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DILMA QUESTIONA SILÊNCIO DA MÍDIA EM CONFISSÃO DE TEMER SOBRE O GOLPE.

Dilma questiona silêncio da mídia em confissão de Temer sobre o golpe.247

Em palestra na Howard University, em Washington, nos Estados Unidos, a presidente deposta pelo golpe Dilma Rousseff destacou nesta segunda-feira 17 que Michel Temer foi à televisão brasileira e declarou que ela, Dilma, ainda estaria no poder se tivesse cedido às chantagens de Eduardo Cunha, então presidente da Câmara; “Em qualquer lugar do mundo, esta é uma declaração que enseja a característica de desvio de finalidade do impeachment. Um presidente da República aceitando que era normal a chantagem. Que se tivéssemos cedido a ela, eu ainda estaria na presidência. Pergunto eu: algum impresso registrou essa denúncia feita em canal aberto de televisão? Ninguém! Só a rede social”, discursou Dilma a estudantes; segundo ela, “no Brasil impera hoje a pós-verdade”; Dilma também disse que acha Eduardo Cunha “pior do que Trump”; “Ele é de extrema-direita, ultraconservador, ultraneoliberal em economia e é uma pessoa dada a práticas questionáveis”, descreveu

Para Humberto, “perseguição midiática” levou Marisa à morte.

Para Humberto, “perseguição midiática” levou Marisa à morte.247

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Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que a morte da ex primeira-dama Marisa Letícia ocorreu em decorrência da “perseguição midiática” a que ela e o ex-presidente Luiz Incio Lula da Silva foram submetidos; “Houve uma perseguição midiática sem precedentes, que lhe provocou uma profunda tristeza e precipitou problemas de saúde em decorrência de um estado emocional extremamente abalado por esse cerco que se impôs à sua vida, à vida do ex-presidente e à de todos os seus familiares”, disse o parlamentar em nota; o senador e ex-ministro Armando Monteiro Neto (PTB) também lamentou a morte da ex-primeira dama; governador Paulo Câmara (PSB) decretou  luto oficial de três dias pela morte da ex-primeira-dama.247

Vídeo devastador: Moro, Lula é culpado!.Impressionante.

Os vídeos foram publicado no youtube, o Epocaestado esta analisando os fatos.Vídeo comprova  que Malafaia anda mau acompanhado. Cunha não é flor que se cheira, a justiça da suíça que o diga.

Uol, Veja , Abril V é “o crime organizado fazendo jornalismo”, diz parlamentar.Eleição 2012

O deputado Fernando Ferro (PT-PE) considera que a revista Veja tenta evitar que se apure a conexão entre seus jornalistas e a quadrilha de Carlinhos Cachoeira. “Na semana passada, tinha afirmado aqui que a revista Veja se associava ao crime organizado para fazer jornalismo. Eu me enganei, acho que a revista Vejajá é o próprio crime organizado fazendo jornalismo”, disse o parlamentar na tribuna da Câmara, em Brasília (DF).
Referindo-se à reportagem publicada no final de semana anterior, o parlamentar petista fez a acusação na terça-feira (17). Para ele, a publicação da editora Abril se vale de seu espaço midiático para tentar abafar a criação da comissão parlamentar mista de inquérito destinada a apurar a conexão entre políticos e o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

Para a revista do Grupo Abril, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) é uma estratégia do PT para desviar o foco do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o “mensalão”.

“O que ela fez essa semana foi vestir a carapuça e achar como natural e normal utilizar o expediente da informação produzida por bandidos e delinquentes para fazer o seu jornalismo. Então isso não é mais uma associação, mas uma ação de crime organizado.”

A CPMI tomará como ponto de partida as investigações da Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo que contêm gravações que mostram as conexões de Cachoeira com políticos e um jornalista da Veja. As escutas promovidas durante a apuração mostraram que o diretor da sucursal de Brasília da revista, Policarpo Júnior, era pautado pelo grupo do contraventor.

Fernando Ferro disse que espera ouvir o presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, sobre as conexões entre a editora e Cachoeira. Ele considera que a CPMI terá de se debruçar sobre as relações entre grupos privados, representantes do Estado e também os jornalistas envolvidos.

“Não há outro caminho senão o da imprensa assumir o seu papel de denunciar, mas desvinculada do crime organizado”, frisou.

Com Rede Brasil Atual