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Policial Militar cantando – So tua graça me basta.

Military Police singing – Only your grace is enough for me

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Missão da CPI: desmontar o POC (Partido da Organização Criminosa) com seu porta-voz na imprensa ‘laranja’.

… a forma de atuação de Carlinhos Cachoeira e sua organização, se formos ver bem, passou a ser quase um partido político. No mau sentido, ilegal, informal e atuante nos subterrâneos… um POC (Partido da Organização Criminosa).

… A grande missão da CPI é desbaratar o POC… e buscar respostas como: Uma determinada revista seria membro do comitê central do POC? Seria ‘laranja’ da máquina partidária do POC? … Hoje Cachoeira chegou a influir regionalmente em contratos de estados com uma grande empreiteira. Se o POC não for contido, amanhã outro Cachoeira poderia vir a influir em contratos do pré-sal, de defesa das Forças Armadas, na privataria das riquezas nacionais… Leia no blog da Helena na Rede Brasil Atual.

Protógenes: “Não podemos confundir jornalistas com bandidos”.

Internauta desmonta nova farsa de “Veja”, a revista parceira do crime organizado.

O deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP) protestou, nesta terça-feira (17/04), no Plenário da Câmara dos Deputados, sua indignação com as matérias veiculadas nessa semana que tentam confundir a opinião pública. Primeiramente a revista semanal VEJA , na matéria “Eles querem apagar o mensalão”, cita o deputado como ex-delegado da PF, mostrando sua irresponsabilidade de órgão de imprensa ao publicar noticias tendenciosas, pois o parlamentar é licenciado da Polícia Federal para exercer seu mandato. “Isso não é liberdade de imprensa. Não podemos confundir jornalistas com bandidos, ou ele é jornalista ou ele é bandido. Há um banditismo nessa revista semanal”, declara Protógenes.

Outro veículo mencionado pelo parlamentar foi a revista ISTOÉ, onde o aponta, na reportagem “Dadá e o submundo dos grampos”, como delegado aposentado da Policia Federal. “A mídia brasileira até me deu aposentadoria”, ironiza o deputado. Na mesma matéria, ele é citado como parte da rede de apoio ao Dadá, devido as conversas gravadas pela PF. Protógenes esclarece que quando era delegado da Policia Federal se comunicava com o sargento da Aeronáutica, Idalberto Matias de Araujo, indicado pelas Forças Armadas, pois era chefe da Inteligência da Policia Federal.

Para finalizar, Protógenes reconhece a importância da matéria publicada essa semana pela revista Carta Capital “Na mira. Quem tem medo da CPI do Cachoeira?”.