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Ao Exercito.Conheça o perfil criminoso dos bandidos que deram o Golpe no Brasil.AO STJ.

É impossível respeitar uma corte em que esteja alguém como Gilmar Mendes, um juiz dedicado a fazer política e não Justiça.

O bom juiz é aquele que você não sabe como vai votar. Imparcial, ele decide pelos melhores argumentos que avalia a cada caso.

Gilmar relata Aecim e Toffoli, Cunha!

Políticos que decidem impeachment de Dilma respondem por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e crimes eleitorais, entre outros,

60% DOS SENADORES TÊM PROCESSO NA JUSTIÇA E 9 NÃO RECEBERAM NENHUM VOTO

Eduardo Cunha, um corrupto contra os direitos humanos

 

Eduardo Cunha despontou como protagonista no cenário político brasileiro quando foi eleito para presidir a Câmara Federal, em fevereiro deste ano.

Desde então, passaram-se apenas oito meses e ele conseguiu a proeza de estar mergulhado em praticamente todos os escândalos de corrupção e em todos os grandes ataques a garantias fundamentais da democracia.

No entanto, a indignação seletiva que prevalece na sociedade brasileira e na opinião pública – filtrada pela grande mídia – sempre tem poupado de críticas mais severas o deputado Cunha, que segue ocupando um dos postos mais importantes no Estado.

Agora que seu envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras está cada vez mais claro, com a confirmação de contas secretas no exterior com gastos nababescos, um paradoxo do tempo da política emerge: apesar de estar em situação cada vez mais frágil, é Eduardo Cunha quem tem o poder decisório de desencadear o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Ele já devia ter sido afastado, há muito, do cargo de presidente da Câmara Federal que segue ocupando. Para evitar o esquecimento, este blog faz questão de lembrar quinze pontos da atuação de Cunha que não encontram a devida repercussão na imprensa.

 

Brasília- DF- Brasil- 19/03/2015- Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, preside sessão de votações da Casa (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

 

1 – Em 2014, quando ainda em campanha na Câmara, disse que a “sociedade vive sob ataque de aborteiras, maconheiros e gays”;
2 – Propôs projeto de lei que cria o “dia de orgulho heterossexual” (PL 1672/2011) e que tipica o crime de “heterofobia” (PL 7382/2010);
3 – Impediu qualquer iniciativa de regulação e democratização dos meios de comunicação;
4 – Foi lobista das empresas de telecomunicações para impedir a neutralidade da rede consagrada no marco civil da internet;
5 – “Aborto, só sobre meu cadáver”: propôs projeto de lei que torna aborto crime hediondo (PL 7443/2006), que tipifica o crime de aborto praticado por médico (PL 1545/2011), que tipifica como crime contra a vida o anúncio de meio abortivo com pena para quem induz a gestante à prática de aborto (PL 5069/2013);
6 – Entregou o sistema de comunicação da Câmara para um representante da bancada evangélica, comprometendo a laicidade desses canais;
7 – Proibiu divulgação oficial, pela primeira vez em doze anos, do Seminário LGBT do Congresso Nacional;
8 – Tem trabalhado contra a descriminalização da maconha e de outras drogas no debate público e legislativo;
9 – Impôs uma reforma política para preservar o financiamento privado das campanhas eleitorais;
10 – Ganhou dinheiro dos planos de saúde para sua campanha e depois relatou a MP 627 que anistiava a dívida dos planos de saúde ao SUS em 2 bilhões de reais, votou a favor da MP 656 que permitiu a entrada de capital estrangeiro na assistência à saúde, é autor da PEC 451 que insere planos de saúde como direitos dos trabalhadores, vetou a instalação da CPI que investigaria os planos de saúde;

11 – Empenhou-se na garantia da aprovação do PL 4330/04, que permite a terceirização de atividades-fim irrestritamente, prejudicando os direitos dos trabalhadores e precarizando ainda mais o mercado laboral;

12 – Instituiu comissão especial para acelerar aprovação do Estatuto da Família, que restringe o reconhecimento das famílias à união entre um homem e uma mulher, recentemente aprovado nesta comissão;
13 – Foi denunciado na operação LavaJato no STF pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro (mais de 40 milhões de dólares) de propinas de contratos firmados entre a Petrobras e fornecedores;
14 – Na CPI da Petrobras, em março de 2015, Cunha negou ter contas na Suíça. No entanto, autoridades suíças confirmaram, agora, contas em nome de Cunha e de sua esposa, que receberam nos últimos anos depósitos de US$ 4.831.711,44 e 1.311.700 francos suíços, equivalentes a R$ 23,2 milhões. Ou seja, ele mentiu a uma CPI;
15 – Sua esposa, Claudia Cruz, gastou mais de US$ 1,082 milhão em cartões de crédito internacionais, inclusive com aula de tênis na Flórida (!).

 

Assim, não é casual que Eduardo Cunha, notabilizado por sua intimidade com o poder econômico e com as forças mais atrasadas do país, seja hoje um dos maiores atentados aos direitos humanos e, ao mesmo tempo, um dos mais corruptos políticos brasileiros. A confirmação de seu envolvimento com a corrupção é o coroamento de sua trajetória marcada pelo desrespeito às conquistas democráticas dos grupos sociais mais vulneráveis. Já passou da hora do #foracunha.

http://revistacult.uol.com.br/home/2015/10/eduardo-cunha-um-corrupto-contra-os-diretos-humanos/

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Maçonaria.Golpe contra Dilma é o mais sangrento de todos. Uol é golpista.

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247.Golpe contra Dilma é, de todos, o mais violento.

Não é por improbidade, não é por ter cometido um grave crime de responsabilidade e nem mesmo por ter praticado os deslizes contábeis de que é acusada que a presidente Dilma deve ser deposta hoje por um golpe parlamentar. O que Dilma, Lula, o PT e forças da esquerda vão perder hoje é uma “guerra de facções”,  como diz o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa evocando Alexander Hamilton, um dos pais da Constituição norte-americana que gerou a figura do impeachment como remédio para anomalias extremas do presidencialismo. Adversários de sempre e aliados de ontem,  ressentidos, bandidos e oportunistas,  uniram-se numa poderosa facção majoritária no Congresso para sepultar o ciclo de governistas petistas. “O ciclo do PT tem que acabar”, já bradava Aécio Neves em 2013.

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Hamilton apontava a revanche das facções como o maior inconveniente do impeachment. E aqui está hoje o Brasil, mostrando ao mundo que sabe copiar e deformar criações alheias. Vulgarizamos a criação americana, aplicando-a, em duas décadas, a dois dos quatro presidentes eleitos depois da ditadura. Lá, onde foi criado, o impeachment foi brandido contra presidentes como chicote de censura mas nunca foi aplicado.

A facção agora formada reuniu todo o arco partidário, exceto PT, PDT, PC do B e PSOL, para dar cabo dos governos petistas. Não porque estivessem realizando uma revolução de caráter classista ameaçador aos interesses das elites de sempre.  Nele entrou até o PSB, que agora resolve não entrar no Governo Temer. Mas fez o pior.  Sob Lula, com mais perfeição, tivemos governos conciliadores que,  embora mantendo castas e privilégios, olharam para a grande planície dos despossuídos, dos mais pobres e esquecidos.  “Com a ascensão dos mais humildes todos ganham. Ganha o pobre, ganha o rico, ganham as empresas”,  dizia Lula durante seu governo. Mas isso já não bastava.  Quando Dilma ganhou novamente em 2014,  ele voltou a pregar a conciliação de classes dizendo num vídeo postado no dia seguinte:  “Mais generosidade e menos preconceito vai fazer um bem imenso ao País. Se você tem preconceito, abra seu coração”. Mas naquela altura, o demônio da intolerância, o “chega de PT” já começava a dominar corações e mentes.  Já se pregava impeachment antes da segunda posse de Dilma. Erros e desacertos cometidos pelo PT foram usados como justificativa mas com a exaltação desproporcional típica dos pretextos nas declarações de guerra. A crítica e a oposição foram se transfigurando em ódio e preconceito. Ainda no governo Lula, tive o primeiro lampejo disso ao participar de um debate em que um cientista política advertia para o perigo da chegada do “governo dos plebeus”. “Eles sujam as paredes dos palácios e pisam com pés sujos nos tapetes        “, dizia o intelectual.

Antes de Lula, filho da classe trabalhadora, foi Getúlio, filho da burguesia agrária,  o outro presidente que tentou conciliar os interesses de classe, garantindo a primeira cesta de direitos aos trabalhadores,  sem nada tirar do alto da pirâmide. Muito pelo contrário, criando as condições para que florescesse no país, –   primeiro com a Revolução de 1930 e depois como ciclo industrializante aberto com sua volta em 1950 –  sobrepujando o velho coronelismo agrário, uma   burguesia urbana e industrial. Mas esta mesma elite não queria ser moderna e civilizada, e muito menos compartilhar o progresso.  Seus agentes políticos tentaram o impeachment de Getúlio em 1954 (por supostos crimes de gestão, como agora), e não conseguindo aprová-lo, desencadearam a tempestade de acusações que o levaram ao suicídio. A comoção da morte barrou o retrocesso mas ele veio dez anos depois com o golpe de 64, após o suspiro desenvolvimentista do governo JK. Goulart foi acossado, tentaram impedir sua posse, Brizola garantiu a legalidade em sua trincheira armada. Depois, dispensaram a violência institucional e partiram o golpe então clássico,  o dos quartéis, mergulhando o país na ditadura.

Dilma vem sendo acossada com um grau de violência talvez só dedicado a Getúlio. A Lula, garantiu-se a indulgência reservada a coisas passageiras. Um ex-operário que vira fenômeno político, insiste em ser presidente e um dia chega lá. E chegando, será até bom que governe por quatro anos, para dizer ao mundo que neste país dos trópicos existe uma democracia com alguma permeabilidade no acesso ao poder político. Mas não. O homem se reelege, elege a sucessora e ela consegue reeleger-se numa campanha em que a guerra de facções já estava declarada. A violência contra Dilma foi maior porque incluiu a misoginia política, o horror patriarcal ao governo de mulheres. Num estádio lotado, em plena Copa do Mundo,  a massa com a mente mandou a presidente “tomar no c”. O mesmo fez um artista de segunda categoria como Fábio Júnior num show em Nova York.

A violência foi maior contra Dilma porque na aliança das facções que moveram a guerra entrou uma mídia avassaladoramente mais poderosa do que em outros tempos, que acumulou poder durante a ditadura e o multiplicou com a revolução  tecnológica. E até os governistas petistas ajudaram nesta obra. Nunca os meios de comunicação usaram de forma tão esmagadora seu poder contra um governante. A violência contra Dilma foi maior porque transcorreu numa fase de putrefação do sistema político, levando as disputas para um Judiciário, que ao  invés de arbitrar, homologou o linchamento. E antes, permitiu que a Operação Lava Jato, promessa de “limpeza completa” na orgia entre políticos, empresários e tetas do Estado, se transformasse em instrumento político da facção caçadora, arrancando delações, selecionando vazamentos, atropelando garantias.

Foi mais desavergonhada a violência do golpe contra Dilma porque perpetrada neste tempo em que os políticos perderam completamente a vergonha e aquele verniz que costumamos chamar de caráter. Nunca um governante foi tão sordidamente traído por aqueles que se lambuzaram com o poder compartilhado, pelos que adularam para morder e sugar, antes de trair.  Ao ponto de um ministro deixar o cargo e correr para o plenário da Câmara para votar a favor do impeachment naquela assembleia vergonhosa da noite de 17 de abril. O emblema da traição, na História, será a sigla PMDB.

Foi sob a batuta de Eduardo Cunha,  autorizados por Michel Temer e tangidos pelo PMDB,  que ressentidos, bandidos e oportunistas uniram-se ao longo do processo e naquela noite para acertar contas com Dilma. Ela certamente não lhes dava tapinhas nas costas nem com eles trocava piadas. Tentou governar de modo litúrgico, embora entregando-lhes  cada vez maiores nacos de poder. Mas eles precisavam encerrar o ciclo petista e defenestrar a mulher que ousou chegar à Presidência e, no cargo, os olhou de frente, com aquela altivez insuportável, dizendo sempre o que pensava.

Por que não a acusaram de outros crimes, por que não tentaram fazer o impeachment com base nas revelações da Lava Jato, onde o PT e os partidos com quem dividiu o poder conquistado em 2002 boiaram na mesma lama? A pergunta foi feita recentemente por Joaquim Barbosa numa postagem em rede social. “Descubra você mesmo “, dizia ele. Eduardo Cunha, ao aceitar o pedido de impeachment, excluiu acusações que poderiam arrastar boa parte dos caçadores. Acolheu apenas as duas acusações por crimes pelos quais apenas ela poderia responder: pedaladas e decretos. Se entrasse, por exemplo, a compra de Pasadena, outros agentes entrariam na roda. Inclusive do PMDB.  E assim, recortando acusações,  torcendo leis, distorcendo fatos, destroncando princípios constitucionais e garantias, escreveu-se a trama que hoje terá seu penúltimo e mais dramático capítulo, o do afastamento do cargo.

Será mais violento o golpe contra Dilma porque foi construído com sofisticação, revestido de legalidade, de constitucionalidade, num agônico rito legitimado pelo STF. Porque envolvido neste véu que pode enganar os contemporâneos mas não iludirá a História, que não tem apenas olhos de ver.

Muitos erros cometeram o PT, Lula, Dilma e aliados, contribuindo para o desenlace. Falar deles agora seria escárnio e mais crueldade.  O maior deles maior deles foi acreditar em governos de coalizão. Mas como governar num sistema que permite a Lula obter 61% dos votos e apenas 17% das cadeiras na Câmara? Com este sistema e por este caminho, que aprenda a esquerda, não adianta tentar de novo. A partida chega ao fim mas não será o Game Over.

ÉPOCA: TEMER É TRAIDOR ,USURPADOR E COVARDE SEU GOVERNO NÃO TEM LEGITIMIDADE.

O Brasil vai destruir a democracia rasgando 54.501.118 de votos.

“Golpe foi construído por encomenda do PSDB”

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Senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) disse na sessão desta quarta-feira, quando deve ser afastada a presidente Dilma Rousseff, que o processo de impeachment “mais parece um colégio eleitoral de inquisição”; embora ela tenha acrescentado que nunca tenha visto, “nem nos tribunais de inquisição, tamanho golpe”; deputada do PCdoB lembra que a advogada Janaina Paschoal recebeu dinheiro dos tucanos para elaborar sua peça de acusação e o relator da comissão do impeachment, Antonio Anastasia, é do mesmo partido.

O Brasil da ao STF a segunda chance de salvar a democracia.Clamor a OEA.

Impeachment: 60% dos senadores têm processo na Justiça e 9 foram eleitos sem um voto.

http://www.diariodocentrodomundo.com.br/

Por ironia do destino caiu para o ministro Teori Zavascki a apreciação do mandado de segurança impetrado pela AGU para anular o processo de impeachment da presidenta Dilma Roussef.

Ironia porque foi exatamente a inércia de Teori em julgar o afastamento de Eduardo Cunha que tornou possível todo esse show de horrores que vem fazendo do Brasil uma grande piada internacional.

Depois do vergonhoso recuo do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, ao anular as sessões da votação do impeachment, essa pode ser a última cartada do governo para impedir que um golpe de Estado se instale no seio da democracia brasileira.

Argumentos jurídicos pata tal existem à profusão. Ninguém é capaz de negar as motivações pessoais que nortearam as ações de Cunha quando o PT deixou claro que não iria defendê-lo na Comissão de Ética.

O próprio plenário do Supremo Tribunal Federal transformou-se na maior prova documental da incapacidade de EC em presidir a Câmara dos Deputados – e por conseguinte de suas decisões – quando aprovou por 11 votos a 0 o seu afastamento imediato não só de suas funções enquanto presidente mas do seu mandato de deputado federal.

Na falta de um Congresso Nacional decente e de parlamentares comprometidos com a legalidade processual, procurar amparo na mais alta corte é, em qualquer país civilizado do mundo, a solução mais óbvia, justa e segura a ser seguida.

No Brasil, porém, políticos de toga como Gilmar Mendes fazem qualquer esperança de um julgamento imparcial ser jogado à lama. A sua reação ao interesse do governo em buscar garantias legais é de enojar o mais inexperiente calouro de Direito.

Ao afirmar que Dilma pode recorrer ao “céu, ao papa ou ao diabo”, Gilmar expôs abertamente a completa falência moral e ética de nossas instituições. Não é à toa que chegamos aonde chegamos.

Seja como for, o fato é que está nas mãos de Teori a chance dele reparar todo o mal que causou à nação e à nossa jovem democracia ao permitir que Eduardo Cunha fizesse tranquilamente tudo o que fez sem que a espada da justiça se mostrasse soberana para impedí-lo.

Curiosamente é Dilma que está dando ao STF uma segunda chance para provar que ainda há tempo, a despeito de toda a demora de Teori, para que a Constituição Federal seja honrada e respeitada .

O que todos nós esperamos é que, independente de qual seja o resultado, o eminente ministro não nos faça aguardar até 2018 para nos brindar com a sua, talvez ilustre, decisão.

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Economista com MBA na PUC-Rio, Carlos Fernandes trabalha na direção geral de uma das maiores instituições financeiras da América Latina

Clamor a OEA.Impeachment: 60% dos senadores têm processo na Justiça e 9 foram eleitos sem um voto.

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De acordo com levantamento do Atlas Político, 49 dos senadores (60%) são alvos de processos na Justiça. Dentre os parlamentares favoráveis ao impeachment, o porcentual é de 61% (30 de 49), e entre os contrários 63% (12 de 19). Sete dos 13 indecisos estão envolvidos em querelas judiciais. As acusações variam, mas as de lavagem de dinheiro, crimes contra a ordem financeira, corrupção e crimes eleitorais predominam.

Golpe no Brasil.Bandidagem no Senado.Denúncia para OEA!!!!!!!

Horror .Bandidos  favorável ao golpe   de Dilma respondem por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e crimes eleitorais, entre outros.

Os golpista do Brasil.

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Do El Pais e do Congresso em Foco:

De acordo com levantamento do Atlas Político, 49 dos senadores (60%) são alvos de processos na Justiça. Dentre os parlamentares favoráveis ao impeachment, o porcentual é de 61% (30 de 49), e entre os contrários 63% (12 de 19). Sete dos 13 indecisos estão envolvidos em querelas judiciais. As acusações variam, mas as de lavagem de dinheiro, crimes contra a ordem financeira, corrupção e crimes eleitorais predominam.

“O Senado não pode ser considerado uma Casa moralmente superior à Câmara dos Deputados se levado em conta o nível de corrupção dos seus integrantes”, afirma Andrei Roman, cientista político formado em Harvard e um dos idealizadores do Atlas. Ele critica ainda o fato de que atualmente 11 senadores da Casa são suplentes. “Geralmente os suplentes do Senado não receberam voto algum, diferente do que acontece na Câmara. Muitas vezes eles são escolhidos apenas por serem grandes doadores de campanha”, afirma. Para Roman isso gera um déficit de representatividade “sensível” e prejudicial “em um momento como esse”.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também é alvo de nove inquéritos da Lava Jato. As suspeitas contra ele giram em torno de irregularidades que vão de recebimento de propina em acordos com a Petrobras, propinas em contratos com a Transpetro (subsidiária da petroleira) e favorecimento à Serveng, uma das empresas envolvidas no esquema. Ele é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção. A defesa do peemedebista nega qualquer irregularidade.

Nove dos 80 parlamentares chegaram ao Senado sem ter recebido diretamente um único voto. A cassação do mandato de Delcídio do Amaral (MS) por quebra de decoro parlamentar reduziu o número de parlamentares votantes, mas ampliou a bancada dos parlamentares sem voto na Casa. Com exceção do suplente de Delcídio, o empresário Pedro Chaves (PSC-MS), que não será empossado a tempo, todos poderão decidir pelo afastamento ou não da presidente da República.

Com a posse de Chaves, que estreia na política sem jamais ter recebido um único voto nas urnas, o Senado terá dez senadores que chegaram ao Parlamento pela suplência. Destes, apenas Donizeti Nogueira (PT-TO), que substitui desde o início do ano passado a senadora licenciada Kátia Abreu (PMDB-TO) enquanto ela comanda o Ministério da Agricultura, está sujeito a voltar para casa a qualquer momento. Os demais têm direito a exercer plenamente o mandato até o derradeiro dia. Por diferentes motivos, viraram titulares.

Além de Pedro Chaves, Wilder Morais (PP-GO) também foi alçado ao Senado devido à cassação do mandato do titular, no caso, Demóstenes Torres (GO), em 2012. Três senadores herdaram, literalmente, a vaga com a morte dos colegas de chapa: Zezé Perrella (PTB-MG), Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e Dalírio Beber (PSDB-SC). Eles seguem o mandato para o qual foram eleitos os senadores Itamar Franco (PPS-MG), falecido em 2011, João Ribeiro (PR-TO), morto em 2013, e Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), que morreu no ano passado.

Primeiro suplente de Itamar, Perrella herdou sete anos de mandato no Senado mesmo ter sido votado. O ex-presidente da República voltou ao Senado em fevereiro de 2011 e faleceu em julho daquele mesmo ano. Ele só conseguiu cumprir seis meses dos oito anos para os quais havia sido eleito. Como mostrou a Revista Congresso em Foco, o senador mineiro foi o segundo mais ausente em 2015: deixou de comparecer a 48 das 127 sessões reservadas a votações no período. Ou seja, mais de um terço dos dias em que a presença era obrigatória na Casa.

Presidente da comissão especial do impeachment, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB) foi efetivado no mandato em 2014 com a ida do titular Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB) para o Tribunal de Contas da União (TCU). Embora possam alegar que foram votados juntamente com os titulares, os suplentes raramente têm visibilidade na campanha eleitoral. Muitos são convidados para a suplência por motivos eleitorais, seja para atingir determinado eleitorado, seja para financiar a eleição.

 

 

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TRANSMISSÃO AO VIVO: Câmara vota pedido de Golpe de Estado.

Globo Online.

Globo vai cair no buraco no Cunha diz jornal.

TV Online.Delator entrega tabela com propina de R$ 52 milhões em 36 parcelas a Eduardo Cunha.Solidariedade.

Deputado e fundador do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva (SP) responderá por ação penal por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra o sistema financeiro nacional; Paulinho da Força foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal, que investigou desvios de recursos do BNDES; parlamentar já chegou a dizer que Dilma Rousseff deveria estar na prisão e, nesta segunda-feira 7, um dia antes de se tornar réu, pediu a renúncia da presidente; ele tem participado com frequência de manifestações em defesa do impeachment; no STF, o deputado já é julgado por outro processo, pelo qual pode pegar 15 anos de prisão.
http://www.brasil247.com/pt/24…
DEFENSOR DO GOLPE, PAULINHO VIRA RÉU NO STF.
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Menção ao pagamento ao vice-presidente da República consta em uma mensagem entre o dono da empreiteira, Leo Pinheiro, condenado na Lava Jato, e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); “Eduardo Cunha cobrou Leo Pinheiro por ter pago, de uma vez, para Michel Temer a quantia de R$ 5 milhões, tendo adiado os compromissos com a ‘turma'”, descreve o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em documento que foi assinado pelo ministro do STF Teori Zavascki, que fundamentou as buscas da Operação Catilinárias nesta semana.

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Do Estadão:

Em delação premiada à Procuradoria-Geral da República, na Operação Lava Jato, o empresário Ricardo Pernambuco Júnior, da Carioca Engenharia, entregou aos investigadores uma tabela que aponta 22 depósitos somando US$ 4.680.297,05 em propinas supostamente pagas ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) entre 10 de agosto de 2011 e 19 de setembro de 2014.

Segundo o empreiteiro, empresas relacionadas às obras do Porto Maravilha, no Rio, deveriam pagar R$ 52 milhões ou 1,5% do valor total dos Certificados de Potencial de Área Construtiva (Cepac) a Eduardo Cunha. A parte que caberia à Carioca era de R$ 13 milhões.

O maior repasse ocorreu em 26 de agosto de 2013 no valor de US$ 391 mil depositados em conta do peemedebista no banco suíço Julius Baer. Em 2011 foram quatro depósitos, somando US$ 1,12 milhão. Em 2012, Eduardo Cunha recebeu só dessa fonte outros US$ 1,34 milhão divididos em seis depósitos. A tabela revela que em 2013 o deputado – que ainda não exercia a presidência da Casa -, foi contemplado com mais seis depósitos, totalizando US$ 1,409 milhão. Já em 2014, Eduardo Cunha recebeu outros seis depósitos que somaram US$ 804 mil.