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A Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos.

http://www12.senado.leg.br/hpsenado. Todos tem que conhecer.

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Denúncias multinacionais da sujíssima Veja
By Helio Fernandes – Tribuna da Imprensa 06/02/2006 At 22:29

… Só que hoje minha condenação vai para a Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos multinacionais que vieram para o Brasil como o último refúgio para não irem para a cadeia.

Helio Fernandes – Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro, terça-feira, 01 de novembro de 2005 –  http://www.tribuna.inf.brDenúncias multinacionais daSujíssima VejaNão quero que seja e não é mesmo defesa do PT-PT, do PT-governo ou de condenação ao descumprimento das promessas de campanha. Isto o repórter tem feito desde que constatou, sem qualquer dúvida, que o governo Lula era simples continuação, continuísmo, continuidade do retrocesso de 80 anos em 8 de FHC. A partir de 2003, não deixei um dia de manifestar a minha desesperança em relação ao que estava acontecendo.Agora, continuo na mesma condenação ao que eu esperava fosse um verdadeiro governo e que não passa de mais um desgoverno. Que FHC fizesse tudo o que as multinacionais desejavam, esperavam e até exigiam, nenhuma surpresa. Mas que Lula, na presidência, com a sua história e a bela trajetória do seu PT, tentasse ser ainda mais subserviente e complacente do que o anterior, não posso aceitar de modo algum.

Só que hoje minha condenação vai para a Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos multinacionais que vieram para o Brasil como o último refúgio para não irem para a cadeia.

Dados, números, época, circunstâncias, trajetórias, passado, tudo o que se possa imaginar está presente no currículo da Sujíssima Veja e sua chegada ao Brasil. Os Civitas se estabeleceram primeiro na Itália, não têm pátria, a não ser o capital multinacional espúrio e corrupto, mas foi lá que nasceram. Como já começaram corruptos e corruptores, tiveram que fugir para não serem presos.

Foram para a Argentina, parecia um bom lugar para recomeçar. Havia um ponto principal que recomendava a Argentina: alguns dos mais importantes nazistas haviam fugido para lá, na tentativa de escapar aos julgamentos. E todos tinham muito dinheiro, uma boa expectativa. Mas como continuaram agindo como na Itália, foram expulsos.

Escolheram então os Estados Unidos, a terra da promissão, da imigração, da não punição. Ficaram lá algum tempo, mas o sangue é mais forte, não podiam escapar desse hábito congênito. Se envolveram no que se chamou espetacularmente de “escândalo da prata”, foram presos. Mas como os Civitas não tinham escrúpulos e o governo americano nenhum constrangimento, fizeram acordo: viriam para o Brasil, tentar um “empreendimento” jornalístico. Muito bem municiados e protegidos pelo “sistema”, que FHC só chama de establishment.

Que loucos montariam empresa jornalística em plena ditadura? Chegaram aqui em 1967 com muito dinheiro. (Não como o que era fornecido pelo Banco Rural, mas com a garantia da publicidade das empresas multinacionais que dominam o mundo). Lançaram a Sujíssima em 1968, já na pré-ditadura verdadeira, os anos anteriores foram de preparação. Quando a Sujíssima foi lançada, esta Tribuna da Imprensa já estava completando 10 anos de censura I-M-P-L-A-C-Á-V-E-L.

Nenhum problema para a Sujíssima Veja. Preparavam matérias “duras contra a ditadura”, que sabiam que iam ser “vetadas”. E faziam a revista com outras reportagens, doces e satisfatórias para o regime de exceção. Com o dinheiro de fora e a ingenuidade e a cumplicidade daqui de dentro, enriqueceram, iludiram, falsearam, falcatruaram, desfiguraram, mas ficaram impunes e enriquecidos. O que não haviam conseguido na Itália ou na Argentina.

Agora, como se julgam mesmo poderosos, encampam ordens da Matriz e forjam reportagens juntando Lula e Fidel Castro, tudo o que o governo Bush, em baixa acelerada, mais deseja. E o NYTimes, também em queda sem sinais de ascensão, deve até repercutir. Todos os dados publicados são falsos, perdão, F-A-L-S-Í-S-S-I-M-O-S. Não resistem a uma análise mais superficial. Os personagens citados, tão desmoralizados que nem eles mesmos acreditaram.

É uma podridão imensa que não pode passar sem protesto, sem advertência, sem revolta. Bush e a Sujíssima, tudo a ver. Mas isso não é jornalismo e sim pagamento por serviços prestados.

PS – Nos tempos áureos da revista O Cruzeiro, aproveitando a repercussão, foi lançada a revista O Cruzeiro em castelhano. Lógico, receptividade muito maior do que a Life também em castelhano, a única que existia. O sucesso foi tão grande, que o Departamento de Estado, movimentado por Henry de Luce, dono da Life, Time, Fortune e Sport Ilustrated, proibiu toda e qualquer publicidade.
PS 2 – Com isso, a revista O Cruzeiro em castelhano durou pouco tempo. E como a proibição também atingia a revista O Cruzeiro em português, esta foi arrastada. Uma operação INVERSA do que foi feito com a SUJÍSSIMA VEJA.

 http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2005/novembro/01/coluna.asp?coluna=helio

Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro, terça-feira, 01 de novembro de 2005 –  http://www.tribunadaimprensa.com.br

Coluna de Hélio Fernandes –  http://www.tribuna.inf.br/coluna.asp?coluna=helio

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Denúncias multinacionais da sujíssima Veja

… Só que hoje minha condenação vai para a Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos multinacionais que vieram para o Brasil como o último refúgio para não irem para a cadeia.

Helio Fernandes – Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro, terça-feira, 01 de novembro de 2005 –  http://www.tribuna.inf.brDenúncias multinacionais daSujíssima Veja

Não quero que seja e não é mesmo defesa do PT-PT, do PT-governo ou de condenação ao descumprimento das promessas de campanha. Isto o repórter tem feito desde que constatou, sem qualquer dúvida, que o governo Lula era simples continuação, continuísmo, continuidade do retrocesso de 80 anos em 8 de FHC. A partir de 2003, não deixei um dia de manifestar a minha desesperança em relação ao que estava acontecendo.

Agora, continuo na mesma condenação ao que eu esperava fosse um verdadeiro governo e que não passa de mais um desgoverno. Que FHC fizesse tudo o que as multinacionais desejavam, esperavam e até exigiam, nenhuma surpresa. Mas que Lula, na presidência, com a sua história e a bela trajetória do seu PT, tentasse ser ainda mais subserviente e complacente do que o anterior, não posso aceitar de modo algum.

Só que hoje minha condenação vai para a Sujíssima Veja, sua vinda para o Brasil, sua VENALIDADE, falta de DIGNIDADE, total e completa ausência de CREDIBILIDADE. É preciso denunciar esses corruptos multinacionais que vieram para o Brasil como o último refúgio para não irem para a cadeia.

Dados, números, época, circunstâncias, trajetórias, passado, tudo o que se possa imaginar está presente no currículo da Sujíssima Veja e sua chegada ao Brasil. Os Civitas se estabeleceram primeiro na Itália, não têm pátria, a não ser o capital multinacional espúrio e corrupto, mas foi lá que nasceram. Como já começaram corruptos e corruptores, tiveram que fugir para não serem presos.

Foram para a Argentina, parecia um bom lugar para recomeçar. Havia um ponto principal que recomendava a Argentina: alguns dos mais importantes nazistas haviam fugido para lá, na tentativa de escapar aos julgamentos. E todos tinham muito dinheiro, uma boa expectativa. Mas como continuaram agindo como na Itália, foram expulsos.

Escolheram então os Estados Unidos, a terra da promissão, da imigração, da não punição. Ficaram lá algum tempo, mas o sangue é mais forte, não podiam escapar desse hábito congênito. Se envolveram no que se chamou espetacularmente de “escândalo da prata”, foram presos. Mas como os Civitas não tinham escrúpulos e o governo americano nenhum constrangimento, fizeram acordo: viriam para o Brasil, tentar um “empreendimento” jornalístico. Muito bem municiados e protegidos pelo “sistema”, que FHC só chama de establishment.

Que loucos montariam empresa jornalística em plena ditadura? Chegaram aqui em 1967 com muito dinheiro. (Não como o que era fornecido pelo Banco Rural, mas com a garantia da publicidade das empresas multinacionais que dominam o mundo). Lançaram a Sujíssima em 1968, já na pré-ditadura verdadeira, os anos anteriores foram de preparação. Quando a Sujíssima foi lançada, esta Tribuna da Imprensa já estava completando 10 anos de censura I-M-P-L-A-C-Á-V-E-L.

Nenhum problema para a Sujíssima Veja. Preparavam matérias “duras contra a ditadura”, que sabiam que iam ser “vetadas”. E faziam a revista com outras reportagens, doces e satisfatórias para o regime de exceção. Com o dinheiro de fora e a ingenuidade e a cumplicidade daqui de dentro, enriqueceram, iludiram, falsearam, falcatruaram, desfiguraram, mas ficaram impunes e enriquecidos. O que não haviam conseguido na Itália ou na Argentina.

Agora, como se julgam mesmo poderosos, encampam ordens da Matriz e forjam reportagens juntando Lula e Fidel Castro, tudo o que o governo Bush, em baixa acelerada, mais deseja. E o NYTimes, também em queda sem sinais de ascensão, deve até repercutir. Todos os dados publicados são falsos, perdão, F-A-L-S-Í-S-S-I-M-O-S. Não resistem a uma análise mais superficial. Os personagens citados, tão desmoralizados que nem eles mesmos acreditaram.

É uma podridão imensa que não pode passar sem protesto, sem advertência, sem revolta. Bush e a Sujíssima, tudo a ver. Mas isso não é jornalismo e sim pagamento por serviços prestados.

PS – Nos tempos áureos da revista O Cruzeiro, aproveitando a repercussão, foi lançada a revista O Cruzeiro em castelhano. Lógico, receptividade muito maior do que a Life também em castelhano, a única que existia. O sucesso foi tão grande, que o Departamento de Estado, movimentado por Henry de Luce, dono da Life, Time, Fortune e Sport Ilustrated, proibiu toda e qualquer publicidade.
PS 2 – Com isso, a revista O Cruzeiro em castelhano durou pouco tempo. E como a proibição também atingia a revista O Cruzeiro em português, esta foi arrastada. Uma operação INVERSA do que foi feito com a SUJÍSSIMA VEJA.

 http://www.tribuna.inf.br/anteriores/2005/novembro/01/coluna.asp?coluna=helio

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Conspiração no Brasil. Grupo criminoso que orquestra o fim do Brasil, são mercenários pagos.Denúncia!!!!!!!!!

O bando travestido  criminosamente  de empresa de consultoria,  apoiados  pela mídia  financiada  por gangsteres americanos,  luta furiosamente pela quebra da economia do Brasil. É preciso colocar esses moleques  na cadeia, por que são bandidos. O projeto macabros desses vagabundo, pode levar muitos investidores  desavisado ao  abismo.Observa-se que  esses mercenários são  suspeitos  de financiar a mídia para bater  no governo e falar mal do Brasil 24 horas por dia. O alvo, é  tomar a Petrobras, o Pré Sal e entregar de  bandeja para os supostos  investidores americanos  .Cuidado!!!!!!!!!! O  Brasil só precisa de um  juiz, para acabar com essa bandidagem.

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Diante das recentes polêmicas envolvendo o Pré-Sal e a Petrobrás nas eleições, selecionamos aqui uma sequência de  notícias a respeito da luta empreendida pelo PSDB-DEM para privatizar a Petrobrás e o petróleo brasileiro desde os anos 1990, durante o governo de Fernando Henrique, mas também após o fim daquele governo, quando esta coligação continuou criticando e atacando sistematicamente a Petrobrás e agora, o Pré-Sal.

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“ANP defende venda de refinarias da Petrobrás” – David Zylbersztajn, genro de FHC e diretor da ANP no governo FHC, defende retalhar e vender Petrobrás – O Estado de S. Paulo – 07/01/1999

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Governo FHC paga uma fortuna sem licitação para mudar o nome da Petrobrás para Petrobrax – O objetivo era facilitar a privatização da empresa brasileira – “Petrobrás vira Petrobrax por US$ 50 milhões” – O ESTADO DE S PAULO – 27/12/2000

A marcha da Privatização da Petrobrás em andamento no Governo FHC -

A marcha da Privatização da Petrobrás em andamento no Governo FHC – “A globalização da ‘Petrobrax'” era o projeto de privatização do governo FHC – JORNAL DO BRASIL – 27/12/2000

“Marca PetroBrax deve ser contestada na Justiça” – Reação da AEPET e sindicatos dos petroleiros para evitar troca de nome da Petrobrás teve sucesso – O Estado de S Paulo – 28/12/2000

Tribunal de Contas da União vai investigar gastos irregulares do governo FHC com campanha para mudar o nome da Petrobrás para Petrobrax - Folha 25/01/2001

Tribunal de Contas da União vai investigar gastos irregulares do governo FHC com campanha para mudar o nome da Petrobrás para Petrobrax – Folha 25/01/2001

Como foi a mobilização dos Ministros de governo e dos partidos que apoiavam o governo de Fernando Henrique (PSDB e PFL, atual DEM)  para privatizar a Petrobras:Diretor do Banco Central durante o governo FHC, Gustavo Franco, defendendo a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil -

Diretor do Banco Central durante o governo FHC, Gustavo Franco, defendendo a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil – ” Franco quer privatizar Petrobrás e BB” – O Estado de S.Paulo – 11/06/1997

GAZETA MERCANTIL - 08/08/1997 - O PFL (atual DEM), então partido do Vice de FHC, defendeu todas as privatizações daquela época, e queria privatizar o Banco do Brasil e a Petrobrás - O PFL foi o partido que indicou o Vice de Fernando Henrique, Marco Maciel em seus dois mandatos (1995-1998 e 1999-2002) e indicou o atual candidato a vice de José Serra, Índio da Costa, que também defende a privatização da Petrobrás e do Pré-Sal

GAZETA MERCANTIL – 08/08/1997 – O PFL (atual DEM), então partido do Vice de FHC, defendeu todas as privatizações daquela época, e queria privatizar o Banco do Brasil e a Petrobrás – O PFL foi o partido que indicou o Vice de Fernando Henrique, Marco Maciel em seus dois mandatos (1995-1998 e 1999-2002) e indicou o atual candidato a vice de José Serra, Índio da Costa, que também defende a privatização da Petrobrás e do Pré-Sal

Presidente do PFL, principal partido da base do governo FHC, partido do vice de Fernando Henrique (1995-2002), defendendo a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil -

Presidente do PFL, principal partido da base do governo FHC, partido do vice de Fernando Henrique (1995-2002), defendendo a privatização da Petrobrás e do Banco do Brasil – “Bournhauser quer vender Petrobrás” – GAZETA MERCANTIL 10/12/1998

Como o

Como o “Programa de Privatização” foi acelerado no governo FHC (1995-2002) que tentou privatizar a Petrobrás – “Programa de Privatização terá que ser acelerado” – O GLOBO – 06/09/1999

A preparação para a privatização da Petrobrás começou no 1o mandato de FHC, quando José Serra era Ministro do Planejamento. O plano de privatização começou com o sucateamento da Petrobrás, seguido de mudanças ma legislação que o governo FHC-Serra fez para viabilizar a venda da empresa brasileira. O objetivo era privatizar todo o setor de energia e petróleo do país.Como o governo FHC permitiu que as corporações petrolíferas estrangeiras pudesem extrair petróleo do Brasil -

Como o governo FHC permitiu que as corporações petrolíferas estrangeiras pudesem extrair petróleo do Brasil – “Era uma vez o monopólio da Petrobrás” – Revista VEJA de 14/06/1995

José Serra, Ministro do Planejamento de FHC, bate o martelo na privatização da empresa de energia Light, do RJ. Serra dizia que privatização era forma de fortalecer as empresas de energia, mas em 2001-2002 o Brasil viveu o maior racionamento de nrgia da história do país -

José Serra, Ministro do Planejamento de FHC, bate o martelo na privatização da empresa de energia Light, do RJ. Serra dizia que privatização era forma de fortalecer as empresas de energia, mas em 2001-2002 o Brasil viveu o maior racionamento de nrgia da história do país – “A volta da velha senhora” – Revista VEJA de 29/05/1995

Ministro José Serra defendendo acelerar as privatizações das empresas nacionais de energia, como forma de fortalecer o setor energético, que sofreu o maior colapso de sua história em 2001-2002 -

Ministro José Serra defendendo acelerar as privatizações das empresas nacionais de energia, como forma de fortalecer o setor energético, que sofreu o maior colapso de sua história em 2001-2002 – “Privatização do setor elétrico será acelarada” – O Estado de S. Paulo – 26/04/1995

Preparação para a privatização da Petrobrás quando José Serra era Ministro de Planejamento do governo FHC -
Preparação para a privatização da Petrobrás quando José Serra era Ministro de Planejamento do governo FHC – “Fim do Monopólio do Petróleo será discutido semana que vem” – O Estado de S. Paulo – 27/04/1995

A Petrobras como próxima vítima da Privatização de FHC-Serra – “Petrobras a próxima vitima?” – Folha de S Paulo – 16/01/1996

O Presidente FHC declarou em sua campanha que a Petrobras não seria privatizada, entretanto a empresa foi incluída na lista das que seriam vendidas e seus Ministros defenderam sua privatização – “E a Petrobrás?” – O Globo – 16-01-1996

Zylbersztajn da ANP defende venda de 11 Refinarias da Petrobras – “ANP defende venda de Refinaria” – Jornal do Brasil – 07/01/1999

Zylbersztajn, genro de FHC e diretor da ANP defende desmembrar e privatizar a Petrobrás – “Zylbersztajn propõe encolher Petrobrás” – Folha de S. Paulo – 07/01/1999

Governo FHC preparava a privatização da Petrobrás: “ANP defende venda de refinarias da Petrobrás” – O Estado de S Paulo 07/01/1999

Em agosto de 2000 o governo FHC governo brasileiro realiza uma grande venda de ações da Petrobrás no Brasil e na Bolsa de Nova Iorque, onde entrega cerca de 15% do patrimônio total da empresa por pouco cerca de US$ 3,2 bilhões, sendo que 60% das ações vendidas ficaram nas mãos de estrangeiros. Este foi a segunda venda de ações da Petrobrás no governo FHC (a primeira foi em 1996, quando foram vendidas as ações da Petrobrás que eram controladas pelo governo via BNDES). A última venda de ações ocoreria em 2002, sendo que empresas (refinarias e empresas distribuidoras de gás) foram desmembradas da Petrobrás  e vendidas separadamente, como a Refap. Ao todo o governo FHC vendeu metade do patrimônio Petrobrás em apenas 8 anos. Ao fim do governo FHC, o Brasil controlava apenas 32% do total de ações da Petrobrás e cerca de 70% dos funcionários da empresa eram terceirizados.

A privatização parcial da Petrobrás ocorreu em agosto de 2000, quando FHC vendeu 32% das ações da empresa por cerca de US$ 3,5 bilhões, aproximadamente R$ 7 bilhões.

A privatização parcial da Petrobrás ocorreu em agosto de 2000, quando FHC vendeu 32% das ações da empresa por cerca de US$ 3,5 bilhões, aproximadamente R$ 7 bilhões. “Leilão da Petrobras rende R$ 7 bi ao governo” – Folha de S. Paulo 11/08/2000

O Governo brasileiro perdeu R$ 1,5 bi na venda de 1/3 da Petrobras em agosto de 2000, porque as ações foram vendidas abaixo do valor estimado inicialmente, portanto “o mercado” ganhou R$ 1,5 bi na transação – “Ganho de R$ 1,5 bi na oferta da Petrobrás” – Gazeta Mercantil – 11/08/2000

José Serra iniciou o programa de privatizações do governo FHC (1995-2002), chamado de

José Serra iniciou o programa de privatizações do governo FHC (1995-2002), chamado de “Programa Nacional de Desestatização”, que passou a incluir o Banco do Brasil e a Petrobrás na lista de empresas a serem privatizadas em 1999

http://geopoliticadopetroleo.wordpress.com/2010/10/16/recordar-e-viver-como-fhc-e-serra-tentaram-privatizar-a-petrobras/

Bandido travestido de cientista usa papiro falso, para agredir a honra de Jesus Cristo.

O s criminosos tem sido apoiado por Portais  de procedência duvidosa.Padre  faz revelações a respeito  do engodo.

Mais

  • A Nova Ordem Mundial seria um plano com o objetivo de derrubar governos de todo o mundo, bem como erradicar em todo o mundo todas as religiões e crenças, para unificar a humanidade sob uma “nova ordem”, que seria baseada em uma ideologia extremamente uniforme, uma moeda única e uma religião universal.

247.PSDB, QUE CRIOU CPMF, É CONTRA VOLTA DO IMPOSTO.Falta dignidade aos tucanos diz jornal.

Políticos de duas caras.Sem moral, sem honra, sem palavra.

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“Somos contra o aumento dos impostos”, disse, neste sábado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), ao comentar a possível volta da CPMF; “Nós, do PSDB, não apoiaremos nenhuma proposta que puna ainda mais os já tão punidos cidadãos, consumidores e contribuintes brasileiros”; criado em 1997, no governo FHC, o imposto caiu no segundo mandato do ex-presidente Lula, após intensa campanha promovida por entidades empresariais; neste sábado; o ex-presidente Lula afirmou que “a CPMF nunca deveria ter acabado”; com um déficit previsto de R$ 130 bilhões para 2016, o governo federal conta com a receita de R$ 80 bilhões do imposto para ajustar suas contas.

247 – O PSDB, que foi responsável pela criação da CPMF, em 1997, hoje se manifestou oficialmente contra a volta do imposto, em declaração feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do partido.

“Sobre CPMF, a posição do PSDB é a mesma que externei durante a campanha eleitoral até aqui. Somos contra o aumento dos impostos. O ajuste rudimentar que esse governo vem propondo se ancora, se sustenta em dois pilares. Primeiro deles, supressão de direitos dos trabalhadores, e o segundo, aumento de carga tributária”, disse ele. “O ajuste deveria estar sustentado em dois outros pilares, que seria a redução de despesas, com a requalificação do Estado, e a retomada do crescimento, pois aí se arrecadará mais. E o governo me parecer não ter condições de fazer nem uma, nem outra coisa. Nem diminuir as suas despesas, nem tampouco estimular o país, os investidores e o mercado a participar da retomada do crescimento. Nós, do PSDB, não apoiaremos nenhuma proposta que puna ainda mais os já tão punidos cidadãos, consumidores e contribuintes brasileiros.”

Neste sábado, ao participar de um debate com o ex-presidente uruguaio José Pepe Mujica, o ex-presidente Lula defendeu a volta do imposto. “Não sei se é verdade que [Chioro] defendeu a CPMF. Mas a verdade é que ela não deveria ter sido retirada. Mas você deveria reivindicar para os governadores e prefeitos, porque eles precisam de dinheiro para a saúde”, disse Lula ao cumprimentar o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

No PSDB, o Instituto Teotônio Vilela questionou a volta do imposto. Confira abaixo:

“Aumento de impostos, não!”, análise do ITV

O governo do PT não sossega. Depois de ter dedicado os últimos meses a promover um arrocho fiscal de péssima qualidade, prepara-se agora para voltar a avançar sobre o bolso dos contribuintes. Está em gestação mais um impostaço, começando pela ressurreição da famigerada CPMF.

O plano da presidente Dilma é enviar ao Legislativo uma proposta de emenda constitucional recriando o imposto do cheque. O tributo foi cobrado dos brasileiros até 2007, quando foi derrubado pelo Congresso, numa vitória histórica da sociedade contra a sanha arrecadatória do PT. Incidia à alíquota de 0,38% sobre movimentações financeiras e chegou a render R$ 36 bilhões (ou R$ 58 bilhões em valores atualizados pela inflação).

A justificativa oficial é de que, sem avançar ainda mais no bolso dos brasileiros, a conta fiscal do ano que vem não fechará. São necessários mais R$ 80 bilhões para tapar o rombo da incúria petista. Os ministros chamados de “desenvolvimentistas” ou da “ala política” do governo defendem que a melhor alternativa para arranjar o dinheiro é esfolar ainda mais o contribuinte.

A carga tributária vem crescendo de forma contínua nas gestões do PT e hoje alcança perto de 34% do PIB. O brasileiro trabalha cinco meses do ano só para pagar impostos, segundo cálculos do IBPT. Em contrapartida, somos o país onde o retorno do que é recolhido pelos contribuintes ao fisco é um dos piores do mundo em termos de serviços públicos prestados.

Mas isso não é suficiente para frear os ímpetos arrecadatórios do governo petista. Além do aumento da CPMF, também está sob análise a mudança na forma de cobrança do PIS/Cofins, com impacto brutal sobre prestadores de serviço, em especial. O governo alega que quer “simplificar” o sistema, mas o resultado é bem distinto: com a medida, as alíquotas podem mais que dobrar e render uma arrecadação extra de R$ 50 bilhões.

Na realidade, os contribuintes brasileiros estão sendo chamados a pagar a conta dos descalabros promovidos pela gestão da presidente Dilma nos últimos anos. Com sua mal sucedida política de desoneração fiscal, voltada para atender os amigos do rei com fartos e baratos recursos públicos, as receitas tributárias vêm caindo. Já viu para quem vai sobrar a fatura, não é?

Além do impostaço, o governo já adiantou que o arrocho fiscal deverá se aprofundar no próximo ano, com mais cortes de benefícios sociais. Está em estudo dobrar a carência para concessão de aposentadoria por invalidez e tornar ainda mais severas as regras para concessão de auxílio-doença (já alteradas neste ano). Programas sociais também serão dizimados. Num país onde até doação de girafa é objeto das garras do leão nada mais surpreende. Segure sua carteira, porque o bicho está solto e faminto.247

BLINDAGEM A AÉCIO NA MÍDIA LIDERA CRÍTICAS NAS REDES.Bandidos infiltrados na mídia blindam as quadrilhas tucanas.

247 – A ocultação do nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) das manchetes dos principais veículos da imprensa tradicional no País é o debate principal nas redes sociais desde que o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa reafirmaram, nesta terça-feira 25, durante sessão da CPI da Petrobras, na Câmara dos Deputados, que o tucano recebeu propina de Furnas

BLINDAGEM A AÉCIO NA MÍDIA LIDERA CRÍTICAS NAS REDES.247

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Hashtag #PodemosTirarSeAcharMelhor foi o tema mais comentado no Twitter desde ontem, quando o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef reafirmam na CPI da Petrobras, na Câmara, que o senador tucano recebeu propina de Furnas; portal UOL alterou sua manchete principal para ocultar o nome de Aécio Neves; jornalista Fernando Brito, do blog Tijolaço, aponta “silêncio sepulcral” da mídia em relação ao caso e questiona: “Os jornais não vão buscar mais detalhes: quem pagava, como pagava, quem levava, quem recebia – a bufunfa? Vamos ficar no ‘não vem ao caso’? Ninguém quer tomar a palavra de um bandido da cepa de Youssef como verdade, mas – ao contrário de tudo o mais que ele falou – não se vai investigar?”; termo ‘Podemos tirar, se achar melhor’ teve origem em março, quando a agência Reuters vazou essa orientação em uma reportagem que citava FHC

O mensalão. UOL TIRA O NOME DE AÉCIO DE TÍTULO QUE O ASSOCIA A PROPINA.DCM


O nome de Aécio foi suprimido num texto do uol em que Youssef reafirma que o senador tinha um mensalão em Furnas.

Mas alguém fotografou o texto antes e depois, e a foto viralizou.Conversa Afiada

FURNAS.Delatores Youssef e Costa confirmam repasse de propina a tucanos – UOL Notícias‎

YOUSSEF CONFIRMA QUE AÉCIO RECEBEU DINHEIRO DE FURNAS 247

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O doleiro Alberto Youssef confirmou, nesta terça (25), durante depoimento na CPI da Petrobras, que o senador Aécio Neves (PSDB) recebeu dinheiro de corrupção envolvendo Furnas; “Eu confirmo por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre e eu era operador dele”, disse; o deputado federal Paulo Pimenta (PT) defendeu que Aécio seja investigado por ter sido citado por Youssef; Pimenta ironizou a atuação do PSDB e do DEM na CPI; ele disse que a atuação da oposição é para que só “meia corrupção” seja investigada; em nota, o PSDB diz que acusações contra Aécio são “improcedentes”; imagem de chamada da Globo News noticiando o fato viralizou nas redes sociais

WADIH DAMOUS: SÉRGIO MORO, QUE PROMETEU PASSAR BRASIL A LIMPO, TEM SALÁRIO DE R$ 77 MIL.

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WADIH DAMOUS: SÉRGIO MORO, QUE PROMETEU PASSAR BRASIL A LIMPO, TEM SALÁRIO DE R$ 77 MIL

O deputado Wadih Damous (PT-RJ) criticou nesta quinta-feira (20), na tribuna da Câmara, juízes e integrantes do Ministério Público que estão o descumprindo o art. 37 da Constituição Federal, recebendo vencimentos acima do teto salarial. “E, para a nossa surpresa, na relação de juízes, desembargadores e membros do Ministério Público que percebem acima do teto, está o nome do insuspeito juiz Sérgio Moro, esse mesmo, que prometeu limpar o Brasil da corrupção, que prometeu passar o Brasil a limpo”, ironizou.

O juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, segundo Wadih Damous, tem recebido nos últimos meses acima do teto, que é limitado ao salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), hoje em R$ 37,4 mil. “O paladino da moral, que promete limpar o País da corrupção, recebe em média R$ 77 mil por mês, mais do que o dobro do teto. Acredito, então, que a limpeza deveria começar pela remuneração desses juízes e desembargadores que percebem acima do teto constitucional, em manobras que não fazem bem à democracia e à moralidade”, criticou.

O deputado Wadih Damous destacou que as informações que o mundo jurídico já conhecia, sobre o descumprimento do teto salarial na magistratura foram publicadas, na última semana, no site Consultor Jurídico, especializado em questões ligadas ao Direito, ao Judiciário, ao Ministério Público. “A matéria mostra que muitos juízes e desembargadores percebem acima do teto. Na verdade, o texto sintetiza de forma clara que o teto virou piso. Isto graças a expedientes de criação de penduricalhos do tipo auxílio-moradia, auxílio- táxi, auxílio-educação, auxílio isso, auxílio aquilo” enfatizou.

O deputado Damous disse que essa prática é inadmissível. “É um verdadeiro acinte moral essas verbas serem pagas de maneira disfarçada, como se fossem indenizações e, por isso, não estarem sujeitas à parcela única ou ao teto remuneratório”, criticou.

A matéria do site Consultor Jurídico cita que no caso do Ministério Público Federal, existem procuradores com remunerações de R$ 48 mil. Outros, com atuação em segundo grau, que ganham quase R$ 65 mil por mês.

Vânia Rodrigues

Mais fotos: www.flickr.com/photos/ptnacamara

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