É importante salientar que a mídia bandida e criminosas é conivente com esses quadrilhas.
O Ministério Público do DF denunciou à Justiça oito pessoas, entre elas o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e os ex-diretores da Delta Cláudio Abreu e Heraldo Puccini por corrupção, tráfico de influência e fraude em processo para contratar o serviço de bilhetagem eletrônica de ônibus no DF.
Conforme a peça de acusação, Cachoeira e os dois ex-diretores comandaram operação para direcionar o contrato, que renderia R$ 60 milhões por mês à Delta. Coube a Abreu pagar Valdir dos Reis, lobista encarregado de azeitar o negócio na Secretaria de Transportes. Sob a orientação de Puccini, a quadrilha fez o projeto básico e edital para a licitação.
Ex-assessor da Secretaria de Planejamento do DF, Reis foi cooptado para cuidar dos interesses de Cachoeira no governo Agnelo Queiroz (PT). Mesmo exonerado em dezembro de 2010, em 2011 circulava no Palácio do Buriti. Numa das escutas, Cachoeira ordena que Geovani Pereira da Silva, apontado como seu contador, pague R$ 50 mil a Reis.


















