida e conclui que durante o passar dos anos eu estava sendo “construído” para levar uma vida na homossexualidade. Seria difícil uma criança viver as situações que passei e não entrar na homossexualidade. O que havia sido aprendido poderia ser desaprendido. Na verdade aprendi a ser homossexual, e tudo o que fiz na prática homossexual não alterou minha heterossexualidade. Precisava não só mudar radicalmente, mas manter-me nesta mudança. Então tomei a decisão, fiz uma escolha, mudar a história da minha vida, buscar um sentido real para minha história. Conforme superava minhas dificuldades passava a ajudar outras pessoas. Iniciei um trabalho voluntário em uma casa de apoio onde havia crianças, jovens e idosos na mais drástica situação de abandono. Convivi com pessoas que contavam com ajuda voluntária para sobreviverem, pessoas que não serviam mais para a sociedade, deixadas de lado em conseqüência de suas escolhas erradas tais como uso de drogas, prostituição, tráfico entre outras. Algumas pessoas vinham das ruas, sujas e maltrapilhas, outras de famílias completamente disfuncionais. Olhei para a realidade delas e entendi que em meio a minha dor, poderia doar algo de mim para ajudá-los.

    O tempo que passei nesta casa de apoio ajudou-me a crescer e amadurecer como pessoa. Sabia que poderia continuar com o trabalho voluntário, mas também aceitei que precisava de ajuda para tratar as minhas feridas na alma. Senti que faltava tratar algumas áreas em minha vida que estavam atrapalhando meu crescimento como cristão e como homem. Sentia solidão, passei a pensar em conhecer uma garota e poder fazer este trabalho voluntário junto com ela. Este passo, deixar uma mulher entrar em minha vida, exigiria muito de mim, teria que abrir mão de várias conquistas para alcançar este momento tão importante, pois não queria ficar só. Decidi não viver mais com homens logicamente teria que me relacionar com uma mulher. Só de pensar nas áreas de minha vida que teriam de ser tratadas eu já ficava em pânico. Não se trata da homossexualidade e sim das raízes que sustentavam a homossexualidade na minha vida.

    Algumas pessoas que praticam a homossexualidade são completamente contra alguém oferecer ajuda a uma vida que deseja voluntariamente sair desta prática sexual. Isto é uma in justiça, eu precisei e busquei por esta ajuda e fico feliz por ter conseguido. Toda pessoa que está insatisfeita com sua homossexualidade deve ter a liberdade de buscar apoio. Nada mais justo do que isto, quem deseja estar na homossexualidade que fique, procure ser feliz, mas os que estão insatisfeitos merecem receber o apoio devido. Deve haver respeito para os dois lados. Se eu não tivesse recebido ajuda para deixar a prática homossexual não estaria vivendo esta felicidade e satisfação que tenho hoje fora desta prática. Sou contra quem condena e dificulta a vida dos praticantes da homossexualidade, deve-se com toda certeza ter respeito com todos. Quando decidi sair da homossexualidade, as pessoas que me ajudaram em nenhum momento quiseram mudar minha sexualidade, pois elas sabiam que sempre fui heterossexual, e que tudo que fiz e achei ser na questão homossexual não alterou minha heterossexualidade. Então, quando vejo alguém querendo impedir que se ajudem pessoas que voluntariamente buscam apoio para deixar a prática homossexual, fico perplexo, pois esta pessoa não está sendo justa. Há tempos atrás acompanhei um debate entre praticantes da homossexualidade e políticos sobre a questão de proporcionar ajuda aos que buscam voluntariamente deixar a prática homossexual. Neste debate, um praticante da homossexualidade foi questionado se em algum momento buscou ajuda para deixar esta prática e ele respondeu que sim. Isto quer dizer que ele teve a oportunidade de escolher buscar ajuda, porém não deu certo, e vem agora impedir que outros façam o mesmo?

    Assim como eu, que era convicto da minha homossexualidade, um dia me encontrei muito insatisfeito e busquei ajuda para mudar, concordo que se ofereça apoio aos que buscam mudança de comportamento. Hoje posso viver a heterossexualidade de forma plena, imagina se houvesse algum impedimento?

    Todos os rapazes com quem estive mantinham no seu íntimo a vontade de um dia terem uma vida diferente. Eu podia bater o pé e negar com minhas atitudes e palavras, mas no coração eu desejava mudar, só não sabia como. Deixar anos de prática homossexual exigiu de mim cura das feridas da alma, foi um processo gradativo e levou seis anos. Se tivessem prometido mudança instantânea e isto não ocorresse, eu poderia ir embora por não ver meus desejos e vontades transformados de um instante para outro e pior, poderia desacreditar do maravilhoso evangelho de Cristo. Mesmo no erro fui muito amado pelas pessoas que me evangelizaram. Aprendi que Jesus realmente veio ao mundo para buscar e salvar a todos que estão cativos do erro. Precisava buscar Deus de todo o meu coração, de toda minha alma e entendimento, pois não há transformação se não houver busca. Foi preciso abrir mão das situações que até então dominavam minha vida.

    Muitos “amigos” do meio antigo me ligavam, não para me ajudar, mas para piorar o estado em que me encontrava. Lembro-me de uma ligação que recebi logo que decidi me afastar daquele meio. A pessoa dizia: ”Como está você Saulo, neste carnaval com quantas pessoas você ficou? Respondi: nenhuma. E ela dizia: “não posso acreditar, pois eu fiquei com seis pessoas nestes dias de carnaval!””. Quanto vazio, hoje se puder falar com esta criatura novamente eu diria: “venha conhecer a verdade, a verdade que trás paz e descanso para sua alma, venha para a luz que é viver com Jesus. Somente em Jesus poderá encontrar descanso e conforto para sua alma”. Cansei de buscar consolo, amor e aceitação através da homossexualidade.

    Quando deixei tudo e todos do meio homossexual eu mantive contato somente com uma grande amiga. Ela continuava na vida lésbica e nos víamos de vez em quando. Se eu quisesse continuar em busca de resignificação de vida eu teria de deixá-la ir embora. Pois a influência dela poderia prejudicar minha caminhada. Uma vez aceitei um convite dela para ir num bar para homossexuais e o risco de regredir foi altíssimo, fui a um lugar que já havia freqüentado, e pela primeira vez pude perceber como eu havia vivido. Aquele bar parecia um açougue, onde bastava olhar para o lado e tinha um pedaço de carne para se relacionar comigo. Pude perceber como eu buscava me identificar com alguém, como procurava no outro o que faltou receber do meu pai e da minha mãe. Não poderia alcançar resignificação de vida voltando ao que sempre fiz, praticar a homossexualidade. Quando cheguei em casa, depois de sair deste bar, entrei no meu quarto e fiz uma oração de clamor a Deus, pedindo ajuda. Continuei a caminhada e abracei Jesus com toda minha força. Nenhum erro está fora da graça de Deus, nenhum. O amor de Jesus pode alcançar o mais profundo abismo. Passei a compreender a diferença entre tentação e pecado. Eu possuía o Espírito Santo que Deus me dera não para me impedir de ser tentado, mas para que me capacitasse a resistir e não ser vencido pelas tentações. Precisava de amadurecimento espiritual. Era preciso dedicação constante de minha parte. Neste momento eu precisava de amor e não de julgamentos.

    Durante muito tempo continuei recebendo ligações para sair nos bares e boates. Relutei para não aceitar estes convites. Em meio a dor emocional que afetava até mesmo meu físico eu fiz uma escolha, decidi mudar e buscar crescimento e amadurecimento. De repente Deus providenciou uma mudança na minha vida. Que surpresa mais agradável. O louvor no final deste testemunho diz exatamente sobre esta libertação que recebi. Meus caminhos estavam sendo endireitados. Afastei-me de tudo e de todos do meio antigo, precisava buscar alimento para sobreviver e permanecer firme. Hoje posso enxergar e estar aqui falando do que Deus tem feito em minha vida, para honrar e glorificar este Deus que sirvo, onde pude receber e aceitar a verdade que está em sua Palavra que liberta e dá vida. Descobri que estava alimentado por uma mentira, que acreditara em uma mentira. Quando pude perceber o que realmente eu tinha vivido, confessei que era pecador, aceitando Jesus como meu único Senhor e Salvador. Precisava desaprender o comportamento errado que havia aprendido e a Palavra de Deus começou a fazer sentido. Entendi que conheceria a verdade, e se iria conhecer a verdade o que eu vivia era mentira, falso, ilusão. Esta verdade me libertou do cativeiro ao qual me encontrava. Os rótulos que havia recebido começavam a cair. Hoje sou livre e sirvo a um Deus que muda o caminho errado e incerto de quem Ele quiser, e Ele quer que todos se salvem. Aquele que perder a sua vida por amor a Jesus encontrá-la-á. Lembremo-nos que Ele é o nosso Senhor, devemos nos curvar diante dEle. Ele nos dá o livre arbítrio para escolher entre a vida e a morte.

    Hoje falo da dificuldade que vivi enquanto na homossexualidade. Falo mais da verdade que descobri através da palavra de Deus, verdade que me libertou e me tornou livre de todo engano que envolvia minha vida. Para você que se acha livre, que faz o que quer, cuidado, você está mais preso do que possa imaginar. A minha liberdade enquanto na homossexualidade acabou se tornando minha prisão.

    Algum tempo atrás um travesti famoso deu uma entrevista em um programa de televisão, onde o entrevistador perguntou: “Você já colocou seios, já delimitou seu corpo com formas femininas, deixou o cabelo crescer, mudou seu rosto, seus lábios, pergunto: porque não faz uma cirurgia para tirar seu pênis e colocar uma vagina?”. Resposta: “Porque não quero fazer o que muitos travestis tem feito, passam horas com psicanalistas, horas de mutilação através de uma cirurgia, depois vão para casa se recuperar, e batem a cabeça na parede, porque sabem que foram feitos homens e pensam como homens”. As leis que hoje existem em países liberais, que asseguram o relacionamento homossexual, cirurgias para troca de órgão genital, seguro de vida, poderiam aliviar o preconceito à minha volta, facilitar o meu dia-a-dia, mas não poderiam assegurar e me proteger do vazio que estava dentro de mim. Existe perfeição em Deus. Compreendi que a vida homossexual que eu levava estava fora do plano perfeito de Deus para mim. A vontade de Deus para mim é boa, perfeita e agradável.

    Durante os estudos de 2º grau tive um colega de sala que recebia muitas palavras de maldição vinda dos outros alunos, ele apresentava um jeito efeminado e por isto era rotulado de “veado”, “bicha”. Quando comecei a freqüentar as boates, vi uma mulher que me chamou a atenção, estava vestida de modo muito sensual, fui até ela para conhecê-la, ao me aproximar reconheci seu rosto. Qual minha surpresa ao ver que não era ela e sim ele, aquele rapaz do 2º grau que era efeminado. Havia colocado silicone no seu corpo para ganhar formas femininas.

    Esta porção da sociedade que disse para este rapaz se aceitar assim é a mesma sociedade que o jogou em um caldeirão de água fervendo. Vejo uma grande parte de adolescentes e jovens sendo influenciados pela mídia, pela cultura, a se permitirem. De tanto receber informações de que a sexualidade deve ser vivida da forma em que achar melhor estes jovens acabam entrando em relacionamentos com pessoas do mesmo sexo por simples influência de alguns. Há um cultura do “se é bom para você então faça, permita-se”. E paralelo a isto existem pessoas que insistem em dizer “eu preciso viver isto, preciso passar por isto para ver como é”. Nada mais do que tentar enganar a si mesmo para amenizar os efeitos da situação. Há poder na Palavra de Deus, poder que pôde transformar minha vida desde que aceitei a verdade. Busquei cura para as feridas da alma e transformação no meu viver. Deus oferece água viva para todos que tem sede. Quem tem sede vá até esta água que é a Palavra de Deus e beba e rios de água viva fluirão do seu interior.

    Namoro

    Comentei no decorrer deste texto que desejava conhecer uma garota, não queria viver só, mesmo sabendo que teria que tratar outras áreas da minha vida que até então não havia tratado. Relacionamento com pessoas do mesmo sexo eu não queria mais, então precisava aprender a me relacionar com o sexo oposto. Após 5 anos fora da prática homossexual e de aprendizado da Palavra de Deus participei de um encontro onde homens e mulheres insatisfeitos com uma vida na homossexualidade buscavam ajuda. Lá conheci uma psicóloga que comentou comigo sobre a necessidade de tratar algumas questões que estavam me impedindo de ter mais qualidade de vida, de alcançar meus novos objetivos e obter amadurecimento.

    Trazia comigo cicatrizes que precisavam ser realmente tratadas. Agradeci o conselho desta psicóloga e sabia que iria precisar mexer nestas questões mais cedo ou mais tarde. A tendência homossexual que tive era conseqüência de diversas raízes profundas em minha alma. Esta psicóloga tinha conhecimento do que estava falando. Até hoje não tive a oportunidade de dizer a ela, mas uma frase que ela me disse causou grande impacto em mim. Perguntei se ela estava tendo muitos problemas por mudar a sexualidade de uma pessoa de homossexual para heterossexual. A resposta foi tremenda: “Jamais busquei mudar a sexualidade de ninguém, todos são heterossexuais, apenas auxilio pessoas em diferentes áreas de suas vidas que acabam fazendo com que elas deixem de estar homossexuais”.

    Antes de ir para este encontro havia terminado meu namoro, pois estas questões que a psicóloga comentou afetavam minha saúde emocional. Conheci esta namorada em uma casa de apoio que passei a ajudar. Cheguei lá para oferecer ajuda voluntária e a conheci ao participar como ouvinte de uma palestra sobre abuso sexual. Gostei dela naquele momento, e sabia que uma nova fase em minha restauração na sexualidade estaria por começar. Vou compartilhar com você um pouco deste momento.

    Convidei esta garota para tomar um café, um dos fatores que me motivou foi a admiração que tive por ela. Uma garota que passou pela dor e que havia decidido também resignificar sua história. Em minhas orações eu pedia para Deus que me apresentasse uma mulher que sabia o que era dor, assim ela entenderia a minha dor. Minha real intenção não seria tomar um café com ela e sim pedir para ela namorar comigo. Estava nervoso e minha voz tremia, e falei que desejava namorá-la, na verdade o nervosismo era tanto que quase vomitei as palavras.

    Ela aceitou meu pedido e disse que seria preciso eu procurar o líder da casa de apoio e conversar com ele. Assim teríamos alguém acompanhando nosso relacionamento, onde indicasse limites seguros para nós dois. Esta decisão foi muito importante, ter alguém para prestar contas de nossas atitudes. De um lado estava eu com este histórico de homossexualidade e do outro estava ela com a sua história. Até aqui estávamos sofrendo conseqüências de escolhas erradas, então nos posicionamos para pelo menos tentarmos acertar em tudo que podíamos neste namoro.

    Passamos a ter uma amizade especial, onde saíamos para nos conhecer. Foi ótimo para mim pois eu me sentia seguro sabendo que havia limites. De início nós íamos em parques, tomar sorvete, tomar café numa panificadora, e até mesmo sair para não fazer nada juntos, só sair e ficar junto. Passado um tempo iniciamos nosso namoro, nesta fase nós ficávamos mais tempo juntos, eu tive que aprender a andar de mãos dadas com ela, a sentir a pele do corpo e dos lábios. Tudo era um aprendizado, eu estava acostumado com a pele e o toque de pessoas do mesmo sexo. Foi incômodo no início, mas depois meu corpo foi se acostumando com estas novas situações. Um momento de grande alegria foi quando eu fiquei excitado ao beijá-la, e foi natural. Quando isto aconteceu pensei em como poderia ser isto. Passei anos me achando diferente, esquisito e de que não poderia namorar uma mulher e muito menos ter um relacionamento profundo e meu corpo se excita naturalmente com um beijo? Então quer dizer que minha heterossexualidade sempre esteve comigo, prontinha para ser usada! Até aqui eu só tinha relacionamentos com pessoas do mesmo sexo e me vejo excitado desta forma!

    Tive admiração por minha namorada, o desejo de estar com ela era mais forte do que o medo que sentia pelo desconhecido. Volta e meia um pânico se apoderava de mim, pois tinha medo de algumas situações, medo de ficar sozinho com ela e ser abusado novamente, medo de ouvir novamente palavras que pudessem ferir minha masculinidade. Hoje consigo dar risada desta situação. Foi difícil cada momento deste relacionamento. Quando nós saíamos para namorar eu já planejava todo o percurso, desde o início até o fim, assim teria a certeza que não ficaríamos sozinhos. Com o namoro nosso relacionamento foi se estreitando e percebi que estaria em perigo.

    A situação que vou contar agora demonstra como aquele abuso que sofri aos 18 anos ainda paralisava minha vida hoje. Estava em casa e recebi uma ligação, era minha namorada. Ela me fez uma pergunta que estremeceu meu chão, ela perguntou se poderia me chamar de “meu amor”, fiquei sem ar nesta hora, seria muita intimidade e eu poderia ser abusado na primeira chance. Durante outra conversa ela falou que assim que nos encontrássemos ela iria fazer algo bem gostoso para mim. Assim que eu desliguei o telefone entrei em pânico. Entendi que ela iria chegar em casa e abusar de mim assim como aconteceu aos 18 anos de idade. Senti todas as sensações daquele abuso, era como se ela fosse me ridicularizar e atacar minha masculinidade. Em minha mente passou um filme, onde eu sofria todos os danos causados pelo abuso sexual de 20 e poucos anos atrás! Então seria mais fácil terminar o namoro, assim estaria seguro.

    Então, terminei o namoro. Mais uma vez me vi sozinho fugindo de uma garota por estar com medo. Era necessário aprender a me relacionar com o sexo oposto, passar a ter relacionamento profundo e não superficial. Para isto acontecer eu precisaria tratar deste medo de ser abusado e ridicularizado. E eu precisaria contar para ela tudo o que se passava comigo, assim ela poderia saber em como lidar comigo nestes momentos.

    Passou o tempo e senti saudades dela, detectei que o amor que sentia por ela era maior que todo o medo. Mas ela poderia estar me esperando ou não, eu estava correndo este risco. Em uma viagem que fizemos com nossos amigos voltamos a namorar. Pela segunda vez a pedi em namoro.

    Noivado

    A fase do namoro foi passando e decidi comprar as alianças para o noivado. Localizei a loja que iria comprar as alianças, enquanto caminhava em direção á loja fui surpreendido por um ataque de pânico, parecia que havia uma multidão a minha volta lançando palavras e olhares de reprovação por estar para adquirir as alianças do meu futuro casamento. Não consegui entrar na loja, dei outra volta e venci o medo entrando na loja sem demonstrar minha insegurança, tremia por dentro e suava muito. Estas sensações eram conseqüências do abuso sexual.

    Guardei as alianças por um mês para me acostumar com a idéia e marcar um passeio com ela para fazer uma surpresa. Levei-a para um passeio ecológico e no meio do caminho parei o carro e com o coração saltando pela boca a pedi em casamento. Foi uma cena inesquecível para nós dois. Neste momento estávamos demonstrando um para o outro a aceitação e concordância mútua da nossa união. Conto este fato para que possam entender a dificuldade que havia em mim para alcançar o meu sonho de ter uma mulher ao meu lado. Teria que vencer o medo.

    Certa noite ao voltarmos de uma formatura, senti medo de ficar sozinho com ela, mesmo estando noivo. Decidi compartilhar com minha noiva sobre este medo, pois não queria estar casado e de repente ter medo de estar com ela em casa. Decidimos que eu iria procurar ajuda profissional, de algum psicólogo, e isto seria antes do casamento. Levei esta questão do medo para uma psicóloga de minha confiança, e falei do meu medo de ser abusado sexualmente pela minha noiva, do medo que havia na minha mente de ver minha masculinidade ser destruída novamente. Mesmo sabendo que minha noiva jamais faria isto senti medo. Era como se entre eu e ela surgisse um monstro enorme chamado “Abuso Sexual” e “Palavras Destrutivas”. Interessante que neste momento a questão da homossexualidade nem foi levado em conta. A homossexualidade havia ficado para trás e o que ficou foram resquícios de experiências ruins da infância e adolescência.

    Conforme ia tratando certas áreas em minha alma, a homossexualidade ficava cada vez mais distante. A psicóloga fez um trabalho excepcional em cima de várias experiências traumáticas que vivi. Detectamos que o medo era devido ao abuso sexual que passei há 20 anos atrás. As sensações do abuso sexual e das palavras que ouvi ficaram em minha mente e sempre que algum gatilho era acionado o medo surgia na minha frente. Este gatilho poderia ser simplesmente uma palavra que eu ouvia, como por exemplo o caso da conversa ao telefone com minha namorada onde ela disse para mim que iria fazer algo bem gostoso assim que nos encontrássemos. Estas palavras acionaram um gatilho onde pensei que ela iria fazer o mesmo que a namorada que tive á 20 anos atrás que causou o abuso. Neste momento eu queria terminar o namoro e ficar longe dela, fugir dela. O medo fazia com que eu parasse e não enxergasse mais nada na minha frente, a não ser o abuso sexual que poderia vir a sofrer. A psicóloga utilizou uma técnica que desensibilizou o trauma causado pelo abuso sexual.

    Por incrível que pareça, não sobrou nenhum resquício do abuso que sofri. Foi como ela disse no início do tratamento, que eu iria estar sentado no banco do passageiro de um carro olhando a paisagem passar. Já havia participad

  22. Fico triste que o senhor tenha sido inspirado por uma força maligna,pois poderia ter passado sua angustia sem santificar alguém que sabemos que nada tem de Santo. Padre até parece que está ganhando, fiquei muito decepcionada.

  23. PE.JOSE AUGUSTO ; O SR. TEM TANTA CERTEZA ASSIM ?????SERÁ QUE CABE AOS HOMENS JULGAR??MUITOS BRAS. QUE PASSARAM FOME COM CERTEZA NÂO CONCORDAM….PORQUE NÂO TOCAS NO ASSUNTO PEDOFELIA QUE É O MAIOR MOTIVO DOS ABORTOS DE HOJE ????REFLITA…SEJA MAIS HUMILDE.

  24. Você padre José Augusto se tornou um terrorista barato quando julgou e condenou uma causa que não conhece… Você esqueceu de denunciar o Senhor José Serra que aprovou no dia 9 de novembro de 1998 uma norma de lei que aprovava o aborto para no SUS. Que vergonha padre, quando fazemos uma denúncia temos que ter fundamento histórico para não ser demagogo como o senhor o foi. Se o senhor estivesse mesmo a fim de morrer pelo evangelho denunciasse José Serra que já legalizou aquilo que dizem que o PT e Dilma legalizariam. Se estivesse mesmo a fim de ser preso e morto faça o que fez Padre Ezequiel Ramim, Padre Josimo, Irmã Doroth e outros tantos… O senhor falando que os evangélicos denunciam? Falando abobrinhas com medo dos evangélicos? Venha viver a realidade que eu vivo com os pobres e depois suba ao altar para denunciar e saiba a quem denunciar…Sou católica apostólica creio no Deus da vida, não no deus de alguns…

    • APENAS FALOU A VERDADE PURA SEM RODEIOS………..

    • Mauro Carvalho

      Marlene Rosa

      a sua igreja é a de Boff, Beto, Casaldaliga, D. Demétrio, a teologia da libertação te aguarda !

      • Caro Mauro,
        Esse tipo de igreja que tu pregas, esse conservadorismo arcaico e hipócrita, a falta de conhecimento da realidade do povo brasileiro assuta-me. E ainda falas em religião? Quem és tu para criticares cristãos verdadeiros como Leonardo Boff, Beto, Casaldaliga, D. Demétrio, a teologia da libertação… Acho que te esqueceste de colocar nesta lista D. Hélder Câmara, D. Tomás Balduino e outros mais. Chega desse tipo de cristão!!!

  25. Eu sou católica, tive uma mãe que faleceu a quatro anos com cançer e que sempre foi católica praticante mesmo ….nos deixou um grande testemunho de vida , sofreu sem nunca deixar de amar a Deus .. conheço o pe: jose Augusto e o pe léo . minha conversão devo a eles e minha mãe. Mas acho que tantas criancinhas morrem de fome entendo o medo dele .. mas assisti a palestra do pe léo enquanto ele era vivo e fiko com ele porque o aborto com lei ou sem lei vai de cada um o pecado e muito grande , e se foi o serra que legalizou a lei do aborto , porque o pe jose augusto não fala dele também e não gostei da frase do pe: (não é possível que os cristãos estejam tão alheio a situação preocupado apenas com seu trabalhosinho , seu emprego com as suas coisas )se eu não me preocupar com meu trabalhosinho será que alguem vai se preocupar ??? com o que meus filhos vão comer ou vestir , ou remedio pra eles ?? e o pe: é contra o aborto e a favor da maçonaria ??? já que se posicionou tão bem contra a Dilma. e além do mais quem assinou a lei a favor do aborto no sus foi o serra e não a Dilma … amo o pe : jose Augusto mas acho que ele deve pedir a Deus que seja o que for melhór pro fiéis e não fazer politica desse jeito falar sim, mas com base e aconselhar, direcionar, mas sempre na verdade como nosso saudoso pe léo fazia …. e mais acho que devem ouvir tudo o que ele fala e não só sobre política será que quando ele fala que vc vai pro inferno se cometer esse ou aquele pecado as pessoas ouvem bem e poem em pratica como deveriam ?

  26. Não quero aqui denegrir o padre ,só quero diser que Deus é Deus e nunca julgou assim ninguém .. sou a favor da vida , de Deus dos meus filhos ,dos mais necessitados,e só Deus vê o coração e se a Dilma perder por causa de um comentário desse e o serra for uma péssimo governo . onde ele vai poder ajudar ? só com palavras não enche barriga e nem cura doenças …. Padre léo falava com documentos provas concretas e não conversação disse que me disse… Assim é que deve ser porque ainda não sei em quem votar no segundo turno , mas vou analisar quem vai me dar emprego e condições melhores pro brasil crescer … Buscar a Deus sempre porque sem ele não somos nada mas a fe´sem obras é morta . e amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo lembram ? E se for pra dar ouvido a tudo então temos que ver porque tem um monte de videos dizendo que o serra é maçônico e ai ? como o Padre e a igreja se posiciona ? votam em maçônico ???

  27. josé claudio do amaral

    Meus irmãos em cristo, não queira desvirtuar os fatos. O padre léo falou foi contra o Lula e o seu PT, que sempre foram a favor do aborto e outras aberrrações que vão contra os principios cristãos. Como por exemplo, o casamento entre os mesmos sexos. Eu assisti ao video, que está circulando na internet, e em momento algum, o santo padre Léo, que Deus o levou para si, nos eixando orfãos, falou contra o Serra, mas sim, como eu já expús, contra o Lula. No video que eu assistí, o mesmo em momento algum se referiu ao Serra. Em relação a posição do Serra, é a mesma que já é lei no Brasil desde 1940. que o aborto só é liberado em caso de estupro ou má formação do feto, e que coerentemenete, ele continúa sendo a favor em ambos os casos. Quero deixar bem claro que não estou aqui fazendo apología ao candidato Serra, quero apenas que a verdade seja espalhada a todos, sem maquiagem, mesmo porque, a politica deve passar longe, quando estamos tratando das coisas sagradas. Então porquê é que a dilma e o PT, nunca replicaram sobre esse tema, quando ele diz que o plano do PT, o PNDH III, elaborado no forúm de são paulo, e que não é mais novidade, todos já sabem, é pela legalização do aborto? É porque eles também sabem que as máscaras deles já cairam. Agora querem tentar transformar a dilma nunha santa, como falou o governador da bahia, o petista jaques wagner, que teve a heresia de comparar a dilma com a nossa santa, a irmã Dulce. E que agora em bôa hora, esse corajoso servo de Deus, o padre josé Augusto, repetíu as mesmas palavras do padre Léo, mas não falou do Serra, se o mesmo fosse a favor do aborto, pode ter certeza de que também não seria poupado, uma vêz que o partido do padre é, e tem que ser sempre o partido de Deus! Agora o que me deixou perpexo, e acredito que a muitos católicos e sócios da canção nova, foi hoje ao me levanter para assistir a missa desse homem de Deus, o pe. José Augusto, tive uma ingrata surpresa ao ver que a missa foi trocada por uma palestra do monsenhor Jonas Abib, outro filho de Deus, pelo qual eu tenho um grande respeito e admiração, mas que como cristão e temente a Deus, me reservei ao direito de não concordar com a advertência dele e do Eto para com o padre, dizendo que as palavras do padre é uma posição pessoal dele, e não da canção nova. Quero crer que isso não tenha nada haver com as ameaças do Lula, de cancelar a concessão do canal de tv. canção nova. Isso para mim seria uma total decepção! Deixem que esse filho de Deus, continúe mostrando e orientando ao seu rebanho, pois o que ele falou foi a mais pura verdade, tanto é, que a justiça o autorizou a falar sobre o tema. Portanto Monsenhor Jonas Abib e Eto, aos senhores ele deve respeito, visto que há uma hierarquia, mas o cvompromisso e a aliança do padre Augusto, é tão somente para com Deus e a verdade, enquanto servo do nosso pai celestial. Jesus disse: Eu sou o caminho e a vida, quem me seguir terá a vida eterna, assim sendo, ele não fêz nada além do que seguir a Jesus, com a verdade e coerência. Ademais, a própria CNBB está orientando aos seus fiés para que não votem em candidatos que são contra a vida e os principios cristãos. O Pe. José Augusto foi mais longe, não ficou em cima do muro e deu nome aos bois, coisa que toda a igreja deveria está fazendo. Mas para quem sabe ler, uma palavra basta. Os senhores são inteligentes, e sabem como eu e milhões de católicos sabemos, que também está inserido no tal do PNDH III, a retirada de todos os simbolos reliosos de todas as repartições públicas. Todavía, o católico ou qualquer outro cristão, que ficar omisso, estará concordando com essa aberração.
    Com certeza Deus não o tomará por inocente. Como o Pe. Augusto não pode ficar calado diante de um absurdo desse, ele denunciou com coragem e galhardia, que só os verdadeiros filhos de Deus tem. Esse pecado da omissão não será computado a ele, mas sim, aqueles que tentaram-no calar. Pelo que eu conheço do pe. Augusto, se o mesmo tiver que deixar a canção nova, que Deus não permita, ele deixará, mas a verdade ninguém irá fazer com que o mesmo deixe de dizer, posto que a mesma tem que ser dita, dôa a quem doer, inclusive ao Lula, ao qual ele não deve nada, mais a Deus ele deve tudo, inclusive a sua vida! Cego é aquele que não quer ver. Pelo menos monsenhor Jonas Abib e Eto, pelos quais tenho uma grande admiração e respeito, não imponham a lei da mordaça nos sacerdotes, deixe-os falarem a verdade e orientar aos fiéis mais incautos. Os senhores enquanto católicos e defensores dos ensinamentos cristãos, não podem e nem devem se apequenarem-se diante do Lula, e da mentira, que eles agora até já mudaram o discurso. Essa gente é astuta, tal qual o malígno, e nós enquanto católicos e obedientes a Deus, nem tanto, posto que somos pecadores costumás e já nascemos do mesmo, pelo menos eu me reconheço assim, mas Deus na sua infinita misericórdia, há de me perdoar. Portanto, volto a repetir, estou deveras decepcionado pelo que fizeram ao padre José Augusto, sem querer desmerecer aos demais, para mim é o substituto do padre Léo, o melhor pregador. E queira Deus que apenas tenha havído um imprevisto, e que amanhã o mesmo estará de volta, para felicidade geral dos que admiram as suas homelias. Para continuar falando a verdade, se a opinião da canção nova está em rota de colisão com as palavras veridicas do padre Augusto, em defesa do que a Deus pertece, a VIDA, sinceramente, eu não vejo mais motivo para continuar sendo um sócio dessa instituição. Posto que os filhos de Deus tem que sair sempre em defesa do que Jesus nos ensinou, como um exemplo a ser seguido. Não poderemos jamais, nos curvar diante do mal, que desfila nas nossas vistas. Não temos o direito de deixar jamais que o mal triunfe sobre o bem! Quem não se lembra das palavras do Lula quando assumiu a presidências? só para relembrar: A esperança venceu o mêdo! Eu digo: A esperança apequenou-se diante do mêdo, por enquanto o mêdo vai reinando absoluto, enquanto a esperança agoniza, e sem esperança de sobreviver, sem trocadilho. Pois é meus queridos Monsenhor Jonas Abib e Eto, oxalá que eu esteja errado, e que amanhã eu volte a assistir a minha missa com o padre JOSÈ AUGUSTO, com letras maiúsculas, como ele bem merece. E o que aconteceu hoje, a não realização da sua missa, não tenha nada a haver com a ameaça do Lula, de retirar a concessão da tv. canção nova, mas se os senhores não vierem a público dar uma satisfação aos admiradores do citado padre e de suas pregações divinas, irá pegar mal para os senhores e para a canção nova. Pois entre ficar com as verdades do padre, que é a verdade de Deus, e contra as mentiras e ameaças do Lula, eu enquanto cristão católico, prefiro acreditar nas palavras do padre, que está defendendo aquele pelo quasl ele fêz um compromisso de pregar o evangelho e a verdade, ao invés de acreditar nesses lobos travestidos de cordeiros, os pais da mentira. Amanhã estarei de frente para a tv canção nova, com a minha esposa, que também é socia, para assistir a missa com o padre Augusto, se não for com o mesmo, que seja outro qualquer, mas nos digam o que estar acontecendo com ele, nós temos esse direito de saber, mas que não imponham nele a lei da mordaça. A igreja não pode ficar em cima do muro quando o assunto é Deus, tem que dizer a verdade, dôa a quem doer! É por causa de muitas omissões, que vemos o seguimento católicos perder fiéis para os evangélicos. Portanto, se tudo que eu falei aqui, estiver errado, e Deus permita que sim, eu me retratarei, mas os fatos me levam a pensar que o que eu escrevi aqui faz sentido, não estou dizendo que é a verdade, posto que eu não sou o dono da mesma, a verdade pertence a Jesus. Na esperança e certeza de que terei uma resposta convincente enquanto católico e sócio e admirador dessa obra de Deus, despeço-me rogando ao pai do céu, muita paz, saúde e relizações para todos vocês que fazem a canção nova, o verdadeiro paraíso terrestre!. Respeitosamente, José Claudio Do Amaral-Aposentado-Natal-RN- Sócio evangelizador, com muito orgulho.

    • Prezado sr. josé claudio do amaral
      Essa questão do aborto tomou conta das discussões sobre as eleições presidenciais. Temos temas muito importantes para serem discutidos nestas eleições sobre o Brasil e seu povo. É muito triste quando algumas pessoas que se dizem religiosas apegam-se a temas dessa natureza para tentar influenciar o resultado das eleições, com preferências claras para a candidatura do Serra. Esse padre José Augusto, claramente tendencioso, devia se preocupar mais com os problemas da religião e não se intrometer na política, pois dessa forma, presta um desserviço ao país e à democracia. Só pra refrescar: Quantas pessoas, crianças, adultos, idosos morreram no país vitimados pela pobreza e pelo descaso do governo neoloiberal dos oito anos de FHC do qual Serra foi ministro do planejamento e da saúde? Qual o índice de desemprego no período? Como está o Brasil atual e como estava a oito anos atraz? E as privatizações?
      Já que o candidato fala aos quatro ventos sobre a segurança pública, como anda a cidade de São Paulo e o próprio estado de São Paulo governado por ele (Serra) ou por seus aliados há 16 anos? Sabia que a segurança pública é uma atribuição do estado? E o que dizer do combate ás drogas? A cracolândia, no centro da cidade de São Paulo, é do conhecimento até do mundo mineral. Porque o então governador e também prefeito de São Paulo não resolveu o problema? É de uma hipocriosia sem fim quando no dia 12 de outubro vemos o candidato e alguns de seus asseclas na missa em Aparecida com o intuito de passar uma idéia de religiosidade, que certamente não possuem, usando a religião para fins eleitorais. É lastimável tal atitude. Voltando à questão do aborto, é também lamentável e odiosa a hipocrosia do presidenciável Tucano e de alguns de seus seguidores, inclusive muitos dos que se dizem cristãos, quando se noticia que a mulher do presidenciável já fez aborto. A esse respeito convido o já citado padre, além de outros por ele influenciados, inclusive o senhor, para consultarem o site http://correiodobrasil.com.br/monica-serra-ja-fez-um-aborto-e-sou-solidaria-a-sua-dor-afirma-ex-aluna-da-mulher-de-presidenciavel/185824

      A bem da verdade, esse padre e também a Canção Nova devem divulgar tal fato. A grande imprensa também (Veja, Globo, Folha de São Paulo e tantos outros meios de comunicação)

  28. Lideranças religiosas brasileiras reafirmam apoio a Dilma
    outubro 14th, 2010 | Autor: Ricky Mascarenhas

    Do Blog do Ricky – Sem Mais Delongas

    Líderes cristãos reforçaram nesta quarta-feira (13) o apoio à candidata Dilma Rousseff e assumiram o compromisso de combater a onda de boatos que tenta contaminar a campanha eleitoral. No encontro com o presidente Lula e Dilma em Brasília, bispos e parlamentares avaliaram que a boataria pode provocar um inédito conflito religioso no Brasil.

    “Vamos tratar de desmistificar todos esses boatos que estão penetrando as igrejas e enganando pessoas crédulas e bem intencionadas. Esta onda de boatos não constrói o Brasil. Ao contrário, pode até trazer um cisma, o ódio entre as religiões, que é o que a gente menos quer”, disse o senador reeleito pelo Rio de Janeiro, Marcelo Crivella.

    Segundo ele, embora Dilma tenha reiterado suas posições em defesa da liberdade religiosa e contrária ao aborto, é preciso que esses compromissos cheguem a quem “tem dúvida”. Por isso, líderes religiosos darão seu testemunho em defesa da candidatura de Dilma Rousseff.

    “A candidata tem uma posição clara, mas ela tem sido vítima de uma onda de boatos que distorcem suas posições. Temos que fazer com que essas posições cheguem a quem tem dúvida para que não sejam cooptados pelos adversários de maneira inescrupulosa usando boatos”, afirmou o senador.

    Compromisso
    Para o presidente da Assembléia de Deus de Madureira, bispo Manoel Ferreira, Dilma reforçou seu compromisso mais importante: manter os programas sociais.
    “Não estamos aqui elegendo um sacerdote, nem um pastor para assumir uma das nossas igrejas”, alertou Ferreira. “Estamos elegendo um presidente da República que assuma o compromisso de manter os programas sociais e de respeitar as liberdades de culto, de expressão e de imprensa.”
    Ele acrescentou que a Assembléia de Deus vai agir com veemência contra o que chamou de “cadeia de boataria” esclarecendo os fieis nas igrejas.

    Propostas
    Dilma assumiu o compromisso de não enviar propostas legislativas ao Congresso tratando de temas polêmicos para os cristãos. “O que nós decidimos é que eu não mandaria nenhuma matéria que afetasse a questão relativa a qualquer legislação que altere questões que impactem na religião. O Estado brasileiro é laico e essa legislação eu não enviaria ao Congresso, tanto alteração na lei de aborto, quanto todas as outras”, relatou.

    Dilma também explicou que o projeto de lei que trata da criminalização da homofobia traz pontos que não são aceitáveis. “A parte relativa a condenar o preconceito contra o homossexual nós todos temos que endossar. Agora a parte relativa a criminalizar as igrejas é um absurdo. Criminalizar, colocar punição é um absurdo, é um excesso”, disse.

  29. ONTEM UMA COISA HOJE OUTRA. APENAS PELO VOTO. NAAAAAO LEVA MEU VOTO NEM QUE A VACA TUUUUUUSÇSA.

  30. Será que a Canção Nova, e o padre sei lá quem, que de missão do lado dos fracos, pobres, nunca ouvi notícia.. estaria apoiando o SErra se não ganhasse dele fazendas e verba para seus projetos mirabolantes e desviatórios?

  31. Igreja Católica imprime milhões de panfletos contra Dilma
    Material foi flagrado pela polícia em gráfica na zona sul de São Paulo
    Do R7
    Acompanhados de soldados da Polícia Civil, militantes do PT encontraram neste sábado (16) em uma gráfica do bairro do Cambuci, zona sul de São Paulo, 1 milhão de panfletos assinados por três bispos ligados a um braço da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), com uma mensagem contrária à candidata do partido à Presidência, Dilma Rousseff.
    No local, o pai do proprietário do estabelecimento, Paulo Ogawa, apresentou um documento para mostrar que a encomenda havia partido da Diocese de Guarulhos. O bispo da cidade, d. Luiz Gonzaga Bergonzini, já apareceu em um vídeo pedindo aos fiéis que não dessem seu voto a candidatos e partidos que “apoiam abertamente a liberação do aborto”.
    Segundo Ogawa, originalmente, a Diocese de Guarulhos solicitou a impressão de 18 milhões de panfletos. A gráfica, contudo, recusou o pedido argumentando que não teria capacidade para dar conta da encomenda. A primeira entrega do material ocorreu no dia 15 de setembro. Naquela leva, 1,1 milhão de folhetos deixaram a gráfica.
    No dia 13 deste mês, outro pedido foi feito: de mais 1 milhão de exemplares. Foram estes os panfletos encontrados hoje na gráfica.
    Foi feito um boletim de ocorrência na 1ª Delegacia Seccional da Polícia Civil, que fica no bairro da Aclimação, para tentar impedir que os panfletos saíssem da gráfica até que se investigue de onde partiu a encomenda.
    Assinam a carta d. Nelson Westrupp, d. Benedito Beni dos Santos e d. Airton José dos Santos. Os três são bispos da Regional Sul I da CNBB.

  32. Serra em 2004 pede para NUNCA mais votarmos nele!
    Recuperaramos um vídeo de pouco mais de dois minutos, mas com prolongado efeito constrangedor sobre Serra. Nele, respondendo à pergunta de Boris Casoy durante debate da eleição paulistana de 2004, Serra se compromete a cumprir os quatro anos de mandato e pedir que não votem mais nele caso renuncie antes da hora. Antes disso ele assinou em cartório que cumprria o mandato de prefeito até o final. A RENÚNCIA DE SERRA À PREFEITURA DE SP, AINDA NA METADE DO MANDATO, É UM ESTELIONATO ELEITORAL Serra se lançou candidato ao GOVERNO DE SP em 2006. Que seja cumprido o pedido do próprio candidato: NÃO VOTEM MAIS NELE. Essa é a política de um partido SANTO como se diz o PSDB.

  33. Graça e Paz amados!
    Meu nome é Marcos, sou evangélico, e quero parabenizar o Padre Augusto por tomar uma postura de cidadão brasileiro e principalmente de cristão.
    Perecemos por falta de conhecimento…

    Marcos temos uma constituição no Brasil, Piragibe mentiu. por ano são realizado 3 milhões de aborto no Brasil.Viste o Site da Dilma e fique melhor informado. cuidado com Rede Globo.Leia ssobre a PNDH 2 elaborado pelo PSDB. A campanha contra Dilma, tambem foi feita contra Lula.

    Boa sorte. Epocaestado.

  34. estou indignada com a canção nova!como pode um padre dentro da igreja pregando o ódio.FOI ISSO QUE ELE APRENDEU NO SEMINÁRIO? RESPEITE A CASA DO SENHOR!A CASA DE DEUS É UMA CASA DE ORAÇÃO E NÃO DE DIFAMAÇÃO,CALÚNIAS,MENTIRAS E ETC. EXPULSEM ESTE MOÇO DO TEMPLO SAGRADO.SAFADO! SOU CATÓLICA E NÃO ADMITO O QUE A IGREJA E CERTOS PADRES ESTÃO FAZENDO.PIOR QUE APOIAR O ABORTO,É PRATICAR COMO FEZ A MULHERZINHA DELE.É A DILMA QUE MATA CRIANCINHAS? VÃO CRIAR VERGONHA NA CARA.

  35. É Pe. José Augusto, gosto muito de suas msgs, quando do Evangelho, quando da Palavra de Deus. Politicamente o sr. deixou a desejar. Ou melhor contrariou a vontade de Deus. Deus nos deu o livre arbitrio, até para perdermos nossa alma, se quisermos. Imagine, se Jesus Cristo em suas pregações e peregrinações em meio ao povo começasse a dizer: Não sigam os ZELOTAS, nem os FARISEUS, nem tão pouco os ESSÊNIOS, que se consideravam espiritualmente puros! Já imaginou? Quando o rei Herodes perguntou se Ele(JESUS) era realmente o Filho de Deus? Ele simplesmente disse : TU O DIZES! não tomou partido nem em favor de si próprio. Por isso padre, continue com suas lindas pregações. Quando for tomar partido, que seja em favor do” sem vez e sem voz”, nunca julgar alguém ou alguma coisa perante uma assembléia. Não devemos falar dos Evangelicos, pois também temos telhado de vidro, mas ninguém por melhor que seja será Deus. Mas podemos imitar Cristo, se quisermos. E ai sim, poderemos até ser mortos se falarmos e defendermos a Verdade de Deus que é Nosso Senhor Jesus Cristo. Errar é humano, não podemos é permanecer no erro. Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. É misericordioso. Por isso não vai te cobrar pelo sr. ter mencionado que foi Jesus quem te mandou falar coisas desconexas em hora não oportuna. E que Deus tenha piedade de nós. Que seja eleito o que melhor se aproximar do Projeto do Pai. Deus nos abençoe a todos!!!

  36. marcio alves dos santos

    O PADRE JOSE AUGUSTO PRA MIN E UMA MERDA ENRUSTIDA ISOS SIM QUE TIPO DE CONSAGRADO QUE É O SENHOR É EM PRIMEIRO LUGAR PADRE ANTES DO SENHOR FALAR MAL DO PT OU DE HOMOSEXUALISMO , QUE TAL OS ENHOR FALAR DOS PADRES PEDOFILOS ??????? QUE É UMA VERGONHA NOSSA IGREJA CATÓLICA METIDA EM ESCANDALOS ???E GORA MAIS PADRE FOI APROVADO UMA LEI NO BRASIL PELA UNIÃO ESTAVEL HOMOSEXUAL AGORA CASAIS DE GAYS PODEM ADOTAREM FILHOS E AGORA O QUE O SENHOR TEM A DIZER ???? ABRE A VONTADE SUA BOCA NA TV CANÇÃO NOVA O SENHOR VAI TER QUE ENGOLIR .

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