Eleições 2018.AFILIADA DA REDE GLOBO EM GOIÁS É DEPREDADA.POR QUE MORO FAZ MAL AO PAÍS.

POR QUE MORO FAZ MAL AO PAÍS

http://www.conversaafiada.com.br/economia/azenha-e-requiao-denunciam-mamata-do-bndes-para-a-globo

MST INVADE SEDE DE AFILIADA DA REDE GLOBO EM GOIÁS.

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Grupo Jaime Câmara, um dos maiores conglomerados de mídia regional do país, abriga, entre outros veículos, a TV Anhanguera, associada da emissora que foi classificada pelo ex-presidente Lula como o principal partido de oposição do Brasil; grupo de 70 manifestantes pichou paredes com as frases “Fora Globo”, “Não vai ter golpe” e “Rede Esgoto Fora”; ainda colou cartazes no interior do prédio vinculando a Rede Globo à ditadura militar; num deles, o falecido ex-presidente do Grupo Globo, Roberto Marinho, aparece de mãos dadas ao general João Figueiredo, último dos presidentes militares, com a frase “Filha da ditadura, Globo não tolera muita democracia”; no fim de semana, colunista do Globo pediram a volta dos militares.

MST invade a Globo

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Casa Marinho

Por Renan Antunes de Oliveira, de Paraty (RJ)

A mansão de veraneio dos herdeiros do magnata da Globo Roberto Marinho também é um triplex e também está sendo investigada pelo Ministério Público Federal, mas num processo em ritmo bem mais light e sem publicidade.

Os arquitetos que a projetaram e os engenheiros que a ergueram zombaram das leis ambientais: ela está totalmente irregular.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO – Um vagabundo a serviço de quem ?

Grupo Abril.Uol  publica cartilha de Serra  para desqualificar Russomanno.

247.O juiz Sergio Moro, que se tornou uma personalidade nacional com a Operação Lava Jato, sofreu sua primeira derrota diante da opinião pública na tarde de ontem; reportagem do site da revista Exame apontou que a hashtag #ExplicaMoroPorqueSoPT foi o tema mais comentado do dia; fenômeno evidencia que, para boa parte da sociedade, o juiz paranaense cumpre uma agenda política, que protege o PSDB e visa destruir o PT; assim como o tesoureiro João Vaccari foi citado por delatores, o mesmo ocorreu com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (PSDB-MG), mencionado pelo doleiro Alberto Youssef como dono de uma diretoria em Furnas que pagava propinas mensais de US$ 120 mil a políticos; Moro descobriu esquemas de Youssef na Petrobras, mas também na estatal mineira Cemig; nos dois casos, enxergou suspeitas, mas só no primeiro decidiu investigar; acusação de parcialidade já revela que o juiz está longe de ser unanimidade nacional.

Paraná 247 – O juiz Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato, sofreu ontem sua primeira derrota diante da opinião pública. Segundo reportagem do portal da revista Exame, a hashtag #ExplicaMoroPorqueSoPT chegou ao primeiro lugar dos assuntos mais comentados do dia no Brasil.

Como uma das imagens da Justiça é a cegueira ao mundo exterior, para garantir sua imparcialidade, o carimbo de um juiz que cumpre uma agenda política não contribui para a imagem de herói nacional, construída por alguns meios de comunicação – em especial a Globo, que deu a ele o prêmio de Brasil que “faz diferença”.

Ontem, o jornalista Renato Rovai, que edita a revista Fórum, publicou um texto que se encaixa nesse contexto. “Livre de qualquer investigação, Aécio comemorou a prisão de Vaccari e começou a articular o impeachment de Dilma. E junto dele, com a mesma cara de pau, estava o presidente do DEM, Agripino Maia, acusado de receber R$ 1 milhão em propina”, disse ele no artigo ‘Vaccari e Aécio: dois citados na Lava Jato. Um é preso. O outro pede impeachment’.

As citação a Aécio não são menos graves do que as que atingem Vaccari. Segundo a Polícia Federal, o tesoureiro do PT foi preso porque, além das delações, foram encontrados “depósitos picados” de R$ 300 mil nas contas de seus familiares ao longo dos últimos anos.

Aécio foi citado pelo protagonista do enredo, o doleiro Alberto Youssef, como ‘dono’ de uma diretoria em Furnas, a de Dimas Toledo, que pagava um mensalão de US$ 120 mil a políticos durante o governo FHC (assista aqui o vídeo e leiareportagem do Tijolaço a respeito).

Ao se focar apenas no PT, cumprindo uma agenda que parece ter como objetivo a própria extinção do partido, como defende o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), Moro cria, nas palavras do jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, a sensação de uma “justiça injusta”.

“Ele jamais deu à Lava Jato uma coloração apartidária, assim como Joaquim Barbosa e o STF, um pouco atrás, para o Mensalão. Mais uma vez, fica a sensação que o principal alvo não é exatamente a corrupção, mas o PT e o governo Dilma. E disso resulta a percepção, entre tantos brasileiros, de uma justiça injusta, simbolizada há algum tempo em JB e agora em Moro”, afirma Nogueira (leia mais aqui).

No início da Operação Lava Jato, Moro também flagrou operações de Youssef na Cemig. Mas afirmou que não iria investigar o caso porque não tinha conexão com a Petrobras – que também não era o foco inicial das investigações de Moro. No caso, a Investminas, do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor, teria pago uma propina de R$ 4,6 milhões à MO Consultoria, do doleiro Alberto Youssef, para vender alguns ativos à Light, empresa do Rio de Janeiro, controlada pela Cemig, estatal que é a joia da coroa mineira. Moro não tomou nenhuma providência relacionada ao caso – ao menos, até agora – porque, segundo ele próprio disse, não estaria relacionado aos desvios na Petrobras. Eis o que escreveu Moro:

A Investminas Participações S/A confirmou, em petição de 21/10/2014 (evento 18) pagamento de 4.600.000,00 (R$ 4.317.100,00 líquidos) à MO Consultoria. Alegou que remunerou conta indicada por Alberto Youssef em decorrência de intermediação e serviços especializados deste na venda de suas ações na Guanhães Energia S/A para a Light Energia S/A, com intervenção a CEMIG Geração e Transmissão S/A. Juntou como prova os contratos e notas fiscais pertinentes, todos com suspeita de terem sido produzidos fraudulentamente. Alegou que Alberto Youssef seria ‘empresário que, à época, detinha conhecimento do setor elétrico e reconhecida expertise na área de assessoria comercial’. Aparentemente, trata-se de negócio que, embora suspeito, não estaria relacionado aos desvios na Petrobras.

Leia, abaixo, a reportagem da Exame sobre a presença de Moro no topo dos TTs do Twitter:

Da exame:

Um dia após a prisão de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT até o fim da tarde de ontem, militantes do partido fazem tuitaço contra o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, que investiga o escândalo de corrupção na Petrobras.

A hashtag do ato #ExplicaMoroPorqueSoPT é a primeira na lista dos trending topics do Twitter na tarde desta quinta-feira. Os manifestantes questionam a imparcialidade da Justiça e reinvindicam a investigação de casos de corrupção que envolvem o PSDB.

Na decisão que ordenou a prisão de Vaccari, Moro refutou a ideia de que a responsabilidade pelo escândalo seja exclusiva do PT. “Não se trata aqui de prisão contra a agremiação partidária à qual ele (Vaccari) pertence. A corrupção não tem cores partidárias. Não é monopólio de agremiações políticas ou de governos específicos”, escreveu na decisão.

Aos 42 anos, Moro é um dos principais especialistas em lavagem de dinheiro no país. Discreto, tende a não revelar muitos detalhes da sua vida pessoal. A esposa dele seria assessora jurídica de Flávio José Arns (PSDB), vice-governador do estado do Paraná, de acordo com informações do blog Conversa Afiada.

Professor de Direito Processual Penal Universidade Federal do Paraná, Moro concluiu o Program of Instruction for Lawyers da Universidade de Harvard e é doutor em Direito pela UFPR.

Em reação ao protesto favorável ao Partido dos Trabalhadores, internautas contrários ao governo tuítam com a hashtag #SomosTodosMoro, que não aparece na lista dos trending topics da rede de microblog

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