Eleição 2014.Institutos de pesquisa viram chacota na ótica dos eleitores.

PIG PESQUISA O QUE QUER
E DIVULGA QUANDO QUER.

Reprodução
 
 
Mídia

Está mais que na hora de discutir a interferência da mídia no processo eleitoral. Na imagem, a entrevista de Aécio Neves no Jornal Nacional.

Durou pouco. Na entrada de 2012, o clima político deteriorou-se. As oposições perceberam que, se não fizessem nada, marchariam para nova derrota na eleição deste ano. Ao analisar as pesquisas de avaliação do governo e notar que Dilma batia recordes de popularidade a cada mês, notaram ser elevadas as possibilidades de o PT chegar aos 16 anos no poder. E particularmente odiosa. Serem derrotadas outra vez por Dilma doía mais do que perder para Lula.

Ela era “apenas” uma gestora petista, sem a aura mitológica do ex-presidente. Sua primeira eleição podia ser creditada, quase integralmente, à força do mito. Mas a segunda, se viesse, seria a vitória de uma candidatura “normal”. Quantas outras poderiam se seguir?

 

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