Denúncias multinacionais da sujíssima Veja. Veja é capital especulativo de fundo de quintal.

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Está na hora de se começar a investigar mais a fundo a associação da Veja com o crime organizado.

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By Helio Fernandes – Tribuna da Imprensa 06/02/2006 At 22:29

… Só que hoje minha condenação vai para a Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos multinacionais que vieram para o Brasil como o último refúgio para não irem para a cadeia.

Helio Fernandes – Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro, terça-feira, 01 de novembro de 2005 –  http://www.tribuna.inf.brDenúncias multinacionais daSujíssima VejaNão quero que seja e não é mesmo defesa do PT-PT, do PT-governo ou de condenação ao descumprimento das promessas de campanha. Isto o repórter tem feito desde que constatou, sem qualquer dúvida, que o governo Lula era simples continuação, continuísmo, continuidade do retrocesso de 80 anos em 8 de FHC. A partir de 2003, não deixei um dia de manifestar a minha desesperança em relação ao que estava acontecendo.Agora, continuo na mesma condenação ao que eu esperava fosse um verdadeiro governo e que não passa de mais um desgoverno. Que FHC fizesse tudo o que as multinacionais desejavam, esperavam e até exigiam, nenhuma surpresa. Mas que Lula, na presidência, com a sua história e a bela trajetória do seu PT, tentasse ser ainda mais subserviente e complacente do que o anterior, não posso aceitar de modo algum.

Só que hoje minha condenação vai para a Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos multinacionais que vieram para o Brasil como o último refúgio para não irem para a cadeia.

Dados, números, época, circunstâncias, trajetórias, passado, tudo o que se possa imaginar está presente no currículo da Sujíssima Veja e sua chegada ao Brasil. Os Civitas se estabeleceram primeiro na Itália, não têm pátria, a não ser o capital multinacional espúrio e corrupto, mas foi lá que nasceram. Como já começaram corruptos e corruptores, tiveram que fugir para não serem presos.

Foram para a Argentina, parecia um bom lugar para recomeçar. Havia um ponto principal que recomendava a Argentina: alguns dos mais importantes nazistas haviam fugido para lá, na tentativa de escapar aos julgamentos. E todos tinham muito dinheiro, uma boa expectativa. Mas como continuaram agindo como na Itália, foram expulsos.

Escolheram então os Estados Unidos, a terra da promissão, da imigração, da não punição. Ficaram lá algum tempo, mas o sangue é mais forte, não podiam escapar desse hábito congênito. Se envolveram no que se chamou espetacularmente de “escândalo da prata”, foram presos. Mas como os Civitas não tinham escrúpulos e o governo americano nenhum constrangimento, fizeram acordo: viriam para o Brasil, tentar um “empreendimento” jornalístico. Muito bem municiados e protegidos pelo “sistema”, que FHC só chama de establishment.

Que loucos montariam empresa jornalística em plena ditadura? Chegaram aqui em 1967 com muito dinheiro. (Não como o que era fornecido pelo Banco Rural, mas com a garantia da publicidade das empresas multinacionais que dominam o mundo). Lançaram a Sujíssima em 1968, já na pré-ditadura verdadeira, os anos anteriores foram de preparação. Quando a Sujíssima foi lançada, esta Tribuna da Imprensa já estava completando 10 anos de censura I-M-P-L-A-C-Á-V-E-L.

Nenhum problema para a Sujíssima Veja. Preparavam matérias “duras contra a ditadura”, que sabiam que iam ser “vetadas”. E faziam a revista com outras reportagens, doces e satisfatórias para o regime de exceção. Com o dinheiro de fora e a ingenuidade e a cumplicidade daqui de dentro, enriqueceram, iludiram, falsearam, falcatruaram, desfiguraram, mas ficaram impunes e enriquecidos. O que não haviam conseguido na Itália ou na Argentina.

Agora, como se julgam mesmo poderosos, encampam ordens da Matriz e forjam reportagens juntando Lula e Fidel Castro, tudo o que o governo Bush, em baixa acelerada, mais deseja. E o NYTimes, também em queda sem sinais de ascensão, deve até repercutir. Todos os dados publicados são falsos, perdão, F-A-L-S-Í-S-S-I-M-O-S. Não resistem a uma análise mais superficial. Os personagens citados, tão desmoralizados que nem eles mesmos acreditaram.

É uma podridão imensa que não pode passar sem protesto, sem advertência, sem revolta. Bush e a Sujíssima, tudo a ver. Mas isso não é jornalismo e sim pagamento por serviços prestados.

PS – Nos tempos áureos da revista O Cruzeiro, aproveitando a repercussão, foi lançada a revista O Cruzeiro em castelhano. Lógico, receptividade muito maior do que a Life também em castelhano, a única que existia. O sucesso foi tão grande, que o Departamento de Estado, movimentado por Henry de Luce, dono da Life, Time, Fortune e Sport Ilustrated, proibiu toda e qualquer publicidade.
PS 2 – Com isso, a revista O Cruzeiro em castelhano durou pouco tempo. E como a proibição também atingia a revista O Cruzeiro em português, esta foi arrastada. Uma operação INVERSA do que foi feito com a SUJÍSSIMA VEJA.

 http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2005/novembro/01/coluna.asp?coluna=helio

Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro, terça-feira, 01 de novembro de 2005 –  http://www.tribunadaimprensa.com.br

Coluna de Hélio Fernandes –  http://www.tribuna.inf.br/coluna.asp?coluna=helio

Edições anteriores –  http://www.tribunadaimprensa.com.br/anteriores.asp

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