FMI chega ao Brasil de pires na mão. FHC e sua quadrilha carrega o pires.Epocaestado

Saiu no Globo: “FMI chega hoje ao Brasil ‘de pires na mão’ ”.

  • FMI chega ao Brasil de pires na mão. FHC carrega o pires
  • Com Informação Conversa Afiada

Saiu no Globo, pág. 28:

“FMI chega hoje ao Brasil ‘de pires na mão’ ”

“Christine Lagarde, diretora gerente do Fundo, vai discutir a crise do euro e ajuda à Europa com Dilma, Mantega e Tombini”

“A expectativa é que ela venha discutir a importância de os países se unirem para combater a crise global, que aflige, principalmente, a zona do euro. Em outras palavras, o FMI vem passar o pires.”

Navalha

Breve, o Real, provavelmente, vai fazer parte da cesta de moedas do FMI.

Longe vai o tempo em que o Farol de Alexandria e seus ministros da Fazenda iam de pires na mão a Washington pedir uma grana ao FMI.

O Farol quebrou o Brasil três vezes.

E foi ao FMI de pires na mão três vezes.

Madame Lagarde deveria pedir ajuda ao Farol para carregar o pires.

Ele fala frances …

Enquanto isso, amigo navegante, veja que horror !

Os BRICs serão capazes de melhorar a qualidade de vida de todo o mundo.

Eles que serão o principal motor da economia mundial.

Aqui, ainda muitos neolibelês (*) consideram que o Braasil não deveria fazer parte dos BRICs.

Deveria fazer parte time dos vira-latas.

Outros, colonistas (**) da Folha (***), acham que os BRICs são uma quimera.

Uma operação de marketing de Jim O’Neill, presidente do Goldman Sachs Asset Management e o economista que, num estudo de 2001, criou o acrônimo BRIC.

Veja o que ele diz no Valor desta quinta-feira:

Dez anos de novos Bric para o mundo

Ao olharmos para o futuro, nos próximos dez anos, os quatro países provavelmente verão desaceleração em seus índices de crescimento, mas sua participação no PIB mundial quase certamente aumentará. A China parece encaminhada a crescer de 7% a 8%, já que terá de enfrentar vários desafios, mas a Índia pode ter aceleração e por fim atingir taxas de crescimento no estilo chinês, especialmente se persistir em seu recém-descoberto zelo por reformas, como a importante decisão de dar boas vindas ao controle majoritário estrangeiro em empresas do setor de varejo. Em poucos anos, o PIB nominal combinado dos quatro países superará tanto o dos Estados Unidos como o da Europa. …

Com base em seu provável crescimento, a segunda parte de meu relatório de 2001 argumentava que os Bric precisavam assumir papel mais central na formulação mundial de políticas econômicas. Eles continuaram excluídos por muitos anos, o que os levou a promover seus encontros políticos conjuntos anuais. Na verdade, foi necessária uma crise total como a de 2008, para os países avançados finalmente perceberem a importância central dos Bric para a economia mundial moderna, sendo que a decisão de colocar o G-20 no centro da formulação política global foi basicamente uma iniciativa para incluir os Bric. Em 2001, argumentei que cada um dos Bric deveria juntar-se aos EUA, Japão, região do euro e talvez Canadá e Reino Unido para formar algum novo “G”, talvez um G-9 ou um novo G-7, se Reino Unido e Canadá ficassem excluídos. …

Enquanto isso, à medida que os países do Bric continuem a ver sua sorte melhorar, proporcionarão mais e mais oportunidades para que o resto de nós aprimore seus padrões de vida e prosperidade. De fato, para que o mundo continue crescendo frente aos desafios que se apresentam a muitas economias desenvolvidas, precisamos da argamassa econômica dos Bric, algo que, por sorte, eles têm de sobra.

Que horror !

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