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Satélite da Telebrás opera para a estratégia militar dos EUA!

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Que a comunicação via satélite é fundamental na defesa da soberania nacional, é de conhecimento até do mundo mineral, como diria o Mino Carta.

Países sérios tratam essa indústria como prioridade porque sabem o peso que ela tem sobre campos dos mais diversos – da democratização do acesso à banda larga até o desenvolvimento de ações militares de altíssimo risco.

No Brasil, várias empresas estrangeiras já metem o bedelho na indústria de comunicação via satélite: Hispasat, Telesat Canada Yasat, Star One e Hughes.

E, recentemente, como o amigo navegante sabe, esse governo de canalhas e canalhas decidiu, com protagonismo do Ministro (sic) Gilberto Kassab, o Kibe, entregar o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) à norte-americana Viasat.

Ou seja, os americanos vão usar 100% da capacidade em banda ka de um satélite que foi construído justamente para escapar da espionagem… dos americanos!

Para, teoricamente (teoricamente, como sustenta a TV Afiada), levar internet banda larga a áreas rurais.

Na prática, a Viasat vai operar comercialmente no Brasil – para cuidar, inclusive das comunicações do Governo (sic).

Isso, claro, vai parar  na Justiça.

Mas, até lá, é provável que os militares brasileiros passem a se comunicar em inglês, via satélite brasileiro.

Afinal, isso já facilita o trabalho de escuta dos americanos, não é isso, amigo navegante?

Apenas para comparação, o Conversa Afiada faz questão de oferecer a tradução de importante reportagem que o site Satellite Today publicou na quinta-feira, 22/III, em que se mostra como os norte-americanos encaram a comunicação via satélite:

NDAA: Um longo adiante para um Satcom mais forte e unificado

Com a recente assinatura, por parte do Presidente, da Lei de Autorização à Defesa Nacional (NDAA, na sigla em inglês) para o ano fiscal de 2018, o governo dos Estados Unidos dá um grande passo rumo ao reconhecimento da importância da resiliência espacial e de uma consistente e consolidada liderança estratégica no espaço. O potencial impacto disso não pode ser exagerado.

A NDAA serve como uma resposta legislativa para a urgente necessidade de que usuários militares tenham pronto acesso a comunicação via satélite (satcom) resiliente, robusta e segura. Com o ambiente espacial crescendo cada vez mais contestado e operacionalmente desafiado, a NDAA fornece uma estrutura para uma crucial reorganização e consolidação das capacidades espaciais – e marca o primeiro passo nessa direção.

No momento em que o Legislativo e o Executivo avançam na implementação da lei, há três grandes áreas para observar:

CONSOLIDAÇÃO DA COMUNICAÇÃO VIA SATÉLITE

Em meio às principais provisões da NDAA para o ano fiscal de 2018, em termos de programas de segurança nacional no espaço, estão mudanças na organização e na gestão espacial. A NDAA exige que o vice-Secretário de Defesa desenvolva um plano independente para estabelecer um departamento militar separado e responsável pelas atividades espaciais de segurança do Departamento de Defesa até 31 de dezembro de 2018. Esse é um claro reconhecimento de que a comunicação via satélite aparece como uma área que requer foco e energia em níveis extremamente altos. Um escritório único do Departamento de Defesa supervisionará todas as atividades espaciais do País, reivindicando a propriedade das aquisições, políticas e práticas, que abordarão questões-chave como a necessidade de elevar as capacidades de comunicação via satélite, garantindo um ambiente especial mais protegido.

CAPACIDADES DE SATCOM EXPANDIDAS

Sob a NDAA, a comunicação via satélite vai “ganhar destaque” em novas e atraentes formas. Tudo isso vai começar com o comandante do Comando Espeacial da Força Aérea (AFSPC) e comandante do Componente Espacial da Força Conjunta, General John W. Raymond.

O General Raymond terá um mandato de pelo menos seis anos, como única autoridade para organizar, treinar, equipar e manter o espaço e o cyber-espaço prontos para missões do Comando Aeroespacial dos Estados Unidos, do Comando Estratégico dos Estados Unidos e de outros comando ao redor do mundo.

Isso mostra um movimento ainda mais profundo em direção à consolidação da autoridade, ao mesmo tempo em que especifica que o comsatcom (comunicação comercial via satélite) é um fator chave no modelo de aquisição do espaço por parte do governo. Pela primeira vez, o comsatcom vai “se sentar” logo ao lado da comunicação militar  via satélite (milsatcom), uma transição que possibilitará ao Departamento de Defesa ter a vantagem de uma abordagem totalmente integrada à comunicação via satélite, conforme ela avança rumo a uma arquitetura unificada.

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Clarín: Estados Unidos manejam a Lava Jato para destruir o Brasil e a América Latina

Reportagem da versão chilena do jornal Clarín mostra como o governo norte-americano forma procuradores e influencia no fenômeno do lawfare para derrubar chefes de governo e impor novas lideranças comprometidas com as políticas de austeridade neoliberal  Por El Clarín Chile, com tradução da Carta Maior Num discurso feito em julho deste ano, no qual felicitava.

Reportagem da versão chilena do jornal Clarín mostra como o governo norte-americano forma procuradores e influencia no fenômeno do lawfare para derrubar chefes de governo e impor novas lideranças comprometidas com as políticas de austeridade neoliberal 

Por El Clarín Chile, com tradução da Carta Maior

Num discurso feito em julho deste ano, no qual felicitava a si mesmo, o subprocurador geral estadunidense Kenneth A. Blanco, que dirigia a Divisão Penal do Departamento de Justiça (porque logo o Secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, o escolheu para encabeçar a Direção de Investigação sobre Delitos Financeiros), se referiu ao veredito condenatório ditado contra o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, como o principal exemplo dos “resultados extraordinários” alcançados graças à colaboração do Departamento de Justiça (DOJ, por sua sigla em inglês) com os promotores brasileiros na operação “anti corrupção” chamada Lava Jato.

A unidade da Divisão Penal do DOJ que colabora com a Lava Jato é a Seção de Fraudes. De novembro de 2014 até junho de 2017, quem dirigia a Seção de Fraudes do DOJ era ninguém menos que Andrew Weissman. Ao deixar essa função, ele foi transferido e passou a formar parte do grupo de choque contra Trump encabeçado pelo Procurador Especial do FBI, Robert Mueller. Weissman tem sido, há muito tempo, o principal assessor de Mueller, e seu histórico de conduta indevida lhe valeu o apelido de “pitbull judicial de Mueller”.

Agora que se está ficando evidente o assalto judicial de Mueller contra a Presidência dos Estados Unidos, com cada vez mais membros de sua equipe ficando expostos por sua corrupção e atos ilegais, é de se esperar que sua operação latino-americana, a Lava Jato, terá a mesma sorte.

Como se sabe, Weissman foi retirado da equipe de caça às bruxas porque transcendeu à luz pública sua parcialidade a favor de Hillary Clinton. Agora cada vez que se menciona a Weissman na imprensa estadunidense é para fazer referência à profunda corrupção que inunda o Departamento de Justiça e o FBI.

As ex-presidentas do Brasil e da Argentina, Dilma Rousseff e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente, denunciaram na semana passada que os líderes nacionalistas e progressistas de todo o continente estão sendo submetidos sistematicamente ao que denominam lawfare, o uso da lei como arma de guerra, com o propósito de impor mudanças de governo e instalar chefes de Estado comprometidos com as políticas de austeridade neoliberal que vão destruindo a região. O discurso de Blanco demonstra que por trás do tal lawfare estão os mesmos interesses imperiais que buscam dar um golpe de Estado em seu próprio país, depor o presidente Donald Trump do seu cargo e instalar alguém ainda mais fiel aos interesses do mercado.

Em discurso mais recente, Blanco se jactou do papel do DOJ em toda esta farsa, durante um evento chamado Diálogo Interamericano, na palestra “Lições do Brasil: Crise, corrupção e cooperação global”. Na ocasião, Blanco deu as boas-vindas ao seu amigo Rodrigo Janot, quem foi há até pouco tempo, e durante anos, o Procurador Geral da República do Brasil, e um dos principais sicários da Lava Jato.

“É difícil imaginar, na história recente, uma melhor relação de cooperação que esta entre o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e os procuradores brasileiros. Esta cooperação nos ajudou de forma substancial com uma série de temas públicos que agora estão resolvidos, e continuamos juntos em uma série de investigações”, afirmou Blanco.

“A cooperação entre o DOJ e o Ministério Público brasileiro levou a resultados extraordinários. Só em 2016, por exemplo, o FBI e a Lava Jato estiveram cooperando e se coordenaram nas resoluções de quatro casos relacionados com a Lei sobre Práticas Corruptas no Exterior (FCPA por sua sigla em inglês), ligado às empresas Embraer, Rolls Royce, Braskem e Odebrecht. O caso da Odebrecht em particular é notável, devido ao seu alcance e sua extensão”, continuou Blanco, que também lembrou que “os procuradores brasileiros conseguiram um veredito condenatório contra o ex-presidente Lula da Silva, acusado de receber subornos da empreiteira OAS em troca de contratos com a Petrobras. Casos como este são os que colocaram o Brasil no topo do ranking dos países que trabalham para combater a corrupção tanto dentro quanto fora do país”.

Blanco revelou, nesse discurso, que a cooperação entre o DOJ e os procuradores brasileiros é tão grande que “operam inclusive fora dos processos formais, como nos tratados de assistência judicial mútua”, que consistem em simples ligações telefônicas de uns para outros, para trocar informações ou solicitar evidências driblando as formalidades legais quando é necessário.

Procuradores e promotores de toda a região entram e saem dos escritórios do Departamento de Justiça estadunidense (o mexicano Raúl Cervantes, quem Blanco considera um “bom amigo”, a panamenha Kenia Porcell”, e muitos outros na Colômbia, no Equador e em vários países do continente) para falar sobre as ações “contra a corrupção”, segundo o discurso do subprocurador. Embora o mesmo não tenha citado os juízes Claudio Bonadio e Sérgio Moro – responsáveis pelas condenações a Lula da Silva e Cristina Fernández de Kirchner, respectivamente – sabe-se que ambos também são parte desse esquadrão de elite judiciário, e figuras centrais da nova política de choque para o continente.

https://www.revistaforum.com.br/clarin-estados-unidos-manejam-lava-jato-para-destruir-o-brasil-e-america-latina/https://www.revistaforum.com.br/clarin-estados-unidos-manejam-lava-jato-para-destruir-o-brasil-e-america-latina/

EU CUIDO DE TI – Amanda Wanessa –

Policial Militar cantando – So tua graça me basta.

Military Police singing – Only your grace is enough for me