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Para Humberto, “perseguição midiática” levou Marisa à morte.

Para Humberto, “perseguição midiática” levou Marisa à morte.247

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Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), disse que a morte da ex primeira-dama Marisa Letícia ocorreu em decorrência da “perseguição midiática” a que ela e o ex-presidente Luiz Incio Lula da Silva foram submetidos; “Houve uma perseguição midiática sem precedentes, que lhe provocou uma profunda tristeza e precipitou problemas de saúde em decorrência de um estado emocional extremamente abalado por esse cerco que se impôs à sua vida, à vida do ex-presidente e à de todos os seus familiares”, disse o parlamentar em nota; o senador e ex-ministro Armando Monteiro Neto (PTB) também lamentou a morte da ex-primeira dama; governador Paulo Câmara (PSB) decretou  luto oficial de três dias pela morte da ex-primeira-dama.247

Vídeo devastador: Moro, Lula é culpado!.Impressionante.

Os vídeos foram publicado no youtube, o Epocaestado esta analisando os fatos.Vídeo comprova  que Malafaia anda mau acompanhado. Cunha não é flor que se cheira, a justiça da suíça que o diga.

Mídia bandida e criminosa orquestra campanha contra Policia Militar de São Paulo.

Os criminosos são os mesmo, que orquestraram campanha contra o Exercito quando  um soldado  atirou em um Vanda-lo com uma  bala de borracha.Essa turma de jornalista  covarde e omissos só sabem  atacar o Estado, estão a serviços de   de interesses escuso.Esses bandidos  ignoram milhares de denúncia como essa  e jamais registram a morte de  centenas de policiais  em confronto com esses criminosos.

Esse blog tem o maior respeito pelos  profissionais da imprensa.

 Brasil perde controle e crime assume o comando ?

Que tipo de gente  que defendem um vagabundo desse  e ainda critica a ação da policia.É bandido defendendo bandido.


.A força que o crime, organizado ou não, conquistou no Brasil, além de assustadora, poderá em pouco tempo levar o país a uma situação onde o poder legal, as autoridades constituídas e as populações dos grandes centros e regiões industriais perderão o controle total, tornando inviável uma solução a curto ou médio prazo e causando consequências sociais, políticas e econômicas absolutamente imprevisíveis. Esta é a opinião quase unânime de cientistas sociais e políticos e uma evolução que teve seu início dezenas de anos atrás como, por exemplo, com a simbiose entre bicheiros e autoridades. A cumplicidade entre os que deveriam defender as leis e os infratores destas, ofereceu não apenas know how ao crime mas degenerou as instituições. A luta entre o poder paralelo hoje existente e o poder legal deverá logo levar o Brasil a uma condição mais grave que a que a população do Líbano conviveu nos anos 70 e mais preocupante do que a Colômbia hoje se encontra. Isso já é, no momento, constatado de forma clara em algumas regiões e nos fatos que se multiplicam diariamente em algumas capitais. Uma guerra aberta está sendo travada. Esta é uma verdade que não deve ser subestimada ou minimizada. Nem há evasivas.

Parceria Bandos brasileiros x FARC é resultado natural

Um cenário no qual a economia e o dia a dia de uma sociedade são influenciados, mesmo co-gerenciados, pela ação externa de grupos alheios ou estranhos ao aparelho legal, faz parte da realidade no Brasil hoje.
O caso dos bandos da droga brasileiros, onde passou despercebido que o crime organizado ampliava sua malha além das fronteiras e aliava-se a forças organizadas como a FARC colombiana, numa parceria tanto financeira como militar, seria o exemplo mais claro deste avanço incontrolável. O agravante situa-se numa diferença geográfica de atuação. Enquanto a FARC age na proteção de uma selva natural, distantes das grandes populações urbanas, com incursões nestas áreas, no Brasil o caso se dá nas selvas de pedra das grandes cidades e nas barbas das autoridades. Um objetivo que a própria FARC ainda não alcançou.
O treinamento militar e intercâmbio é apenas uma particularidade das alianças existentes nestas situações.
Os estágios táticos no caminho para a ascensão ao estado generalizado de domínio exigem não somente determinação mas sobretudo métodos de intimidação e práticas violentas que sistematicamente adquirem novos e sucessivos níveis, de acordo com a resistência encontrada ou com a facilidade ou dificuldade na eliminação dos obstáculos imediatos.
Essa experiência não é limitada apenas a algumas nações da América do Sul, mas o fenômeno vem ocorrendo sob diversos aspectos em outras partes do mundo, possuindo no seu mérito o cunho até mesmo religioso. A surprêsa no plano internacional é constatar que o Brasil encontra-se idem neste grupo e em um patamar muito além do imaginável, aparentemente impotente para fazer frente ao que está por vir. Tanto faz a denominação das diversas forças paralelas em ação no Brasil, elas não passam de simples metonomásias de similares existentes, sejam na citada Colômbia, Indonésia, etc.

As fotos da selvageria

A brutalidade usada por esse literal poder paralelo, e a pecularidade de que ele não conhece freios nem mesmo entre as paredes de uma prisão de segurança máxima, causa espanto, perplexidade e levanta uma séria interrogação de como na verdade as bases da sociedade brasileira estão corroídas e se os alicerces de uma democracia mais ou menos recente não estariam prestes a ser danificados, levando em conta que podem estar, embora a olho nu estes danos ainda não sejam visíveis.
As três fotos que apresentamos nos links abaixo, foram enviadas por uma fonte que prefere ficar no anonimato. Segundo ela, as fotos seriam inéditas e testemunham a selvageria da violência que tem se ramificado no Brasil. Estas fotografias são o resultado da última rebelião ocorrida em uma penitenciária no Rio de Janeiro. Sob o comando do chefe-maior de um bando criminoso, Fernandinho Beira-Mar, a crueldade refuta ponderações sobre o estado que as coisas chegaram e silenciam qualquer um.
Pouco importa a origem ou ineditismo das fotos. O que importa é a desumanidade delas. A selvageria sem precedentes. A esta altura dos acontecimentos nada ajuda procurar definir as causas e sim buscar soluções.
A publicação das mesmas em nosso site foi uma decisão que exigiu reflexão. Antes disso as mesmas causaram esturpor a dois jornalistas estrangeiros aos quais as apresentamos. Um deles julgou tratar-se de uma das guerras civis nos confins da África, outro de vítimas dos grupos selvagens que agem na Ásia. Ambos pasmaram ao saber que trata-se do Brasil do futebol e carnaval.
Seja nossa denúncia para quem ainda duvida se o Brasil não está também vivendo uma guerra. E um protesto contra a violência que se abate sobre, como sempre, nosso povo.

FOTO 1 (sem comentários)
FOTO 2 (sem comentários)
FOTO 3 (sem comentários)
FOTO 4 (sem comentários)

Uol.Fuzilamento de traficante brasileiro é adiado, afirma embaixador.

Brasil perde controle e crime assume o comando ?

Brasil perde controle e crime assume o comando ?
.A força que o crime, organizado ou não, conquistou no Brasil, além de assustadora, poderá em pouco tempo levar o país a uma situação onde o poder legal, as autoridades constituídas e as populações dos grandes centros e regiões industriais perderão o controle total, tornando inviável uma solução a curto ou médio prazo e causando consequências sociais, políticas e econômicas absolutamente imprevisíveis. Esta é a opinião quase unânime de cientistas sociais e políticos e uma evolução que teve seu início dezenas de anos atrás como, por exemplo, com a simbiose entre bicheiros e autoridades. A cumplicidade entre os que deveriam defender as leis e os infratores destas, ofereceu não apenas know how ao crime mas degenerou as instituições. A luta entre o poder paralelo hoje existente e o poder legal deverá logo levar o Brasil a uma condição mais grave que a que a população do Líbano conviveu nos anos 70 e mais preocupante do que a Colômbia hoje se encontra. Isso já é, no momento, constatado de forma clara em algumas regiões e nos fatos que se multiplicam diariamente em algumas capitais. Uma guerra aberta está sendo travada. Esta é uma verdade que não deve ser subestimada ou minimizada. Nem há evasivas.

Parceria Bandos brasileiros x FARC é resultado natural

Um cenário no qual a economia e o dia a dia de uma sociedade são influenciados, mesmo co-gerenciados, pela ação externa de grupos alheios ou estranhos ao aparelho legal, faz parte da realidade no Brasil hoje.
O caso dos bandos da droga brasileiros, onde passou despercebido que o crime organizado ampliava sua malha além das fronteiras e aliava-se a forças organizadas como a FARC colombiana, numa parceria tanto financeira como militar, seria o exemplo mais claro deste avanço incontrolável. O agravante situa-se numa diferença geográfica de atuação. Enquanto a FARC age na proteção de uma selva natural, distantes das grandes populações urbanas, com incursões nestas áreas, no Brasil o caso se dá nas selvas de pedra das grandes cidades e nas barbas das autoridades. Um objetivo que a própria FARC ainda não alcançou.
O treinamento militar e intercâmbio é apenas uma particularidade das alianças existentes nestas situações.
Os estágios táticos no caminho para a ascensão ao estado generalizado de domínio exigem não somente determinação mas sobretudo métodos de intimidação e práticas violentas que sistematicamente adquirem novos e sucessivos níveis, de acordo com a resistência encontrada ou com a facilidade ou dificuldade na eliminação dos obstáculos imediatos.
Essa experiência não é limitada apenas a algumas nações da América do Sul, mas o fenômeno vem ocorrendo sob diversos aspectos em outras partes do mundo, possuindo no seu mérito o cunho até mesmo religioso. A surprêsa no plano internacional é constatar que o Brasil encontra-se idem neste grupo e em um patamar muito além do imaginável, aparentemente impotente para fazer frente ao que está por vir. Tanto faz a denominação das diversas forças paralelas em ação no Brasil, elas não passam de simples metonomásias de similares existentes, sejam na citada Colômbia, Indonésia, etc.

As fotos da selvageria

A brutalidade usada por esse literal poder paralelo, e a pecularidade de que ele não conhece freios nem mesmo entre as paredes de uma prisão de segurança máxima, causa espanto, perplexidade e levanta uma séria interrogação de como na verdade as bases da sociedade brasileira estão corroídas e se os alicerces de uma democracia mais ou menos recente não estariam prestes a ser danificados, levando em conta que podem estar, embora a olho nu estes danos ainda não sejam visíveis.
As três fotos que apresentamos nos links abaixo, foram enviadas por uma fonte que prefere ficar no anonimato. Segundo ela, as fotos seriam inéditas e testemunham a selvageria da violência que tem se ramificado no Brasil. Estas fotografias são o resultado da última rebelião ocorrida em uma penitenciária no Rio de Janeiro. Sob o comando do chefe-maior de um bando criminoso, Fernandinho Beira-Mar, a crueldade refuta ponderações sobre o estado que as coisas chegaram e silenciam qualquer um.
Pouco importa a origem ou ineditismo das fotos. O que importa é a desumanidade delas. A selvageria sem precedentes. A esta altura dos acontecimentos nada ajuda procurar definir as causas e sim buscar soluções.
A publicação das mesmas em nosso site foi uma decisão que exigiu reflexão. Antes disso as mesmas causaram esturpor a dois jornalistas estrangeiros aos quais as apresentamos. Um deles julgou tratar-se de uma das guerras civis nos confins da África, outro de vítimas dos grupos selvagens que agem na Ásia. Ambos pasmaram ao saber que trata-se do Brasil do futebol e carnaval.
Seja nossa denúncia para quem ainda duvida se o Brasil não está também vivendo uma guerra. E um protesto contra a violência que se abate sobre, como sempre, nosso povo.

http://abknet.de/denuncia.htm