A opção pela mídia convergente .Fabiana Scaranzi faz reportagem para o “Fala que Eu te Escuto” sobre a morte de Cássia Eller, que morreu de overdose em 2001 e é discriminada pelo site Uol.. Se os donos de jornais e profissionais da imprensa ouvissem a voz do povo, certamente não estariam em pânico ou fazendo tantos malabarismos para driblar a queda na leitura dos jornais diários.

A opção pela mídia convergente

Autor: jfsantos

Cada macaco no seu galho, diz o dito popular. Se os donos de jornais e profissionais da imprensa ouvissem a voz do povo, certamente não estariam em pânico ou fazendo tantos malabarismos para driblar a queda na leitura dos jornais diários. O fenômeno, por sinal, não ocorre apenas no Brasil, mas também em países desenvolvidos, nos quais o índice de leitura de matutinos e vespertinos tem despencado a olhos vistos.

Algumas empresas de comunicação tentam de tudo para remediar a crise. A saída estratégica, em algumas delas, é adotar a mídia convergente. O termo parece inovador, pois implica na elaboração e publicação da notícia em veículos de naturezas diversas pelos mesmos profissionais. Em outras palavras, o repórter terá que se mostrar apto a escrever simultaneamente para jornal, internet, rádio e televisão. Teoricamente, a nova fórmula aumentaria a eficiência da notícia e economizaria na folha de pagamento. Além de representar aumento de mais-valia, o método não garante a esperada eficiência, pois o estresse e a falta de especialização podem comprometer o resultado final.

Temperos refinados

Diante da queda de leitura dos jornais diários, palpiteiros e especialistas apontam a internet como a grande culpada. No entanto, convém lembrar que a televisão não destruiu o rádio nem o cinema. Pelo contrário, fez com que ambos se adaptassem ao novo perfil do público, buscando linguagem própria e melhor compreensão de suas características. A internet, de fato, rouba parte dos leitores de jornais, mas embora seja admissível que no futuro as publicações impressas possam não ter as grandes tiragens do passado, certamente não será imitando a internet e a TV que encontraremos solução para a crise.

Em primeiro lugar, é preciso compreender a natureza dos veículos para melhor explorá-los na sua totalidade, sem abrir mão da qualidade e da eficiência da informação. O rádio, por exemplo, se diferencia da televisão por ser essencialmente sonoro. O áudio é a sua alma e em momento algum ele teria condições de imitar a televisão, cuja essência é a imagem. Ao contrário dela, que exige do público atenção visual e auditiva durante todo o tempo, o rádio pode ser ouvido nos mais diversos ambientes, inclusive no trabalho e no automóvel sem riscos de acidente.

A internet é um híbrido da comunicação. Ela usa o computador e associa a imagem da TV à linha telefônica, acrescentando a ambas o som do rádio e a palavra impressa na tela ou no papel da impressora. No entanto, os sites de notícia não registram nem documentam os fatos com profundidade e distanciamento. Portanto, ao contrário dos impressos, não são ainda testemunhas da história. Sua principal qualidade é a rapidez e sua característica marcante é a edição instantânea. Nesse caso, devemos novamente dar ouvidos à sabedoria popular, segundo a qual “quem tem pressa come cru”. Devido à sua natureza e morosidade, cabe justamente aos impressos “cozinhar” a informação, documentando os fatos do dia-a-dia com temperos refinados, além de oferecer como sobremesa aos leitores a análise especializada da notícia.Continue

” Asneira em queda livre Uol tenta desqualificar  Jornalistas da Record, sem  saber que isto afeta até a pobre e decadente Revista Veja.

.Veja parte da materia:

Não bastasse isso, o “Fala que Eu Te Escuto” também transforma todos os jornalistas da Record em repórteres “telepentecostais”. Esta semana, sem identificação, a jornalista Fabiana Scaranzi, do “Domingo Espetacular”, virou repórter do programa evangélico em matéria sobre drogas.

Não bastasse isso, o “Fala que Eu Te Escuto” também transforma todos os jornalistas da Record em repórteres “telepentecostais”. Esta semana, sem identificação, a jornalista Fabiana Scaranzi, do “Domingo Espetacular”, virou repórter do programa evangélico em matéria sobre drogas.

O Portal deveria ajudar a denunciar o trafico de drogas, mas perde tempo criticando aqueles  que corajosamente o faz…..malandragem pura.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s