Consultor Jurídico.Candidatos que receberam apoio de Silas Malafaia afundaram nas eleições.Verdade gospel.

DISCURSO DE ÓDIO

Herman Benjamin manda retirar do ar vídeo ofensivo a Dilma Rousseff.

Ao conceder a liminar, Herman Benjamin entendeu que houve excesso por parte de Silas Malafaia, uma vez que não se tem notícia alguma de que a candidata Dilma Rousseff, ainda menos por razões religiosas, apoie qualquer grupo terrorista.

Além disso, o ministro concluiu que o discurso da presidente da República na sede da Organização das Nações Unidas em 2012, ao contrário de referendar atos de terror, limitou-se, como fazem chefes de Estado de todas as nações civilizadas, a repudiar a “escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais”.

Citando precedentes da corte, o ministro reiterou que a Justiça Eleitoral pode suspender propagandas eleitorais veiculadas na internet em desacordo com as regras eleitorais ou que ofendam o direito daqueles que participam do processo eleitoral. Com informações da Assessoria de Imprensa do TSE.

Não se conquista votos semeando ódio.Ministro determina imediata suspensão de vídeo  criminoso de  Silas Malafaia contra Dilma.Segundo a representação “o Sr. Silas Malafaia, no vídeo, sugere que a Presidente da República, Sra. Dilma Vana Rousseff, estaria a apoiar ações de grupos criminosos armados terroristas voltados ao assassinato de cristãos.” Os advogados de Dilma afirmam ainda que, “fazendo alusão à candidata Representante, o vídeo exibe uma montagem  monstruosa que contém cenas cruéis e degradantes, o que teria sido reconhecido pelo próprio Sr. Silas Malafaia” e sustentam também a finalidade imoral eleitoral do conteúdo veiculado.  Malafaia editou o vídeo de forma covarde leviana. O vídeo se refere a fala por Dilma, na véspera da assembleia geral da ONU, no último dia 24, em que condenou os ataques covardes dos EUA  na Síria, fortalecendo grupos terroristas que  querem  derrubar o governo da Síria.

“As palavras do Sr. Silas Malafaia – especialmente quando relata a tragédia por que passam milhares de cristãos mundo afora, retirados à força de suas casas, impedidos de professar a sua fé ou condenados à morte por apostasia, confrontados com a destruição de igrejas e assassinato de sacerdotes e pastores – isoladamente se inserem no âmbito da liberdade de expressão e, paralelamente, de culto”, acrescentou o ministro do TSE.

Segundo o ministro, a lei eleitoral veda propaganda que termine por degradar, caluniar, difamar ou injuriar qualquer candidato e também proíbe propaganda de guerra. “E no vídeo há veiculação de imagens violentíssimas de verdadeiros atos de guerra praticados por supostos grupos extremistas”, ressaltou.

Fonte: O Globo

marina silva

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