Veja como o Epocaestado destruiu o Grupo Abril.O jornalismo covarde de Veja e o silêncio profissional.

Mensalão da Editora Abril & PSDB.

Com matérias como essa, levamos o grupo a nocaute .Hoje, no Brasil ter apoio da mídia golpista  é pedir para perder as eleições. Veja e PSDB: unha e carne.Veja financia PSDB.

O caso de Veja por Luís Nassif.

O mensalão da Editora Abril
Daniel Bezerra, editor geral

Associação Mafiomidiática

Numa minuciosa pesquisa aos editais publicados no Diário Oficial, o blog descobriu o que parece ser um autêntico “mensalão” pago pelo tucanato ao Grupo Abril e a outras editoras. Veja algumas das mamatas:


– DO [Diário Oficial] de 23 de outubro de 2007. Fundação Victor Civita. Assinatura da revista Nova Escola, destinada às escolas da rede estadual. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 408.600,00. Data da assinatura: 27/09/2007. No seu despacho, a diretora de projetos especial da secretaria declara ‘inexigível licitação, pois se trata de renovação de 18.160 assinaturas da revista Nova Escola’.


– DO de 29 de março de 2008. Editora Abril. Aquisição de 6.000 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 2.142.000,00. Data da assinatura: 14/03/2008.


– DO de 23 de abril de 2008. Editora Abril. Aquisição de 415.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 30 dias. Valor: R$ 2.437.918,00. Data da assinatura: 15/04/2008.


– DO de 12 de agosto de 2008. Editora Abril. Aquisição de 5.155 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 365 dias. Valor: R$ 1.840.335,00. Data da assinatura: 23/07/2008.


– DO de 22 de outubro de 2008. Editora Abril. Impressão, manuseio e acabamento de 2 edições do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 4.363.425,00. Data daassinatura: 08/09/2008.


– DO de 25 de outubro de 2008. Fundação Victor Civita. Aquisição de 220.000 assinaturas da revista Nova Escola. Prazo: 300 dias. Valor: R$ 3.740.000,00. Data da assinatura: 01/10/2008.


– DO de 11 de fevereiro de 2009. Editora Abril. Aquisição de 430.000 exemplares do Guia do Estudante. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 2.498.838,00. Data da assinatura: 05/02/2009.


– DO de 17 de abril de 2009. Editora Abril. Aquisição de 25.702 assinaturas da revista Recreio. Prazo: 608 dias. Valor: R$ 12.963.060,72. Data da assinatura: 09/04/2009.


– DO de 20 de maio de 2009. Editora Abril. Aquisição de 5.449 assinaturas da revista Veja. Prazo: 364 dias. Valor: R$ 1.167.175,80. Data da assinatura: 18/05/2009.


– DO de 16 de junho de 2009. Editora Abril. Aquisição de 540.000 exemplares do Guia do Estudante e de 25.000 exemplares da publicação Atualidades – Revista do Professor. Prazo: 45 dias. Valor: R$ 3.143.120,00. Data da assinatura: 10/06/2009.

Negócios de R$ 34,7 milhões.


Somente com as aquisições de quatro publicações “pedagógicas” e mais as assinaturas da Veja, o governo tucano de José Serra transferiu, dos cofres públicos para as contas do Grupo Civita, R$ 34.704.472,52 (34 milhões, 704 mil, 472 reais e 52 centavos). A maracutaia é tão descarada que o Ministério Público Estadual já acolheu representação do deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) e abriu o inquérito civil número 249 para apurar irregularidades no contrato firmado entre o governo paulista e a Editora Abril na compra de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola.


Esta “comprinha” representa quase 25% da tiragem total da revista Nova Escola e injetou R$ 3,7 milhões aos cofres do ‘barão da mídia’ Victor Civita. Mas este não é o único caso de privilégio ao Grupo Abril. O tucano Serra também apresentou proposta curricular que obriga a inclusão no ensino médio de aulas baseadas nas edições encalhadas do ‘Guia do Estudante’, outra publicação do grupo.

PROVAS IRREFUTÁVEIS: A Veja foi vista abraçada com Zero Hora descendo no Arroio Dilúvio

Quem acredita em VEJA só pode ser ingênuo ou idiota. Vamos aos fatos dessa semana

Da redação

Como detentor pelo menos dois neurônios em total conexão um com o outro, me sinto na obrigação de chamar a razão de volta, pelo menos neste pequeno porém nobre meio de comunicação que é a Revista Consciência.Net.

O panfleto político VEJA afirma que Vinícius Castro, sócio do filho da ex-ministra Erenice Guerra, recebeu R$ 200 mil por suposta influência na compra de Tamiflu, para tratamento de infectados pelo vírus da gripe H1N1, no ano passado. Na mente doentia dos editores de VEJA, o governo teria comprado mais Tamiflu do que o necessário, “de modo a obter uma generosa comissão pelo negócio”. VEJA diz ter tudo gravado e, evidentemente, nunca mostrará nada. Chama-se “blefe”.

Agora vamos a questões LÓGICAS:

1. Preço foi 76,7% mais baixo do que o de mercado.

2. Como poderia ser facilitada uma compra em que só há UM produtor mundial?!

3. Em 2009, o Brasil foi criticado, mas pelo contrário: comprara pouco. Havia reserva para apenas 5% da população, enquanto que em outros países essa taxa era muito maior: entre 30% e 45%. As sete compras realizadas para aumentar essa taxa somam, de fato, R$ 400 milhões. Ou 76,7% abaixo do preço de mercado… Acabou aí o “motivo” para a “comissão”.

4. A empresa Roche, portanto, deve estar repleta de gente que adora rasgar dinheiro: além de ter vendido abaixo do preço de mercado, ainda distribuiu cachê para os assessores da Casa Civil, numa compra em que não havia concorrentes…

5. Como todos podem imaginar, nenhuma dessas informações consta na reportagem, que publicou a respeito disso apenas uma linha: “O Ministério da Saúde, que já gastou 400 milhões de reais com a aquisição do remédio desde o ano passado, afirma que não houve qualquer ingerência da Casa Civil – e que a quantidade de Tamiflu comprada foi definida somente por critérios técnicos”. É sério: eles acabam por aqui (pode conferir).

Cabe registrar que o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, é uma vitória dos movimentos sociais. Um médico sanitarista formado na Fiocruz, tendo obtido grande respeito por sua atuação na Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP) e em outras entidades em mais de 30 anos de atuação profissional. A saúde passa por um momento político de ouro a nível federal. Segundo Temporão, a Casa Civil não possui qualquer tipo de influência na compra de medicamentos…

Plano de Banda Larga seria uma “invenção” que custa caro

Como VEJA não tem nenhuma prova sobre o caso, passa a falar totalmente do nada sobre o caso da UNICEL, empresa de Telecom que supostamente se deu bem na Casa Civil. O grande lance deles seria participar do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que VEJA classifica como “uma invenção que vai consumir 14 bilhões de reais para universalizar o acesso a internet no Brasil”. Novamente uma série de conjecturas, suposições, ironias…

VEJA tem a cara de pau de fazer o leitor imaginar que o tal valor que a UNICEL deveria pagar para entrar no mercado – reduzido de R$ 9,3 milhões para R$ 930 mil – foi por pura influência da Casa Civil. Não informou – por puro esquecimento – que foi decisão na Justiça, obtida por liminar. O pior: não informa que a UNICEL perdeu a briga na Justiça e teve de retornar ao valor original, isso em 2007.

Outro “esquecimento” de VEJA: não cogitou que o Comitê Gestor de Banda Larga trabalha efetivamente para fortalecer empresas de pequeno porte. Isso se chama, nas palavras de técnicos do setor, de “dar chance a empreendedores nacionais”. Gabriel Boavista Lainder, assessor da Casa Civil, exemplifica, em nota publicada hoje pelo Globo: “Se o Steve Jobs (fundador da Apple) tivesse nascido no Brasil, a Apple não existia. No Brasil, só se você é grande você pode operar”.

Claro que, para VEJA, isso é um crime. Imagina! Dar chance a empresa pequena, onde já se viu…

Agora, voltando ao que interessa: Cadê as provas do tráfico de influência?

Pra quê provas, afinal? O leitor de VEJA não sabe ler mesmo…

Já na semana passada, a VEJA chegou a publicar a prova do próprio crime… Leia o aqui texto de Luis Nassif.

estória (com “e”) da VEJA aqui.

nota do Ministério da Saúde aqui.

Original deste texto: http://www.consciencia.net/quem-acredita-em-veja-so-pode-ser-ingenuo-ou-idiota-vamos-aos-fatos-dessa-semana/

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