Aécio Neves diz que PSDB é diferente do PT em corrupção.

Por que o ‘mensalão tucano’, a Lista de Furnas, e os processos contra Aécio no STF não andam?

OS DOCUMENTOS DO MENSALÃO MINEIRO

Relatório da Polícia Federal com a radiografia do caixa 2 da campanha do PSDB ao governo de Minas Gerais em 1998. Ele compromete um ministro na Era Lula e um senador. Envolve o pré-candidato Aécio Neves, deputados federais e estaduais em 17 partidos.

É a denúncia contra os políticos envolvidos no inquérito policial, que investiga o chamado “tucanoduto” – o caixa 2 da malsucedida campanha do senador Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais, em 1998. Com mais de cinco mil páginas, o inquérito tem num relatório da Polícia Federal a completa radiografia de como foi montado o esquema e quem se beneficiou com ele.

Os documentos que integram as 172 páginas dessa conclusão, atingem diretamente o ex-ministro, Walfrido dos Mares Guia (à época vice-governador e candidato a deputado federal), e envolvem o governador de Minas, Aécio Neves (que na ocasião tentava sua reeleição à Câmara). Aécio é nomeado numa lista assinada pelo coordenador financeiro da campanha, Cláudio Mourão, como beneficiário de um repasse de R$ 110 mil.

O relatório compromete ainda 159 políticos mineiros que participaram da disputa de 1998, entre eles senadores e 82 deputados, entre federais e estaduais.

“ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA” –

De acordo com a denúncia, o esquema capturou mais de R$ 100 milhões, com desvio de verbas de estatais e empréstimos bancários. Oficialmente, a campanha de Azeredo custou R$ 8 milhões. A intermediação entre o núcleo da campanha e os políticos favorecidos ficou a cargo da SMP&B, a agência do publicitário Marcos Valério, que, segundo a polícia, lavou parte do dinheiro com notas fiscais frias. Foi um modo de operar que serviu de laboratório de testes para o que, quatro anos depois, viria a ser o Mensalão Federal.

Na página 1.767 do inquérito, Marcos Valério conta que a SMP&B entrou na campanha de Azeredo pela porta do presidente da Confederação Nacional dos Transportes, Clésio Andrade, que era sócio da agência e candidato a vice na chapa dos tucanos. Em 2002, Clésio se elegeu vice de Aécio Neves. Depois, saiu da política.

Aos poucos, todos os envolvidos no escândalo do “mensalão tucano” – que a mídia insiste em chamar de “mensalão mineiro” – vão escapando de qualquer possibilidade de punição. Diferente dos fuzilados no midiático julgamento do “mensalão do PT”, nenhum deles deve ir para a cadeia.

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MINISTRO DO STF CONFIRMA A EXISTÊNCIA DO MENSALÃO MINEIRO, REVELADO POR ISTOÉ, E QUER TRANSFORMAR SENADOR TUCANO EM RÉU POR PECULATO E LAVAGEM DE DINHEIRO.O mensalão PSDB-MG é lindo

 

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Num país onde os três poderes devem conviver em harmonia, gostaríamos que o STF fosse dotado de forças especiais?

Alan Rodrigues e Hugo Marques

Os documentos do mensalão mineiro

ISTOÉ revela relatório da Polícia Federal com a radiografia do caixa 2 da campanha do PSDB ao governo de Minas Gerais em 1998. Ele compromete um ministro de Lula e um senador. Envolve o governador Aécio Neves, deputados federais e estaduais em 17 partidos

ALAN RODRIGUES, de Belo Horizonte, e HUGO MARQUES, de Brasília

http://topicos.estadao.com.br/mensalao-mineiro

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,mensalao-mineiro-nao-e-igual-ao-petista-diz-aecio,56799

http://congressoemfoco.uol.com.br/tag/mensalao-mineiro/

http://www.rogeriocorreia.com.br/wp-content/uploads/2013/04/acao_civil_publica_aecio_neves.pdf

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