Violência no Rio.

 O Brasil a Copa a violência e a omissão .

Seria muito simples acabar com a bandidagem nos morros. A vantagem que eles possuem, por estarem em terreno elevado e entrincheirados, pode com certa facilidade ser revertida contra eles próprios. Bastaria um cerco em todo o perímetro da comunidade, incluindo as matas, com unidades militares e da Força Nacional de Segurança (que jamais entrariam nas favelas) e, apoiados por uma unidade móvel do Ministério Público e da presença de um juiz que emitiria um mandado de busca geral; possibilitando uma busca porta-a-porta. A PM, apoiada pelo BOPE e pela CORE, com atiradores de elite e com helicópteros blindados (hoje há apenas um); prosseguiriam a uma revista casa a casa por toda a favela com a ocupação de pontos estratégicos visando impedir o refluxo de bandidos para as áreas revistadas. Acuados e impedidos de fugir, os bandidos teriam duas opções: lutar ou renderem-se.

b12cc-rio_de_janeiro_4

Quem é  mais criminoso os psicopatas que impõe o terror nos morros ou o políticos covardes e omisso que tem o poder nas mãos , mas preferem ficar debaixo do pano..A verdade é que  meia duzia de psicopatas estão saqueando e destruindo toda nação . Isso, por falta de uma legislação que tenha força para punir de forma exemplar  esses criminosos

Pesquisador diz  Rio é uma cidade dominada por traficantes.Impressionante vídeo..

O salto na criminalidade.

Os criminosos so recuaram, a espinha dorsal do tráfico não foi totalmente quebrada .É preciso aplicar um remedio amargo.Em outro país esses criminosos ja estariam todos mortos ou com a prisão perpetua decretada, juntamente com os bandidos de colarinho branco que os defende.Hoje, qualquer  traficante menor de idade,  amparado pelo Estatuto do Menor e Adolecente comanda centenas de boca de fumo.A midia finge que não vê.Por isso, o que esta ocorrendo  no Rio, esta ocorrendo no Brasil inteiro. As pichações são marcas predominante da atuação desses grupos criminosos . .

Guerra no Rio: cidade dominada por traficantes.Documento

Wilton Junior/AE/Arquivo/28.12.2009

Regiões  dominadas por traficantes

Brasil perde controle e crime assume o comando ? .

A força que o crime, organizado ou não, conquistou no Brasil, além de assustadora, poderá em pouco tempo levar o país a uma situação onde o poder legal, as autoridades constituídas e as populações dos grandes centros e regiões industriais perderão o controle total, tornando inviável uma solução a curto ou médio prazo e causando consequências sociais, políticas e econômicas absolutamente imprevisíveis.

Esta é a opinião quase unânime de cientistas sociais e políticos e uma evolução que teve seu início dezenas de anos atrás como, por exemplo, com a simbiose entre bicheiros e autoridades. A cumplicidade entre os que deveriam defender as leis e os infratores destas, ofereceu não apenas know how ao crime mas degenerou as instituições. A luta entre o poder paralelo hoje existente e o poder legal deverá logo levar o Brasil a uma condição mais grave que a que a população do Líbano conviveu nos anos 70 e mais preocupante do que a Colômbia hoje se encontra. Isso já é, no momento, constatado de forma clara em algumas regiões e nos fatos que se multiplicam diariamente em algumas capitais. Uma guerra aberta está sendo travada. Esta é uma verdade que não deve ser subestimada ou minimizada. Nem há evasivas.

Parceria Bandos brasileiros x FARC é resultado natural

Um cenário no qual a economia e o dia a dia de uma sociedade são influenciados, mesmo co-gerenciados, pela ação externa de grupos alheios ou estranhos ao aparelho legal, faz parte da realidade no Brasil hoje. O caso dos bandos da droga brasileiros, onde passou despercebido que o crime organizado ampliava sua malha além das fronteiras e aliava-se a forças organizadas como a FARC colombiana, numa parceria tanto financeira como militar, seria o exemplo mais claro deste avanço incontrolável. O agravante situa-se numa diferença geográfica de atuação. Enquanto a FARC age na proteção de uma selva natural, distantes das grandes populações urbanas, com incursões nestas áreas, no Brasil o caso se dá nas selvas de pedra das grandes cidades e nas barbas das autoridades. Um objetivo que a própria FARC ainda não alcançou. O treinamento militar e intercâmbio é apenas uma particularidade das alianças existentes nestas situações. Os estágios táticos no caminho para a ascensão ao estado generalizado de domínio exigem não somente determinação mas sobretudo métodos de intimidação e práticas violentas que sistematicamente adquirem novos e sucessivos níveis, de acordo com a resistência encontrada ou com a facilidade ou dificuldade na eliminação dos obstáculos imediatos. Essa experiência não é limitada apenas a algumas nações da América do Sul, mas o fenômeno vem ocorrendo sob diversos aspectos em outras partes do mundo, possuindo no seu mérito o cunho até mesmo religioso. A surprêsa no plano internacional é constatar que o Brasil encontra-se idem neste grupo e em um patamar muito além do imaginável, aparentemente impotente para fazer frente ao que está por vir. Tanto faz a denominação das diversas forças paralelas em ação no Brasil, elas não passam de simples metonomásias de similares existentes, sejam na citada Colômbia, Indonésia, etc.

As fotos da selvageria

A brutalidade usada por esse literal poder paralelo, e a pecularidade de que ele não conhece freios nem mesmo entre as paredes de uma prisão de segurança máxima, causa espanto, perplexidade e levanta uma séria interrogação de como na verdade as bases da sociedade brasileira estão corroídas e se os alicerces de uma democracia mais ou menos recente não estariam prestes a ser danificados, levando em conta que podem estar, embora a olho nu estes danos ainda não sejam visíveis. As três fotos que apresentamos nos links abaixo, foram enviadas por uma fonte que prefere ficar no anonimato. Segundo ela, as fotos seriam inéditas e testemunham a selvageria da violência que tem se ramificado no Brasil. Estas fotografias são o resultado da última rebelião ocorrida em uma penitenciária no Rio de Janeiro. Sob o comando do chefe-maior de um bando criminoso, Fernandinho Beira-Mar, a crueldade refuta ponderações sobre o estado que as coisas chegaram e silenciam qualquer um. Pouco importa a origem ou ineditismo das fotos. O que importa é a desumanidade delas.

A selvageria sem precedentes. A esta altura dos acontecimentos nada ajuda procurar definir as causas e sim buscar soluções. A publicação das mesmas em nosso site foi uma decisão que exigiu reflexão. Antes disso as mesmas causaram esturpor a dois jornalistas estrangeiros aos quais as apresentamos. Um deles julgou tratar-se de uma das guerras civis nos confins da África, outro de vítimas dos grupos selvagens que agem na Ásia. Ambos pasmaram ao saber que trata-se do Brasil do futebol e carnaval. Seja nossa denúncia para quem ainda duvida se o Brasil não está também vivendo uma guerra. E um protesto contra a violência que se abate sobre, como sempre, nosso povo.

Mais.

Veja também:

RIO DE JANEIRO, TRAFICANTES, POPULISMO E SANGUE

O sonho do Rio Olímpico acabou quando a população acordou no inferno real de uma cidade dominada pelo populismo e pelo tráfico. Policias mal pagos, mal equipados e com aeronaves que jamais deveriam atravessar uma zona de combate tentam fazer milagres e agir como agência reguladora do tráfico nos morros cariocas. A pergunta é simples: como se ordena o sobrevoo em áreas repletas de artilharia capaz de derrubar aeronaves e numa zona de fogo cerrado a uma aeronave incapaz de fazer frente a esses problemas? A resposta também é simples: incompetência e descaso com a vida humana.

Assolado por ONG’s e entidades internacionais que enxergam criminosos sádicos e repletos de fúria como meros injustiçados carentes e abandonados pela sociedade (como se o simples fato de ser pobre desse uma credencial de bandido e o direito de cometer atrocidades para cada um); apoiados por uma sociedade apática, alienada e que se contenta em esconder-se no corredor de seus apartamentos quando está sob fogo e volta a sua vidinha normal quando o tiroteio acaba; os políticos cariocas continuam vomitando asneiras e fazendo muito pouco pela segurança pública em nosso estado e em nossa cidade.

Uma polícia anacrônica e infestada pela corrupção maciça e sistêmica. Uma polícia onde o policial vê sua função como um bico e seu trabalho “extra muros” como o trabalho real (devido a esdrúxula escala de trabalho, que faz o “policial ser policial” somente duas ou três vezes na semana e segurança do bicheiro ou da padaria nos outros quatro ou cinco dias restantes).

Uma polícia carente de formação real e de pessoas mais qualificadas intelectualmente; formada por policias que ganham salários irrisórios e correm os mesmos riscos de combatentes em áreas de guerra, não pode ter sucesso ou ser cobrada por ser ineficiente e corrupta.

O grande problema da segurança pública no Brasil e no Rio de Janeiro se chama “ônus político”. Enquanto morrem milhares de inocentes, bandidos e policiais todos os anos (em taxas superiores as das guerras do Iraque e do Afeganistão), políticos oportunistas e populistas se sucedem com promessas mirabolantes e o mesmo discurso de sempre.

Vez por outra são citadas as “vítimas inocentes que não podem ser esquecidas”; os moradores do morro são acalentados como “uma grande maioria honesta e trabalhadora” ou a polícia é sempre citada como composta “em sua grande maioria de bons profissionais”. Enquanto isso, as vítimas inocentes continuam sendo vitimadas, a grande maioria trabalhadora e honesta, do morro, continua refém e alvo dos traficantes e a grande maioria de bons profissionais da polícia continua sendo traída pela minoria corrupta que a vende por qualquer dez reais.

E o que fazem nossas autoridades e políticos? Ordenam uma devassa nas propriedades, contas correntes, contatos telefônicos e patrimônio dos policiais e comandantes de batalhões ou delegados? Ordenam um mapeamento das casas usadas pelos traficantes e coordenam um ataque e uma retomada, morro a morro, juntamente com as Forças Armadas e a Força Nacional de Segurança para destruir e tomar esses redutos? Patrulham as ruas e as saídas dos morros para evitar os “bondes” e as falsas blitzem que tanto vitimam pessoas inocentes? Não. Afinal, isso seria visto por entidades internacionais como uma “afronta” e acarretaria um “ônus político” enorme para aquele que se atrevesse a promover uma limpeza na cidade.

Seria muito simples acabar com a bandidagem nos morros. A vantagem que eles possuem, por estarem em terreno elevado e entrincheirados, pode com certa facilidade ser revertida contra eles próprios. Bastaria um cerco em todo o perímetro da comunidade, incluindo as matas, com unidades militares e da Força Nacional de Segurança (que jamais entrariam nas favelas) e, apoiados por uma unidade móvel do Ministério Público e da presença de um juiz que emitiria um mandado de busca geral; possibilitando uma busca porta-a-porta. A PM, apoiada pelo BOPE e pela CORE, com atiradores de elite e com helicópteros blindados (hoje há apenas um); prosseguiriam a uma revista casa a casa por toda a favela com a ocupação de pontos estratégicos visando impedir o refluxo de bandidos para as áreas revistadas. Acuados e impedidos de fugir, os bandidos teriam duas opções: lutar ou renderem-se.

Tudo dentro da lei, como manda a constituição e com total integridade aos direitos humanos. Após a “limpeza”, a favela seria ocupada com uma unidade pacificadora (nos moldes do Dona Marta) e com serviços do estado e apoio do pessoal médico e do corpo de engenheiros das forças armadas. Algo assim já foi feito no próprio Dona Marta (sem a presença dos militares e da Força Nacional) devido ao tamanho exíguo da comunidade. Mesmo assim, possibilitou-se a fuga de criminosos para outros morros da Zona Norte e Zona Sul, porque não foi possível cercar completamente a comunidade. Mas, quem pagaria tal “ônus político”?

Quem colocaria a “cara para bater” pelas ONG’s e por entidades que vivem as custas da bandidagem, travestindo-se de legais com claros olhos na “grana preta” que captam para ajudas que jamais prestam? A corrupção policial pode ser debelada com certa facilidade aqui no RJ. Basta uma rápida visão dos estacionamentos de alguns batalhões e delegacias ou de um levantamento do estilo de vida de alguns policiais.

Mas, digamos que a tal “grande maioria honesta” tenha sucumbido às péssimas condições de vida e ao salário miserável? Quem assumiria o “ônus político” de deixar uma cidade quase sem policiais devido às expulsões em massa? Medidas simples como cortar verbas de publicidade e de aumentos para secretários, deputados e apadrinhados; aumentar o salário dos policiais para um valor digno e que permita a sua sobrevivência fora das comunidades carentes; mudar a escala de serviço dos atuais 24/72 horas (que faz o trabalho na polícia ser o bico) para um expediente diário de oito horas com uma ou duas folgas semanais com proibição do bico (só essa medida dobraria o número de policiais nas ruas sem a necessidade de contratar uma única alma); apertar o cerco aos corruptos e usar as técnicas que foram aplicadas, com tremendo êxito, nas favelas do Haiti por nossos militares (a revista casa a casa e o cerco geral) resolveriam grande parte dos gravíssimos problemas de nossa segurança pública. Mas, certamente, haveria o tal “ônus político”. E quem estaria disposto a pagá-lo? Pense nisso. Fonte

Do site Visão Panoramica

Tv GloboMundial
Anúncios

3 Respostas para “Violência no Rio.

  1. LUIZ CAMPOS DOS SANTOS

    Bom dia, gostaria assistir TV via internet grátis. grato

  2. eu gostaria de assistir á guerra do rio pela internet, muito obrigada.

  3. Detetive profissional Bradok
    http://detetiveprofissional.webnode.com.br/
    Fone: (86) 9974 4672
    “Bem-vindos ao nosso Site”
    É com satisfação que lhe apresentamos este trabalho desenvolvido há mais de 21 anos, com o propósito de atender suas necessidades e interesses pessoais na busca da verdade, ou mesmo, na localização de pessoa( ente querido), desaparecido.
    Trabalhamos em prol do bem está social, seguindo os parãmetros legais das leis constitucionais que regem em nosso país, Brasil.
    Trabalhamos com ordem, planejamento, ordem, disciplina, ética e ” SIGILO TOTAL “.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s