Fotos dos Corpos de traficantes mortos no Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro. Rio de Janeiro.

 Veja fotos da policia matando traficante,  que vem  aterrorizando muitas comunidades, quem sabe seja o fim  do reinado desses grupos criminosos .
Confira armas e drogas apreendidas na Operação Vila Cruzeiro Rio de Janeiro e Complexo do Morro do Alemão, Fotos que a TV Não Mostra.

 Cadáver de Traficantes mortos  em confronto com a policia no Rio.

Atenção: fotos não recomendadas para pessoas sensíveis.

Eles pagaram com a vida, quando  desafiaram a a policia  e a  justiça. 

Fotos do Corpos de traficantes no Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro Rio de Janeiro – RJ.

Foto

Enquantos os criminosos desafiavam o Estado, não violava os termos de conduta do youtube, agora que os criminosos entraram no chumbo , o youtube covardemente retirou o video.

Traficantes enfrentam a polícia no Complexo do Alemão; VEJA AS FOTOS

Centenas de criminosos armados fugindo da Vila Cruzeiro e seguindo para o Complexo do Alemão. Quase todos os marginais estão com  fuzis, metralhadoras e aparatos que  utilizavam  para matar, intimidar  e torturar os moradores das comunidades desamparadas pelo Estado.

Bope procura traficantes que invadiram

Mais

Em São Paulo a situação é pior.

Brasil perde controle e crime assume o comando ?

. A força que o crime, organizado ou não, conquistou no Brasil, além de assustadora, poderá em pouco tempo levar o país a uma situação onde o poder legal, as autoridades constituídas e as populações dos grandes centros e regiões industriais perderão o controle total, tornando inviável uma solução a curto ou médio prazo e causando consequências sociais, políticas e econômicas absolutamente imprevisíveis. Esta é a opinião quase unânime de cientistas sociais e políticos e uma evolução que teve seu início dezenas de anos atrás como, por exemplo, com a simbiose entre bicheiros e autoridades. A cumplicidade entre os que deveriam defender as leis e os infratores destas, ofereceu não apenas know how ao crime mas degenerou as instituições. A luta entre o poder paralelo hoje existente e o poder legal deverá logo levar o Brasil a uma condição mais grave que a que a população do Líbano conviveu nos anos 70 e mais preocupante do que a Colômbia hoje se encontra. Isso já é, no momento, constatado de forma clara em algumas regiões e nos fatos que se multiplicam diariamente em algumas capitais. Uma guerra aberta está sendo travada. Esta é uma verdade que não deve ser subestimada ou minimizada. Nem há evasivas.

 

Parceria Bandos brasileiros x FARC é resultado natural

Um cenário no qual a economia e o dia a dia de uma sociedade são influenciados, mesmo co-gerenciados, pela ação externa de grupos alheios ou estranhos ao aparelho legal, faz parte da realidade no Brasil hoje. O caso dos bandos da droga brasileiros, onde passou despercebido que o crime organizado ampliava sua malha além das fronteiras e aliava-se a forças organizadas como a FARC colombiana, numa parceria tanto financeira como militar, seria o exemplo mais claro deste avanço incontrolável. O agravante situa-se numa diferença geográfica de atuação. Enquanto a FARC age na proteção de uma selva natural, distantes das grandes populações urbanas, com incursões nestas áreas, no Brasil o caso se dá nas selvas de pedra das grandes cidades e nas barbas das autoridades. Um objetivo que a própria FARC ainda não alcançou. O treinamento militar e intercâmbio é apenas uma particularidade das alianças existentes nestas situações. Os estágios táticos no caminho para a ascensão ao estado generalizado de domínio exigem não somente determinação mas sobretudo métodos de intimidação e práticas violentas que sistematicamente adquirem novos e sucessivos níveis, de acordo com a resistência encontrada ou com a facilidade ou dificuldade na eliminação dos obstáculos imediatos. Essa experiência não é limitada apenas a algumas nações da América do Sul, mas o fenômeno vem ocorrendo sob diversos aspectos em outras partes do mundo, possuindo no seu mérito o cunho até mesmo religioso. A surprêsa no plano internacional é constatar que o Brasil encontra-se idem neste grupo e em um patamar muito além do imaginável, aparentemente impotente para fazer frente ao que está por vir. Tanto faz a denominação das diversas forças paralelas em ação no Brasil, elas não passam de simples metonomásias de similares existentes, sejam na citada Colômbia, Indonésia, etc.

As fotos da selvageria

A brutalidade usada por esse literal poder paralelo, e a pecularidade de que ele não conhece freios nem mesmo entre as paredes de uma prisão de segurança máxima, causa espanto, perplexidade e levanta uma séria interrogação de como na verdade as bases da sociedade brasileira estão corroídas e se os alicerces de uma democracia mais ou menos recente não estariam prestes a ser danificados, levando em conta que podem estar, embora a olho nu estes danos ainda não sejam visíveis. As três fotos que apresentamos nos links abaixo, foram enviadas por uma fonte que prefere ficar no anonimato. Segundo ela, as fotos seriam inéditas e testemunham a selvageria da violência que tem se ramificado no Brasil. Estas fotografias são o resultado da última rebelião ocorrida em uma penitenciária no Rio de Janeiro. Sob o comando do chefe-maior de um bando criminoso, Fernandinho Beira-Mar, a crueldade refuta ponderações sobre o estado que as coisas chegaram e silenciam qualquer um. Pouco importa a origem ou ineditismo das fotos. O que importa é a desumanidade delas. A selvageria sem precedentes. A esta altura dos acontecimentos nada ajuda procurar definir as causas e sim buscar soluções. A publicação das mesmas em nosso site foi uma decisão que exigiu reflexão. Antes disso as mesmas causaram esturpor a dois jornalistas estrangeiros aos quais as apresentamos. Um deles julgou tratar-se de uma das guerras civis nos confins da África, outro de vítimas dos grupos selvagens que agem na Ásia. Ambos pasmaram ao saber que trata-se do Brasil do futebol e carnaval. Seja nossa denúncia para quem ainda duvida se o Brasil não está também vivendo uma guerra. E um protesto contra a violência que se abate sobre, como sempre, nosso povo.

FOTO 1 (sem comentários)

FOTO 2 (sem comentários)

FOTO 3 (sem comentários)

FOTO 4 (sem comentários)

Em São Paulo também tem tráfico à luz do dia e crianças a serviço do crime.

O sol está forte, mas a claridade não intimida. Crianças, algumas com menos de 10 anos, assobiam quando  viaturas da polícia rondam a “boca” do tráfico. No comando das vendas está sempre um adolescente . Parece coisa de documentário feito nas favelas do Rio de Janeiro, mas é São Paulo. “A cada viatura que ronda o local, algumas crianças corriam para dar o alerta. Outras horas um simples assobio é suficiente para alertar os traficantes sobre o perigo eminente.”“O tráfico é como uma empresa que não exige mão-de-obra qualificada, não pede experiência e oferece plano de carreira”, define o delegado da Infância e Juventude, José Augusto Pupim, para explicar  as razões que tornam a vida no crime tão atrativa para os jovens.Os menores são alvos preferenciais dos criminosos. “Muitos menores assumem a posse das drogas para livrar traficantes  do flagrante. A proposta de dinheiro fácil é a isca para essas crianças, que são seduzidas porque querem comprar o tênis e a roupa da moda.”O Epocaestado  cumpre o seu papel e traz à tona o problema.Cabe agora as autoridades enfrentar o fato com seriedade. Porque a mídia bandida não fala nada a respeito desse assunto? A pergunta que fica no ar é essa:

Onde esta a OAB?

Onde esta o STJ?

Onde estão os politicos? Onde esta MP?

Onde estãos as Ongs?

Onde esta o Conselho Tutelar?

Onde esta o Estatuto do Menor e do Adolescente?

Onde estão escondidos os integrantes dos Direitos Humanos?

Mais.

 

Veja também:

RIO DE JANEIRO, TRAFICANTES, POPULISMO E SANGUE

O sonho do Rio Olímpico acabou quando a população acordou no inferno real de uma cidade dominada pelo populismo e pelo tráfico. Policias mal pagos, mal equipados e com aeronaves que jamais deveriam atravessar uma zona de combate tentam fazer milagres e agir como agência reguladora do tráfico nos morros cariocas. A pergunta é simples: como se ordena o sobrevoo em áreas repletas de artilharia capaz de derrubar aeronaves e numa zona de fogo cerrado a uma aeronave incapaz de fazer frente a esses problemas? A resposta também é simples: incompetência e descaso com a vida humana.

Assolado por ONG’s e entidades internacionais que enxergam criminosos sádicos e repletos de fúria como meros injustiçados carentes e abandonados pela sociedade (como se o simples fato de ser pobre desse uma credencial de bandido e o direito de cometer atrocidades para cada um); apoiados por uma sociedade apática, alienada e que se contenta em esconder-se no corredor de seus apartamentos quando está sob fogo e volta a sua vidinha normal quando o tiroteio acaba; os políticos cariocas continuam vomitando asneiras e fazendo muito pouco pela segurança pública em nosso estado e em nossa cidade.

Uma polícia anacrônica e infestada pela corrupção maciça e sistêmica. Uma polícia onde o policial vê sua função como um bico e seu trabalho “extra muros” como o trabalho real (devido a esdrúxula escala de trabalho, que faz o “policial ser policial” somente duas ou três vezes na semana e segurança do bicheiro ou da padaria nos outros quatro ou cinco dias restantes).

Uma polícia carente de formação real e de pessoas mais qualificadas intelectualmente; formada por policias que ganham salários irrisórios e correm os mesmos riscos de combatentes em áreas de guerra, não pode ter sucesso ou ser cobrada por ser ineficiente e corrupta.

O grande problema da segurança pública no Brasil e no Rio de Janeiro se chama “ônus político”. Enquanto morrem milhares de inocentes, bandidos e policiais todos os anos (em taxas superiores as das guerras do Iraque e do Afeganistão), políticos oportunistas e populistas se sucedem com promessas mirabolantes e o mesmo discurso de sempre.

Vez por outra são citadas as “vítimas inocentes que não podem ser esquecidas”; os moradores do morro são acalentados como “uma grande maioria honesta e trabalhadora” ou a polícia é sempre citada como composta “em sua grande maioria de bons profissionais”. Enquanto isso, as vítimas inocentes continuam sendo vitimadas, a grande maioria trabalhadora e honesta, do morro, continua refém e alvo dos traficantes e a grande maioria de bons profissionais da polícia continua sendo traída pela minoria corrupta que a vende por qualquer dez reais.

E o que fazem nossas autoridades e políticos? Ordenam uma devassa nas propriedades, contas correntes, contatos telefônicos e patrimônio dos policiais e comandantes de batalhões ou delegados? Ordenam um mapeamento das casas usadas pelos traficantes e coordenam um ataque e uma retomada, morro a morro, juntamente com as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança para destruir e tomar esses redutos? Patrulham as ruas e as saídas dos morros para evitar os “bondes” e as falsas blitzem que tanto vitimam pessoas inocentes? Não. Afinal, isso seria visto por entidades internacionais como uma “afronta” e acarretaria um “ônus político” enorme para aquele que se atrevesse a promover uma limpeza na cidade.

Seria muito simples acabar com a bandidagem nos morros. A vantagem que eles possuem, por estarem em terreno elevado e entrincheirados, pode com certa facilidade ser revertida contra eles próprios. Bastaria um cerco em todo o perímetro da comunidade, incluindo as matas, com unidades militares e da Força Nacional de Segurança (que jamais entrariam nas favelas) e, apoiados por uma unidade móvel do Ministério Público e da presença de um juiz que emitiria um mandado de busca geral; possibilitando uma busca porta-a-porta. A PM, apoiada pelo BOPE e pela CORE, com atiradores de elite e com helicópteros blindados (hoje há apenas um); prosseguiriam a uma revista casa a casa por toda a favela com a ocupação de pontos estratégicos visando impedir o refluxo de bandidos para as áreas revistadas. Acuados e impedidos de fugir, os bandidos teriam duas opções: lutar ou renderem-se.

Tudo dentro da lei, como manda a constituição e com total integridade aos direitos humanos. Após a “limpeza”, a favela seria ocupada com uma unidade pacificadora (nos moldes do Dona Marta) e com serviços do estado e apoio do pessoal médico e do corpo de engenheiros das forças armadas. Algo assim já foi feito no próprio Dona Marta (sem a presença dos militares e da Força Nacional) devido ao tamanho exíguo da comunidade. Mesmo assim, possibilitou-se a fuga de criminosos para outros morros da Zona Norte e Zona Sul, porque não foi possível cercar completamente a comunidade. Mas, quem pagaria tal “ônus político”?

Quem colocaria a “cara para bater” pelas ONG’s e por entidades que vivem as custas da bandidagem, travestindo-se de legais com claros olhos na “grana preta” que captam para ajudas que jamais prestam? A corrupção policial pode ser debelada com certa facilidade aqui no RJ. Basta uma rápida visão dos estacionamentos de alguns batalhões e delegacias ou de um levantamento do estilo de vida de alguns policiais.

Mas, digamos que a tal “grande maioria honesta” tenha sucumbido às péssimas condições de vida e ao salário miserável? Quem assumiria o “ônus político” de deixar uma cidade quase sem policiais devido às expulsões em massa? Medidas simples como cortar verbas de publicidade e de aumentos para secretários, deputados e apadrinhados; aumentar o salário dos policiais para um valor digno e que permita a sua sobrevivência fora das comunidades carentes; mudar a escala de serviço dos atuais 24/72 horas (que faz o trabalho na polícia ser o bico) para um expediente diário de oito horas com uma ou duas folgas semanais com proibição do bico (só essa medida dobraria o número de policiais nas ruas sem a necessidade de contratar uma única alma); apertar o cerco aos corruptos e usar as técnicas que foram aplicadas, com tremendo êxito, nas favelas do Haiti por nossos militares (a revista casa a casa e o cerco geral) resolveriam grande parte dos gravíssimos problemas de nossa segurança pública. Mas, certamente, haveria o tal “ônus político”. E quem estaria disposto a pagá-lo? Pense nisso. Fonte

Do site Visão Panoramica

 

 

 

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8 Respostas para “Fotos dos Corpos de traficantes mortos no Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro. Rio de Janeiro.

  1. essas fotos são legais .+ poderião colocar + fotos

    kelle

  2. Moro em area de risco e sei o que é se sentir constrangido, acuado e com medo de sair.

  3. tiago feitosa da costa

    uma das fotos mais idiotas do mundo

  4. Acho que cada cabeça uma sentença.Se eles escolheram esse caminho,só há uma maneira de sair dela:num caixão ou na cadeia.Deus não quis que eles fossem bandidos,por isso o mal cobra de sua maneira:a morte!

  5. Estou com vc Débora, acho até que eles mortes são um perigo pra população, um perigo passivo.

  6. e o mundo esta perdido mesmo as drogas putarias malocagens estam invadindo e destruindo o mundo

  7. Pingback: Especialistas discutem a violência do tráfico no Rio e no Brasil. | Epocaestado Brasil

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