Arquivo da tag: paulo teixeira

Tucano diz quem é João Dória.

9d1a1-globooquepoderiaserfeito

Ele se apropriou de terra da Prefeitura! Imagine na Prefeitura de SP…

Doria.jpg

Esse curto período de campanha já permite analisar o seu perfil. Dória não relutou em usar de todos os recursos lícitos e ilícitos, operacionais e financeiros, para angariar votos em uma prévia que está sendo avaliada pela Justiça Eleitoral. Nesse período prévio a lei veda o uso de quaisquer recursos financeiros para buscar votos para decisão dos filiados ao partido. Despesas só podem ser feitas pelo diretório municipal, mas ele as fez com recursos próprios. Além disso, não titubeou em usar as relações pessoais com o governador para obter apoios através da pressão de dirigentes do Estado sobre os filiados ao partido.

A sua falta de zelo pela coisa pública ficou evidente quando, conforme apuração da Folha de São Paulo constatou-se que tomou ilegalmente uma área de terra para somar à sua propriedade em Campos de Jordão. Na entrevista à Jovem Pan ainda justificou que a incorporação era produto de um acordo de desafetação onerosa, feito com o prefeito anterior do município, em que ele teria trocado o imóvel por algum equipamento doado para a cidade, acordo esse que não foi “homologado”, segundo suas palavras, pela Câmara Municipal do município. Ora, se não foi “homologado”, não aconteceu, não houve um ato jurídico perfeito. Nunca poderia incorporar bens públicos apenas através de um “acordo” com o prefeito ou com o Executivo municipal. O fato é que tomou a área, mostrou não respeitar a diferença entre o interesse público e o interesse privado e, processado, foi tentar um arranjo que legalizasse o mal feito.Continue lendo.

16017-acorda_pedrosimon_1

4c159-mensalc383otucano-mineiro

8297f-tabelacorrupc3a7c3a3o

Anúncios

A farsa criminosa que os institutos de pesquisa Datafolha e Ibope cometeram em 2012 parece estar se repetindo agora.

Haddad começa a desmentir pesquisas, como em 2012.

haddad-capa

A menos de uma semana das eleições de 2016, um fenômeno revoltante ameaça se repetir. Trata-se de fenômeno que poderia ter mudado o rumo da eleição paulistana de 2012 e que só não mudou porque a capital paulista chegou a um ponto em que não suportará outro governo ultraconservador e voltado para os ricos como o de José Serra, por exemplo.

Apesar do antipetismo do centro expandido e da inocência do povo da periferia – que, premido pela sabotagem tucano-peemedebê da economia, embarcou na conversa da direita endinheirada e joga contra si mesmo ao contemporizar com uma ideologia que odeia pobre –, ainda é de se duvidar que a maioria dos paulistanos seja capaz de colocar gente como João Dória Jr. ou Celso Russomano para administrar uma cidade com problemas tão sérios.

Por conta disso, a farsa criminosa que os institutos de pesquisa Datafolha e Ibope cometeram em 2012 parece estar se repetindo, já que, mais uma vez, na reta final do pleito paulistano, o candidato que passou a campanha inteira na lanterna, aparentemente sem chance de se eleger, entra na disputa com chances de vencer.

E o mais interessante é que quem diz isso não sou eu, mas um analista do Estadão. O texto abaixo é de um dos melhores analistas político-eleitorais do país, que, eleição após eleição, vem acertando.Mais

http://www.blogdacidadania.com.br/

CPI quebra sigilo da Delta nacional e já pode rastrear José Serra e Paulo Preto

A CPI do Cachoeira aprovou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico da empresa Delta Construções S.A., em âmbito nacional, a partir de 1º de janeiro de 2003 até o presente momento.

Com isso será possível investigar os negócios da empresa no governo José Serra, quando houve contratos milionários assinados entre o ex-diretor da DERSA, Paulo Preto, e o diretor da Delta, Heraldo Puccini Neto, preso na Operação Saint Michel, derivada da Operação Monte Carlo.A convocação de governadores ficou para ser decidida nas próximas reuniões. O deputado Gladson Cameli (PP-AC) questionou sobre a competência da CPI convocar governadores de estado, e o presidente da Comissão, Vital do Rêgo (PMDB-PB), anunciou que só vai responder à questão na próxima reunião administrativa.

Paulo Teixeira é eleito vice-presidente da CPI

Os deputados e senadores da CPI do Cachoeira escolheram o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) como vice-presidente do colegiado. A votação foi nominal e secreta. O petista obteve 21 votos, o senador Pedro Taques recebeu (PDT-MT) recebeu oito votos e houve dois votos nulos.

CPI quebra sigilo da Delta nacional e já pode rastrear José Serra e Paulo Preto

Policia Federal não se intimida, e a mídia bandida e criminosa esta encurralada.

Veja tambem: Delegado Paulo Lacerda não espere desculpas, processe seus detradores. ‘Fontes’ criminosas),  permitiu que desqualificados quadrilheiros manchassem a honra de um funcionário exemplar e de uma instituição que merece todo o respeito do povo brasileiro: a Polícia Federal.

Delegado da PF disse que Policarpo Jr sabia da dobradinha Demóstenes-Cachoeira.

Carta Capital faz Veja e Globo queimarem a língua.

O depoimento do delegado federal Matheus Mela Rodrigues na quinta-feira à CPI do Cachoeira complicou a situação da revista Veja.

O delegado, que conduziu a Operação Monte Carlo, confirmou que o jornalista Policarpo Junior, diretor da sucursal de Brasília da revista, tinha conhecimento da relação entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres, conforme conta Cynara Menezes na Carta Capital.

O depoimento desmente a revista, quando disse ter sido enganada pelo senador.

A revista o retratou como bastião da moral este tempo todo. Em uma edição mostrou-o como “mosqueteiro da ética”, mesmo já sabendo que fazia parte da bancada de Cachoeira.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP), integrante da CPI concedeu entrevista ao Viomundo, e relatou o que ouviu. Eis o trecho da entrevista sobre o tema:

Viomundo – Em relação a jornalistas e veículos, quais os delegados citou?

Paulo Teixeira – Ele mencionou um jornalista do Correio Braziliense e o Policarpo Jr., da Veja.
No caso da Veja, o delegado mostrou que o Policarpo sabia da relação do Cachoeira com o Demóstenes. Foram sete anos de relação entre o Policarpo e o esquema do Carlinhos Cachoeira. Uma coisa muito preocupante é que essa relação não era apenas de fonte, passou a ser uma relação digamos assim de cumplicidade.
A Veja, via Policarpo, conseguia as informações que lhes interessava, que eram obtidas através de espionagem política… Ao mesmo tempo, a Veja dava à organização o que ela pedia. Por exemplo, a organização estava com dificuldades no Dnit, porque ali os interesses da Delta estavam sendo contrariados. A revista então fez a matéria que derrubou o ministro dos Transportes e o superintendente do Dnit.

Viomundo – Uma relação de mão dupla?

Paulo Teixeira – Isso mesmo. O Policarpo obtinha informações da organização que eram fruto de espionagem política. Em contrapartida, a Veja dava notícias que interessavam à organização criminosa.

O Policarpo, é bom que se diga, sabia da natureza e da atividade desse grupo criminoso. Tanto que, em 2005, ele foi depor numa Comissão de Ética sobre o caso do deputado André Luiz. Nessa Comissão de Ética, ele disse que o deputado André Luiz tinha tentado extorquir o Cachoeira. O Policarpo apresentou inclusive gravações, o que demonstra que, de longa data, ele conhecia a atividade que o Cachoeira tinha. Foi um casamento de longa duração que só acaba agora, espero eu, com a elucidação desses fatos.

Viomundo – O delegado mencionou o número de telefonemas entre o esquema do Cachoeira e Policarpo?

Paulo Teixeira – Disse que foram 42 na Operação Monte Carlo.

Viomundo – E somando os telefonemas da Monte Carlo com os da Vegas?

Paulo Teixeira – Eu não tenho esse número.

Viomundo – O Policarpo vai ser chamado a depor na CPI?

Paulo Teixeira – Na minha opinião, ele extrapolou a sua atividade profissional. Ele ficou muito além do que é permitido. E nós temos de fazer a defesa do sistema democrático. Ele impõe limites ao político, ao empresário e ao jornalista. Liberdade de imprensa não é liberdade de prática criminosa. Liberdade de imprensa é uma luta pela liberdade e não pela prática do ilícito.

Paulo Teixeira desmente Globo: “Delegado não absolveu Veja”.Veja 40 blogs mais acessados do Brasil.

  • Na edição desta sexta-feira (11/05) do jornal carioca O Globo, mais especificamente na coluna do jornalista Ilimar Franco, figura a seguinte informação:Pela segunda-vez na semana, um dos veículos que assumiram a defesa in limine de Veja sobre sua relação suspeita com a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira tenta “matar” o assunto com declarações atribuídas aos delegadosque participaram das Operações da Policia Federal Vegas e Monte Carlo.Na terça-feira (09/05), foi o jornal Folha de São Paulo que usou depoimento de um delegado a fim de encerrar a suspeição sobre a revista. Segundo o jornal, em matéria intitulada “Relação da mídia com Cachoeira é alvo de perguntas”, consta que “No depoimento do delegado Raul Souza à CPMI do Cachoeira, o depoente, questionado se havia “matérias encomendadas” por Cachoeira na revista Veja, disse que (…) elas denotam apenas relação entre repórter e fonte”.Diante disso, o Blog da Cidadania procurou o membro titular da CPMI do Cachoeira deputado Paulo Teixeira. A breve entrevista que o deputado pelo PT de São Paulo concedeu a esta página explica melhor mais essa estratégia desonesta de Folha de São Paulo e de O Globo para confundir o público.Confira, abaixo, a entrevista:

    Blog da Cidadania – Deputado Paulo Teixeira, os jornais Folha de São Paulo e O Globo vêm publicando notas afirmando que os dois delegados da Polícia Federal que já foram ouvidos pela CPMI que o senhor integra teriam absolvido o jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja, das suspeitas de que um e outra podem ter servido à quadrilha de Carlinhos Cachoeira. O senhor confirma essa “absolvição”?

    Paulo Teixeira – Não confirmo. Primeiro, porque nenhum dos dois delegados tinha por função analisar esse assunto. Eles cuidavam de descobrir a origem do dinheiro da quadrilha que financiava suas relações com políticos e empresas. Em segundo lugar, o delegado citado pela Folha atuou na operação Vegas, em 2009, e o delegado citado por O Globo até respondeu que as gravações não mostraram que Policarpo “praticou ou participou de crime”, mas, em seguida, retificou essa informação afirmando que não tinha como afirmar isso justamente porque seu foco na investigação foi outro. O jornalista Ilimar Franco não cita a segunda afirmação, só cita a primeira.

    Blog da Cidadania – Pelo que se entende, deputado, se esses delegados não podem responder a essa questão sobre a culpabilidade ou não de Policarpo e Veja, quem pode responder? Existe algum depoente que pode esclarecer essa questão?

    Paulo Teixeira – Quem poderá dar essa resposta será a CPMI, investigando e esmiuçando não apenas depoimentos, mas as gravações. Só para que se tenha uma idéia do volume que há de material a examinar e da falta de elementos dos delegados citados para responderem à pergunta sobre a culpabilidade de Veja, o delegado Matheus Mella Rodrigues, citado em O Globo, relatou que teve acesso a “apenas” 40 conversas entre Policarpo e a quadrilha, sendo que há mais de 200.

    Blog da Cidadania – O senhor pode dizer se ao menos Policarpo será convocado pela CPMI para se explicar?

    Paulo Teixeira – Ele será convocado, sim.

    http://www.blogcidadania.com.br/2012/05/paulo-teixeira-desmente-globo-delegado-nao-absolveu-veja/


Bandalheira.Mais um delegado da PF desmonta versão de Gurgel.

03-08-2011 – Sessão da CCJ do Senado, com o senador Demóstenes Torres, para sabatinar o procurador-geral da República Roberto Gurgel, visando reconduzi-lo à chefia do Ministério Público Federal.
Se Gurgel tivesse aberto inquérito contra Demóstenes na Operação Vegas em 2009, essa cena não teria existido.

O delegado da Polícia Federal, Matheus Mella Rodrigues, responsável pela Operação Monte Carlo, em depoimento hoje (10) na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, disse que a Operação Monte Carlo foi motivada por uma denúncia da promotoria de Valparaíso de Goiás que acusava a existência de atividade de jogo ilegal com envolvimento de policiais militares, civis e federais.

A informação foi dada há pouco pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP) que participou da reunião fechada da CPMI.
Esse fato desmonta a versão do Procurador-Geral da República de que o engavetamento da Operação Vegas seria para não atrapalhar a Operação Monte Carlo.
Estes fatos mostram que a Operação Monte Carlo não foi “estratégia” do Procurador-Geral, pelo contrário, foi captada ao acaso, pela continuidade dos crimes cometidos por Cachoeira, ao não ser contido pelo Procurador-Geral quando deixou na gaveta a Operação Vegas.
As suspeitas óbvias que recaem sobre Gurgel, é de que ele deixou a primeira operação na gaveta e deixou “o barco correr”, sem tomar providências, o que favoreceu Demóstenes, Cachoeira e outros, esse tempo todo.
Gurgel precisa convencer de que não fez o que os fatos indicam.
E os fatos indicam que só se aparecesse algo novo, ele tiraria da gaveta a antiga operação e poderia usar, em sua defesa, o fato de não ter arquivado a Vegas. Neste contexto apareceu a Operação Monte Carlo que, tudo indica, caiu no colo do Procurador-Geral, e não foi produto de diligências pedidas por ele.
A estratégia de investigação que esperava-se de uma Procuradoria da República seria aprofundar as diligências em 2009, o que poderia ter chegado aos objetivos alcançados na Operação Monte Carlo no primeiro semestre de 2010, ou seja, dois anos antes do que chegou.