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Tucano diz quem é João Dória.

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Ele se apropriou de terra da Prefeitura! Imagine na Prefeitura de SP…

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Esse curto período de campanha já permite analisar o seu perfil. Dória não relutou em usar de todos os recursos lícitos e ilícitos, operacionais e financeiros, para angariar votos em uma prévia que está sendo avaliada pela Justiça Eleitoral. Nesse período prévio a lei veda o uso de quaisquer recursos financeiros para buscar votos para decisão dos filiados ao partido. Despesas só podem ser feitas pelo diretório municipal, mas ele as fez com recursos próprios. Além disso, não titubeou em usar as relações pessoais com o governador para obter apoios através da pressão de dirigentes do Estado sobre os filiados ao partido.

A sua falta de zelo pela coisa pública ficou evidente quando, conforme apuração da Folha de São Paulo constatou-se que tomou ilegalmente uma área de terra para somar à sua propriedade em Campos de Jordão. Na entrevista à Jovem Pan ainda justificou que a incorporação era produto de um acordo de desafetação onerosa, feito com o prefeito anterior do município, em que ele teria trocado o imóvel por algum equipamento doado para a cidade, acordo esse que não foi “homologado”, segundo suas palavras, pela Câmara Municipal do município. Ora, se não foi “homologado”, não aconteceu, não houve um ato jurídico perfeito. Nunca poderia incorporar bens públicos apenas através de um “acordo” com o prefeito ou com o Executivo municipal. O fato é que tomou a área, mostrou não respeitar a diferença entre o interesse público e o interesse privado e, processado, foi tentar um arranjo que legalizasse o mal feito.Continue lendo.

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A farsa criminosa que os institutos de pesquisa Datafolha e Ibope cometeram em 2012 parece estar se repetindo agora.

Haddad começa a desmentir pesquisas, como em 2012.

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A menos de uma semana das eleições de 2016, um fenômeno revoltante ameaça se repetir. Trata-se de fenômeno que poderia ter mudado o rumo da eleição paulistana de 2012 e que só não mudou porque a capital paulista chegou a um ponto em que não suportará outro governo ultraconservador e voltado para os ricos como o de José Serra, por exemplo.

Apesar do antipetismo do centro expandido e da inocência do povo da periferia – que, premido pela sabotagem tucano-peemedebê da economia, embarcou na conversa da direita endinheirada e joga contra si mesmo ao contemporizar com uma ideologia que odeia pobre –, ainda é de se duvidar que a maioria dos paulistanos seja capaz de colocar gente como João Dória Jr. ou Celso Russomano para administrar uma cidade com problemas tão sérios.

Por conta disso, a farsa criminosa que os institutos de pesquisa Datafolha e Ibope cometeram em 2012 parece estar se repetindo, já que, mais uma vez, na reta final do pleito paulistano, o candidato que passou a campanha inteira na lanterna, aparentemente sem chance de se eleger, entra na disputa com chances de vencer.

E o mais interessante é que quem diz isso não sou eu, mas um analista do Estadão. O texto abaixo é de um dos melhores analistas político-eleitorais do país, que, eleição após eleição, vem acertando.Mais

http://www.blogdacidadania.com.br/

Crime organizado.Depois de apresentar o Banco de Silvio Santos como empresa rentável, o crime organizado divulga ibope fraudulento para promover o SB.T.

É importante  deixar claro , que o SBT não  tem culpa e não tem participado desse jogo criminoso promovido por alguns blogs já denunciado aqui nessa coluna.
O crime organizado, vem sistematicamente  divulgando Ibope fraudulento para promover o SBT.Foi ontem , que os caras apresentaram o Panamericano como se fosse uma empresa rentável, na verdade era uma arapuca usada para salvar os negocio de Silvio Santos.Agora os caras atropelam o Instituto  ibope   e divulgam, sem autorização  Real Time falso 24 horas por dia .Tudo isso, para  esconder que o SBT já perdeu mais de 57% de audiência  em menos de 11 anos..
Mais
A Record divulgou na tarde desta terça-feira (3) um comunicado a respeito do ranking de audiências do primeiro semestre de 2012, na televisão brasileira. A pesquisa mostra que a emissora manteve a vice-liderança isolada na média dia, que vai das 7h à meia-noite. Segundo o Painel Nacional de Televisão (PNT), que ue foi divuldamostra a audiência em 14 cidades do país, a média registrada pela Record no período foi de 6,4 pontos com share de 15,7%.

Na média manhã, que abrange a faixa das 7h às 11h59, a Record manteve o segundo lugar absoluto com 4,8 pontos e share de 19%. Na média da tarde, que vai das 12h às 17h59, o canal consolidou 6,2 pontos de média com share de 15,8%. Já no horário nobre, que vai das 18h à meia-noite, a Record, novamente, atingiu o segundo lugar com 7,9 pontos de média, e share de 14,3%.

O Ibope também divulgou o ranking de audiências de junho de 2012, e a pesquisa revelou que a emissora manteve a vice-liderança isolada na média dia, das 7h à meia-noite, no Brasil. Ainda segundo o PNT, a média registrada pela Record no período foi de 6,3 pontos, com share de 15%, participação que corresponde a 35% da principal concorrente.

Também em junho, no horário nobre, o canal consolidou a vice-liderança isolada, com 7,3 pontos de média e 12,8% de share. A Record é vice-líder isolada no país em todas as faixas de exibição.

TTP

Teste de voz revela que Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal mentiu.A mídia bandida e criminosa escondeu.

gilmar mendes kotscho Teste de voz revela que Gilmar mentiu

Na enxurrada de entrevistas que vem concedendo sobre o seu encontro com o ex-presidente Lula, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim, no dia 26 de abril, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, aparece cada vez mais descontrolado, atirando para todo lado, como se estivesse sofrendo uma forte perseguição.

Foi o que se viu na entrevista que concedeu ao Jornal Nacional, da TV Globo, na noite de segunda-feira. Suando muito, lívido, inseguro, olhando a toda hora para os lados, Mendes em nada lembrava o combativo ministro do STF, sempre muito veemente e definitivo nas suas declarações.

O perito Mauro Nadvorny, diretor-presidente da Truster Brasil, empresa especializada em análise de frequência de voz, detectou trechos “fraudulentos e suspeitos” na entrevista concedida à TV pelo ex-presidente do STF.

A revelação do laudo de Nadvorny foi feita discretamente pelo portal UOL, uma empresa do Grupo Folha, em nota publicada às 18h14 de terça-feira, quando Mendes já havia concedido mais um balaio de entrevistas:

“Na análise de um total de 3 minutos de trechos da entrevista, foram detectadas 11 ocorrências de alto risco, cinco de provável risco e duas de baixo risco”.

Para que não restem dúvidas, o perito explicou os termos técnicos: “Alto risco é uma maneira de dizer que a pessoa está mentindo”.

A empresa Truster Brasil produz a tecnologia que detecta sinais de tensão, estresse, medo, embaraço e excitação em arquivos de voz. É o que antigamente se chamava de “detector de mentiras”.

Sem saber da perícia feita na sua voz, em outra entrevista publicada nesta quarta-feira, Gilmar Mendes afirmou peremptoriamente ao jornal O Globo: “Não tenho histórico de mentira”

Curiosamente, a notícia do UOL, publicada sob o título “Exame de voz destaca “segmentos fraudulentos” em fala do ministro Gilmar Mendes”, foi omitida dos assinantes da versão em papel da Folha, que preferiu dar outra manchete, mais ou menos na mesma linha dos seus concorrentes: “Meta de Lula é melar o julgamento”, diz Mendes.

Neste caso, o jornal não fez nenhuma perícia para analisar a voz do ministro do STF, nem pediu provas sobre a sua acusação. Apenas reproduziu as declarações de Mendes ao repórter Felipe Seligman, da sucursal de Brasília.

“Vamos parar com fofoca. A gente está lidando com gângsters. Estamos lidando com bandidos que ficam plantando informações”. Na mesma entrevista, Mendes acusou o ex-presidente Lula de agir como uma “central de divulgação” com informações sobre as suas ligações com o senador Demóstenes Torres e seu amigo, o contraventor Carlinhos Cachoeira.

Ao falar para o Estadão, Gilmar Mendes desta vez mirou também em Paulo Lacerda, delegado aposentado da Polícia Federal, ex-chefe da Agência Brasileira de Informações (Abin), a quem acusou de fazer investigações e fornecer informações contra ele para o PT.

“Eu acho que o ministro Gilmar Mendes, se ele falou isso, está totalmente desinformado em relação à minha vida e ao meu trabalho. Eu não tenho nenhuma relação com partido político. Nunca tive e não tenho”, disse Lacerda ao repórter Eduardo Kattah.

Paulo Lacerda foi afastado da direção da Abin no célebre caso do “grampo sem áudio” publicado pela revista Veja, em setembro de 2008, com denúncias sobre a gravação de supostas conversas entre Gilmar Mendes e seu amigo Demóstenes Torres.

Falando sem parar durante todo o dia aos veículos das Organizações Globo, Gilmar Mendes denunciou “uma sórdida ação orquestrada para enfraquecer o Supremo, levar o tribunal para a vala comum, fragilizar a instituição e estabelecer a nulidade da Corte”, segundo a versão publicada pelo jornal impresso.

Para ele, como fica claro em todas as entrevistas, o principal responsável por esta ação é o ex-presidente Lula, mas Mendes não foi convidado por nenhum veículo a apresentar provas sobre as suas acusações. Prefere fazer comparações: “… o Brasil não é a Venezuela de Chávez… ele mandou até prender juiz.”

É neste clima que Brasília convive com os preparativos para o julgamento do processo do mensalão e as trombadas da CPI do Cachoeira, a quatro meses das eleições municipais. Se juntar tudo e bater no liquidificador, vai dar um caldo meio esquisito.

Até o momento em que escrevo, na manhã desta quarta-feira, Lula ainda não respondeu às acusações de Gilmar Mendes.

O fato é que o ex-presidente, ainda se recuperando das sequelas do tratamento do câncer na laringe, que já completou sete meses, fez três apostas de alto risco: denunciar a “farsa do mensalão”, bancar a candidatura de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo e incentivar a criação da CPI do Cachoeira, tudo ao mesmo tempo.

Enquanto isso, com boa retaguarda na mídia, o ministro Gilmar Mendes vai assumindo o papel de líder da oposição a Lula e ao PT.

O que pensarão de tudo isso os demais membros do Supremo Tribunal Federal?

Mafioso.Record vai fechar o ano de 2012 com um prejuízo de R$ 100 milhões diz Revista ligada ao crime organizado.

Não faltam provas de que esse é o modus operandi — para usar um termo reservado a quadrilhas e serial killers — da família Civita.

Nota do Provocador humilha Lauro Jardim.

Mais uma do nosso Rupert Civita

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Mesmo com os panos quentes que parlamentares tentam por na CPI do contraventor Carlinhos Cachoeira, uma coisa já se tornou de conhecimento público: a  revista Veja usa suas páginas e jornalistas para plantar notícias falsas contra seus inimigos.

Não faltam provas de que esse é o modus operandi — para usar um termo reservado a quadrilhas e serial killers — da família Civita. São vários grampos feitos pela Polícia Federal que escancaram os procedimentos ilegais praticados por um dos jornalistas da publicação em Brasília.

Rupert Civita, ou Roberto Murdoch (referência ao magnata das comunicações envolvido em um escândalo de grampos ilegais na Inglaterra), já mandou um recado por meio de seus capangas: quem insistir em denunciar as relações criminosas de sua revista vai sofrer retaliações. Atitude bem típica de mafiosos: constranger, intimidar e ameaçar.

Contra a Record, retaliação sempre houve, mas agora tende a se tornar puro desespero. Eu já cantei essa bola aqui neste blog.

Eles são previsíveis. Basta ver nota publicada na coluna Radar, de Veja, assinada por Lauro Jardim, aquela mesma citada nos grampos da polícia entre o bicheiro e Policarpo Junior.

Novamente, neste final de semana, sem o menor constrangimento, as páginas de aluguel da revista se prestam a anunciar mais uma crise imaginária na emissora. Só que agora o delírio é retumbante: a Uau.

O jornalismo analfabeto funcional foi escancarado. Como afirmar o prejuízo de uma empresa em 2012 se ainda estamos em maio? Chega a ser engraçado. E, como sempre, Radar não cita fontes, nem poderia, já que a maioria do que se publica naquela coluna é fruto da mente perversa desses senhores que se julgam acima da lei e da democracia.

Dá pra entender os motivos de mais esse ataque da Veja contra o empresário Edir Macedo. A Record é um dos poucos grupos de comunicação que não participaram do “acordão” em não denunciar as ligações suspeitas da revista com o crime organizado. Globo e Folha (UOL) deram as mãos em nome da impunidade. Contra o Brasil.

Assista a reportagem exibida hoje no Domingo Espetacular e entenda o caso.